A questão do Gênero no Jornalismo Impresso

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A questão dos gêneros no jornalismo impresso vem sendo discutida a muito no Brasil, mas não com a devida intensidade que o tema merece. Poucos teóricos têm se aventurado neste terreno. Nomes como Luiz Beltrão, Marques de Melo, Manuel Chaparro, se destacam com obras que delinearam os estudos neste campo.

O presente trabalho apresenta uma pesquisa quantitativa realizada nos jornais impressos a Folha de S. Paulo e o Estado de S. Paulo em uma única edição. Os parâmetros da pesquisa seguem os direcionamentos de Marques de Melo (1972), aplicados na disciplina de Comunicação Comparada do curso de Jornalismo das Faculdades Integradas de Fernandópolis.

Para ter acesso ao texto completo envie um e-mail para: prof_kikomachado@yahoo.com.br
 

Teoria do Jornalismo

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

MELO, José Marques de. Teoria do Jornalismo: identidades brasileiras. São Paulo: Paulus, 2006.



Já não está claro qual seriam as características dessa identidade após anos e anos de prática jornalística e estudos dentro e fora da academia? Para Melo, ainda não.
Pesquisador influente, José Marques de Melo é Diretor-executivo da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação, presidente da Rede Alfredo de Carvalho, professor titular e emérito da ECA-USP e também no programa de Pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo – UMESP. Foi o primeiro e é o atual presidente da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdiciplinares da comunicação - Atua ainda como Consultor Científico da Fundação CAPES - Ministério da Educação (Brasília), FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo e Conselheiro da EAS - Fundação Professor Edevaldo Alves da Silva de Amparo à Educação (São Paulo).
Seu livro Teoria do jornalismo: identidades brasileiras, muito mais do que nos apresentar teorias sobre o jornalismo praticado no Brasil atual, aponta questões históricas que levaram à prática que hoje permeia a maioria dos veículos de imprensa de nosso país e que ainda influenciam muitos cursos de graduação em jornalismo.
O capítulo 1 de seu livro, deveria ser leitura obrigatória de alunos e coordenadores de curso que hoje pensam estar na vanguarda dos novos tempos oferecendo cursos recheados de disciplinas que tentam acompanhar as mudanças tecnológicas e acalentam o sonho de formar alunos aptos a atuar nesse “novo” mercado em constante transformação. Fica evidente o engano quando Melo apresenta as correntes que alicerçaram os cursos de Comunicação Social desde suas primeiras formações nas faculdades e universidades brasileiras. Cada uma delas, a corrente Ético-social, Técnico-editorial, Político-ideológica e crítico-profissional estão diretamente ligadas ao contexto político, social e econômico da época na qual estavam inseridas e está a atual corrente, crítico-profissional. Sua análise nos alerta para o perigo de recair na mera formação de profissionais-técnicos para as empresas de comunicação. Fica evidente a necessidade de incultar na formação dos graduandos uma postura crítica sobre a própria profissão “alicerçados pelas ciências humanas (e não apenas por uma ciência em particular) para traçar os contornos da profissão e resgatar todas as suas dimensões sociais e políticas”.
Nos capítulos posteriores, Melo apresenta de forma clara e objetiva as matizes do pensamento jornalístico brasileiro e os fatores sócio-econômicos que moldaram este pensamento, resultando em uma prática jornalística estreitamente ligada à uma elite burguesa e com um viés monopolítico. Seu texto assume uma postura quase didática, como preparando o leitor para os proximos capítulos onde a questão dos Gêneros em jornalismo e analisada e as identidades brasileira no jornalismo são buscadas.
Ao apresentar a teoria do jornalismo, objetivando identificar as características particulares do jornalismo brasileiro, Marques de Melo deixa claro a importância, a necessidade e o papel das universidade e faculdades de comunicação da pesquisa acadêmica na construção dessa identidade. Muita coisa já foi feita, mas há ainda um longo caminho a ser percorrido e a tarefa é árdua. Somente por este caminho, a pesquisa, é que o jornalista poderá aproximar-se cada vez mais do seu verdadeiro papel e as diferenças entre a teoria e a prática, ou entre a academia e o mercado, serão reduzidas ou minimizadas.
Portanto, não espere encontrar no livro Teoria do jornalismo: identidades brasileiras, fórmulas ou receitas, ou quem sabe uma teoria que busque resolver os problemas da imprensa brasileira. Porém, se o leitor procura um entendimento, um pensamento norteador que irá auxiliá-lo em suas pesquisas ou no entendimento da praxis jornalística brasileira, Melo nos fornece um rico material e uma leitura prazeirosa.


 

A publicidade na linguagem de hoje

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Além de o marketing digital estar sendo um desafio para as agências de publicidade na implantação das estratégias de campanhas publicitárias, há outro desafio ainda maior a ser vencido: falar a língua da geração da internet. Como atrair o publico jovem para o consumo com formatos de propagandas que são do tempo de seus avós? A resposta é simples; não há como.
Primeiro porque os canais tradicionais de mídia como televisão, rádio, banner, folder e outdoor há muito não atraem a atenção deste público como antes. Segundo, porque publicitários “antigos” mesmo que preocupados com as transformações na sociedade, não conseguem falar a mesma língua desses jovens. Prova disto, foi a iniciativa de uma grande agência de publicidade de São Paulo. Ofereceu 50 vagas de estágio onde os interessados deveriam responder a uma única pergunta: o que você faria por essa vaga. As respostas surpreenderam a agência. Mais de 1000 interessados enviaram vídeos onde demonstravam do que eram capazes de fazer pela vaga.
O mais importante desta ação, foi o reconhecimento por parta da agência de que era preciso contar com a ajuda deste novo profissional, nascido e criado na geração net para poder criar propagandas dentro dos padrões da linguagem publicitária de hoje.
 

Os Numerati

Quem acessa a internet, usa cartão de crédito, assina tv a cabo, utiliza celulares (e faz dezenas de outras coisas) deixa, todos os dias, uma séria de pistas e informações sobre nosso hábitos, ações, comportamento e costumes. Mas… Quem coleta estes dados? Quem os examina? E (o mais importante, talvez) o que estão fazendo com eles?
São estas as informações que o jornalista Stephen Baker explora no livro NUMERATI .
Segundo o autor, uma nova elite matemática está descobrindo meios de dissecar cada ação nossa e prever, de maneira precisa, nosso próximo passo.
Os NUMERATI se inflitram em todas as áreas da atividade humana. Estão analisando nossas compras, nossos valores políticos, nossa saúde e nossas vidas.
Um a leitura indispensável, não so para quem lida com tecnologia, mas para todos que utilizam a Web como meio de compras e lazer.
 

TV Digital.Br

TV Digital.Br: Conceitos e Estudos sobre o ISDB-Tb
S. Squirra & Valdecir Becker (orgs.)
ISBN: 978-85-7480-455-2

A TV digital brasileira é uma realidade irrecusável. Como as demais tecnologias de ponta, chega estimulando a todos que a experimentam, captando o cerne da imaginação e os olhos dos consumidores nas vitrines. Pelas gigantescas qualidades estéticas e possibilidades de incremento na comunicação, seja entre seres humanos e entre estes e as máquinas, este extraordinário recurso tecnológico chama fugazmente a atenção da população, inflamando sedutoramente todos para sua adoção e mergulho inebriante em seus inéditos recursos interativos.

A TV digital se materializa em dispositivos multiformatos, em incontáveis configurações de tela, em qualquer lugar, o tempo todo.
Quem poderia imaginar que um dia se viabilizaria tal avanço tecnológico na comunicação? É o que esta obra tenta revelar, animando seus leitores a um mergulho no desvendamento das características da interatividade da imagem digital e dos sistemas sonoros multicanais.

onde comprar: www.atelie.com.br
Texto retirado do blog: b4dtv - blog for digital tv
 

Televisão Digital

No cenário de implantação da televisão digital no Brasil e frente a processos comunicacionais cada vez mais orientados pela multiplicidade tecnológica e pela convergência midiática, uma questão nova surge para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação: quais são – ou quais podem ser – os conteúdos dessa TV que tem provocado tanta esperança e ceticismo? Foi a partir de questionamentos como esse que surgiu esta coletânea proposta pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS). Os 18 artigos aqui reunidos versam sobre as transformações na linguagem e na tecnologia dessa “nova televisão”, sobre os cenários político-econômicos e modelos de negócios da TV digital, sobre tendências e experiências internacionais a partir da digitalização do meio nos seus distintos padrões. No conjunto, os textos registram um momento fundamental das discussões em torno da TV digital no Brasil, contando com a colaboração de teóricos e produtores de conteúdo do Brasil e de outros países.

Orgs.
Sebastião Squirra e Yvana Fechine

 

TV Digital no Brasil

Ao reunir inúmeras informações sobre a televisão e acompanhar os bastidores do processo de escolha da tecnologia japonesa para operar a TV digital no Brasil, Renato Cruz se viu com os elementos de uma telenovela nas mãos. Uma trama aqui desenvolvida com detalhes em high-definition. Para esclarecer o cenário atual, o autor reconstitui a chegada da televisão ao país e narra a formação das principais emissoras brasileiras, que hoje se veem obrigadas a se adaptar à chamada convergência (a possibilidade de transmissão de voz, vídeo e dados a partir de qualquer meio e de forma intercambiável).
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Suporte : Creating Website | Johny Template |
Copyright © 2011. Convergência Midiática - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by
Proudly powered by Premiun Blogger Themes