<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795</id><updated>2012-02-29T23:16:14.001-03:00</updated><category term='Especial'/><category term='Material de aula'/><category term='Internet'/><category term='TV Digital'/><category term='Artigos'/><category term='Dica de Livros'/><category term='Mídia'/><category term='Marketing'/><category term='Vídeos'/><category term='SET 2010'/><category term='Jornalismo'/><category term='Educação'/><category term='Banda larga'/><category term='Cotidiano'/><category term='Eleições 2010'/><category term='ABTA 2010'/><category term='Telecomunicações'/><title type='text'>Convergência Midiática</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>412</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6823582475705316245</id><published>2012-02-29T23:16:00.000-03:00</published><updated>2012-02-29T23:16:14.008-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Contra o obscurantismo da Sky, em defesa da diversidade de conteúdo nacional</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=771365"&gt;FNDC&lt;/a&gt; - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;FNDC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A Sky iniciou uma forte campanha em que mobiliza seus usuários contra a lei 12.485, sancionada em setembro de 2011 e que deve ser regulamentada até este mês de março. A empresa combina argumentos mentirosos com falácias numa defesa oportunista da liberdade de escolha do usuário. Na campanha, a empresa reúne atletas dos clubes de vôlei e basquete que ela patrocina para apontar uma série de supostas ameças trazidas pela lei e conclamar o usuário a se manifestar no STF e diretamente na Ancine. A empresa usa a boa fé do usuário da TV por assinatura e de atletas de renome do esporte nacional para defender disfarçadamente seus próprios interesses comerciais. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação rechaça essa estratégia desonesta e chama atenção dos usuários da Sky para que não sejam ludibriados pela propaganda enganosa da empresa.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Surpreendentemente, nenhuma das sete afirmações principais feitas pela empresa na propaganda exibida se sustenta. Frente ao grande número de acusações infundadas, é fundamental enfrentar cada um dos argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é a favor da liberdade na TV por assinatura? - A frase que abre a campanha da Sky sugere duas coisas: primeiro, que há hoje liberdade na TV por assinatura. Segundo, que essa liberdade está ameaçada. As duas premissas são falsas. Hoje, o usuário não tem liberdade de contratar os canais aleatórios de forma avulsa, nem construir seus próprios pacotes e nem comprar canais que a operadora não quiser lhe oferecer. Exemplo recente e oportuno é a dificuldade do usuário em ter acesso à Fox Sports, que transmite a Libertadores da América, porque as operadoras (como a Sky) não querem oferecê-lo. Além disso, a lei não fere em nada a liberdade do usuário. Ao contrário, ela busca ampliar a oferta, com a entrada de novos canais e de mais concorrentes entre as operadoras, e assim gerar mais diversidade e opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lei poderá mudar toda sua programação de TV por assinatura – a lei 12.485 altera pouco da programação para o usuário comum. Por meio de cotas de conteúdo brasileiro e independente, que somam 3h30 por semana (!) e no máximo doze entre as dezenas de canais disponíveis, ela busca ampliar a oferta de conteúdo brasileiro e dar espaço para as produtoras independentes que hoje não têm espaço e liberdade de veiculação de sua produção. A cota incide apenas nos canais que transmitem majoritariamente, em seu horário nobre, filmes, séries, documentários, animações e reality shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei não considera esporte e jornalismo como conteúdo nacional – Não é verdade. A lei considera sim esses conteúdos como nacionais, mas não impõe cotas de veiculação de esportes. Os canais de esportes não entram na conta das cotas, não têm obrigações de cotas e continuam sendo ofertados normalmente sem qualquer alteração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá menos esporte na programação – não faz nenhum sentido afirmar que haverá menos esporte na programação. Os canais esportivos não são impactados em nada pela lei. Se a empresa quiser ofertar um pacote só de canais esportivos pode fazer isso à vontade, e não tem de abrir nenhum minuto de cotas de conteúdo brasileiro e independente. A lei não interfere em nada na quantidade de conteúdo esportivo na programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma grave intervenção nos meios de comunicação – as regras estabelecidas na nova lei estão longe de ser uma grave intervenção. Na verdade, regras como essas existem em todas as democracias avançadas no mundo. Todos esses países constroem instrumentos de regulação para garantir mais pluralismo e diversidade de conteúdo, e para fazer com que a liberdade de expressão seja ampla, e não valha apenas para os donos de meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência reguladora terá poderes para controlar o conteúdo da TV paga – a Ancine não terá poder para controlar o conteúdo, apenas irá zelar pelo cumprimento das regras definidas democraticamente pela lei. Problema seria se houvesse uma lei sem nenhum órgão responsável pela sua fiscalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei vai gerar impacto no preço da assinatura e na liberdade de escolha – como já foi dito, a liberdade de escolha do usuário, hoje pequena, só aumenta, não diminui. Em relação ao preço da assinatura, a tendência é justamente a contrária. A lei amplia a concorrência e deve fazer com que, em médio prazo, o usuário pague menos pelos pacotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso ficar claro que a campanha da Sky não defende o interesse do usuário nem do esporte nacional. O problema para a empresa é que, ao permitir a entrada das empresas de telecomunicações no mercado de TV a cabo, a lei cria concorrência em vários locais em que a Sky é hoje a única opção do usuário. O que está em jogo, portanto, são os interesses comerciais da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei já foi aprovada e sancionada em setembro, e a Sky está apoiando uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que tenta derrubá-la no Supremo Tribunal Federal. O momento atual é de definição da regulamentação da lei, e o mais importante é justamente garantir que os objetivos de ampliação da diversidade e da pluralidade sejam materializados. Para isso, qualquer iniciativa de debate democrático é bem-vinda. Só não valem propagandas obscurantistas e falaciosas como essa da Sky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FNDC&lt;br /&gt;(Coordenação Executiva: CUT - Central Única dos Trabalhadores, Abraço – Ass. Brasileira de Radiodifusão Comunitária, Aneate – Ass. Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões, Arpub – Ass. das Rádios Públicas do Brasil, Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, CFP - Conselho Federal de Psicologia, Fitert - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão, Fittel - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6823582475705316245?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6823582475705316245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6823582475705316245&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6823582475705316245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6823582475705316245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/contra-o-obscurantismo-da-sky-em-defesa.html' title='Contra o obscurantismo da Sky, em defesa da diversidade de conteúdo nacional'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4835514722682342976</id><published>2012-02-28T14:39:00.000-03:00</published><updated>2012-02-28T14:39:00.920-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>Folha continua sua jornada contra a TV Brasil</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=770712"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renata Mielli&lt;br /&gt;Portal Vermelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blog.jovempan.uol.com.br/parabolica/files/2010/02/tv-brasil.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://blog.jovempan.uol.com.br/parabolica/files/2010/02/tv-brasil.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O jornal paulista que em editorial de 30 de julho de 2009 pediu o fechamento da TV Brasil continua afiando suas garras contra a emissora pública. Desta vez, a reportagem para lá de capciosa foi publicada nesta quinta-feira, 23, sob o título TV do governo quer ter jornalistas emtodos os continentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Empresa Brasil de Comunicação emitiu nota de esclarecimento publicando na íntegra a entrevista feita, para mostrar que “existem informações no texto que não constam nas respostas da EBC. Por outro lado, algumas informações que foram dadas para esclarecer os fatos e não foram publicadas pelo veículo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A começar pelo título. A EBC em nenhum momento da entrevista afirma que planeja ter enviados em todos os continentes. Mesmo sendo uma aspiração legítima para qualquer projeto jornalístico que pretenda fazer uma cobertura independente do filtro das agências de notícias, a EBC respondeu na entrevista que “o plano de trabalho da EBC para 2012, aprovado pelo Conselho Curador da empresa, prevê a criação de novas bases de correspondentes no exterior assim que o orçamento permitir essa expansão”. Mais adiante afirma que “atualmente o orçamento da EBC não permite à empresa manter correspondentes em todos os continentes. Europa, América do Norte, Ásia e Oceania são cobertos com Agências de Notícias. A EBC mantém apenas o serviço de correspondente na África e América Latina onde os serviços das Agências de Notícias não costumam ter suficiente qualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distorção da manchete fica mais bem compreendida ao se ler o restante da notícia, que procura desqualificar o projeto jornalístico da EBC, ao criticar, por exemplo, o custo de R$ 543,21 mil por ano para “manter um repórter para abastecer a TV, que tem audiência próxima a zero, e os demais veículos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da notícia, a Folha se refere à EBC como estatal e ao conteúdo veiculado nas emissoras de rádio e TV como sendo – oficiais do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que motiva essa postura do jornal é o temor de ter, ainda que no longo prazo, um projeto jornalístico público no Brasil que não se paute pelas agências privadas, que não dependa de analistas e articulistas escolhidos a dedo para emitir uma opinião de acordo com a linha editorial de seus veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que manter um correspondente na Argentina questiona a Folha? Ora, imagine o medo dos Frias, Mesquitas, Marinhos e companhia bela de que um veículo de comunicação possa mostrar um outro lado da notícia sobre o que se passa no país vizinho que não esteja impregnado pelo tom oposicionista que a mídia argentina e brasileira adotam contra o governo de Cristina Kirchner?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia é para lá de tendenciosa, afinal, como já dito neste blog "criar um veículo de comunicação que não esteja ancorado nos valores e interesses do mercado e que poderia se constituir num contraponto ao que é veiculado nas emissoras comerciais seria abrir uma brecha no monopólio midiático que impera no país".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4835514722682342976?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4835514722682342976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4835514722682342976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4835514722682342976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4835514722682342976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/folha-continua-sua-jornada-contra-tv.html' title='Folha continua sua jornada contra a TV Brasil'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2077083579111483985</id><published>2012-02-27T12:17:00.000-03:00</published><updated>2012-02-27T12:17:14.190-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>Kodak: uma lição para as TVs abertas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WJmL2fkVOos/TAgBJJFgpQI/AAAAAAAAAOk/f3Dsb8Lg7Fg/s1600/tvgoogle1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://2.bp.blogspot.com/-WJmL2fkVOos/TAgBJJFgpQI/AAAAAAAAAOk/f3Dsb8Lg7Fg/s200/tvgoogle1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aquela que foi a maior empresa no ramo da fotografia por mais de 132 anos enfrenta o maior desafio de sua história: sobreviver às transformações da era digital. Desafio semelhante estão sofrendo as emissoras de televisão comerciais aberta, contudo, recentes ganhos no faturamento publicitário, promovidos pelos crescimento econômico brasileiro, podem mascarar a gravidade dos novos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo da Kodak é uma liçao que os gestores das emissoras deveriam apreender. Abaixo reproduzo texto publicado no Jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="background-color: white; color: #010101; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 35px; font-weight: normal; line-height: 34px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 4px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A ruína da Kodak na era digital&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;h3 style="background-color: white; color: #555555; display: inline; font-family: Arial; font-size: 14px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A agonia da empresa que captou os mais importantes momentos do século 20 e que, contraditoriamente, criou as câmeras sem filme&lt;/h3&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-fecha" style="background-color: white; color: #929292; font-family: Arial; font-size: 10px;"&gt;27 de fevereiro de 2012 | 8h 03&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ulrich Fichtner, do Der Spiegel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Shanebrook estaciona seu Dodge diante do imenso edifício da Kodak, em Rochester, Nova York. Há mais de 40 anos, ele pôs os pés na empresa pela primeira vez, quando era ainda um jovem engenheiro. Na época, a Kodak estava produzindo a câmera que iria captar as imagens da missão Apollo 11 e as fotos do primeiro homem na Lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shanebrook continua ativo desde que se aposentou da Kodak, em 2003. Por 35 anos, teve o privilégio de trabalhar - e viajar pelo mundo - para a empresa. Ele estava na Kodak na década de 90, quando suas ações valiam US$ 70 cada. Estava lá, nos anos 80, quando a companhia empregava 30 mil pessoas. Nessa época, a maior preocupação dos funcionários era achar um lugar para estacionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele dirige seu carro pelo estacionamento coberto de neve, muito maior do que alguns campos de futebol, mas onde poucos carros estão estacionados. Hoje, a Kodak emprega menos de sete mil pessoas em Rochester, e as notícias que vêm da direção da empresa são devastadoras. Em 19 de janeiro, a Kodak viu-se obrigada a pedir recuperação judicial. "Devo chorar? Não. Estou surpreso? Sim. Tenho de me recuperar do choque."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida adotada pela Kodak é considerada mais um símbolo da situação deprimente dos negócios nos Estados Unidos. Outros dizem que a Kodak é uma empresa que negligenciou os sinais dos tempos - e é a única culpada por ter cochilado no caminho em direção à ruína. Mas nenhuma dessas interpretações é correta. A Kodak simboliza as mudanças estruturais profundas que ocorreram em todo o mundo nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jobs&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos 132 anos da Kodak, pessoas em todo o planeta se imortalizaram em Kodacolor, o primeiro filme em cores, lançado em 1942. Seu fundador, George Eastman, era aclamado como o Steve Jobs da sua época. Em 1900, Eastman deu aos consumidores a "Brownie", primeira câmera fotográfica portátil que gerou uma nova ideia - fantástica e lucrativa - de negócio: a Kodak venderia câmeras e também ganharia dinheiro revelando os filmes usados nelas. O modelo durou mais de um século. Em 1999, a Kodak teve lucro recorde de US$ 2,5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marca estava em toda parte. Entre 1928 e 2008, todos os filmes que ganharam o Oscar de melhor fotografia foram rodados com películas Kodak. Hoje, boa parte da produção de Hollywood é digital. Não era raro ver a empresa lançar até 30 novos produtos ao ano. Eram impressoras, fotocopiadoras, papel fotossensível e filmes de todos os tipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shanebrook se pergunta: como a Kodak chegou à beira da falência? Como uma empresa que nos anos 70 produzia 90% de todos os filmes e 85% das câmeras nos EUA pode fechar? Como uma companhia tão inovadora podia implodir a ponto de o preço de sua ação cair até chegar ao nível de perder seu registro na Bolsa de Valores de Nova York? Se quer saber as respostas, prepare-se para surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeira digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar: quem acreditaria que foi a Kodak que criou a primeira câmera digital, em 1975? Era três vezes maior do que uma caixa de sapatos. Inventada pelo engenheiro da Kodak Steve Sasson, era simples e produzia imagens em preto e branco, com 0,01 megapixel. Por essas razões, a máquina não parecia um produto muito comercializável. Mas os técnicos da Kodak continuaram a aperfeiçoar os sensores que, mais tarde, foram parar nas câmeras Nikon e Leica. Na verdade, os executivos em Rochester não estavam dormindo. Estavam bem acordados - mas com um cenário de pesadelo à frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larry Matteson, outro veterano da Kodak, também se lembra daqueles dias. Chegou a ser vice-presidente sênior. Hoje é professor na Universidade de Rochester. Quatro anos depois da invenção da câmera digital, Matteson foi incumbido de elaborar um relatório sobre o futuro da tecnologia digital para a diretoria da empresa. Seu relatório parece hoje profeticamente exato. Depois de décadas concentrada no setor da química orgânica e de filmes, provavelmente seria impossível - talvez insano em termos comerciais - a Kodak tentar se reinventar e transformar-se numa empresa de produtos eletrônicos. Além disso, suas operações com filmes ainda eram muito prósperas nos anos 70 e prometiam lucros durante muitos anos no futuro. E as magras margens do mercado digital nunca iriam se comparar às do filme analógico. Assim, há cerca de 30 anos, a Kodak viu-se diante de duas alternativas: cometer suicídio ou adiar sua morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve repetidas tentativas, não muito entusiasmadas, de reorganizar a empresa. Cada nova diretoria propunha uma estratégia diferente. A Kodak investiu em sua divisão de produtos químicos para entrar no campo farmacêutico. Também tentou dominar o mercado da impressão digital - plano implementado, abandonado e depois retomado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O azar também contribuiu para a ruína. A Kodak reduziu a produção de filmes, ao mesmo tempo em que aumentou sua presença na área digital. Em 2005, chegou a ser a maior fabricante de câmeras digitais nos EUA. Mas, com smartphones substituindo câmeras digitais, caiu para sétimo lugar nos anos seguintes. Na rival Fujifilm, seus diretores tiveram a ideia de sair das operações na área química e partir para o setor de cosméticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Kodak, se pretende sobreviver, vai precisar de um milagre. Como parte do seu processo de concordata, a companhia recebeu mais US$ 950 milhões em empréstimos do Citigroup para tentar colocar suas finanças em ordem dentro dos próximos 18 meses. A direção espera que a Kodak volte a prosperar com as impressoras, mas isso não convence muito, pois a empresa sempre esteve ligada a imagens. Não importa o quão maravilhosas elas sejam, as histórias sempre têm um fim. E talvez seja a mesma coisa com as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tradução de Terezinha Martino)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para o texto no sitio de origem:&amp;nbsp;&lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,a-ruina-da-kodak-na-era-digital,104136,0.htm"&gt;http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,a-ruina-da-kodak-na-era-digital,104136,0.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2077083579111483985?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2077083579111483985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2077083579111483985&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2077083579111483985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2077083579111483985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/kodak-uma-licao-para-as-tvs-abertas.html' title='Kodak: uma lição para as TVs abertas'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WJmL2fkVOos/TAgBJJFgpQI/AAAAAAAAAOk/f3Dsb8Lg7Fg/s72-c/tvgoogle1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5223530826203064376</id><published>2012-02-26T16:03:00.000-03:00</published><updated>2012-02-26T16:03:03.253-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/tutoriais_e_dicas/noticias/quer-apagar-todo-o-seu-historico-do-google-a-gente-te-ensina"&gt;Convergência Digital&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Novas regras do site de buscas começam a valer em 1 de março. Saiba como remover seus dados de pesquisa recente do Google&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;24 de Fevereiro de 2012 | 18:20h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova - e muito criticada - política de privacidade do Google entra em vigor em 1 de março. E muitos estão preocupados com o monitoramento da gigante das buscas sobre nossas atividades na web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe, todo o seu histórico nos sites do Google serão misturados e compartilhados entre todos os produtos que você usa da empresa, como YouTube e Google+. Isso significa que uma busca pelo nosso nome poderá revelar muito mais sobre nós: o que gostamos ou não, informações de saúde, religião, tendências, preferências sexuais, idade, entre outras (saiba mais aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para quem não deseja ter sua privacidade, em tese, invadida, criamos um rápido tutorial de como você pode remover seu histórico da web e impedir que outros dados sejam armazenados pelo Google no futuro. Acompanhe abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, acesse o site https://www.google.com/history e digite seu login e senha. Então, você provavelmente visualizará as novas políticas de privacidade da empresa. Já na página seguinte, se o seu histórico da internet estiver habilitado, você verá uma lista de pesquisa com os links mais recentes e outros sites visitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2012/02/20120224180559.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="340" src="http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2012/02/20120224180559.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No topo da página, clique no botão "Remover todo o Histórico da web", e pronto. Todos os seus dados de pesquisa até então guardados pelo Google serão removidos. Caso queira armazenar essas informações novamente, basta seguir o mesmo caminho e clicar no botão azul "Retornar", também no topo da página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que, se você possui mais de uma conta no Google, terá de repetir o processo para cada uma delas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5223530826203064376?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5223530826203064376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5223530826203064376&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5223530826203064376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5223530826203064376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/apague-todo-o-seu-historico-do-google.html' title='Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4136574686996464888</id><published>2012-02-24T15:12:00.000-02:00</published><updated>2012-02-24T15:12:06.257-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Governo só obriga a incorporação do Ginga em 2013</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=29296&amp;amp;sid=7"&gt;Convergência Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:: Luiz Queiroz &lt;br /&gt;:: Convergência Digital :: 24/02/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0hU0p5cbCyA/SxRS4247-wI/AAAAAAAAAH4/v9egKUuG2EA/s1600/dtv.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-0hU0p5cbCyA/SxRS4247-wI/AAAAAAAAAH4/v9egKUuG2EA/s200/dtv.jpg" width="195" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Governo recuou nas negociações com fabricantes de Televisores para a incorporação do middleware Ginga, que permitirá a interatividade na TV Digital. Portaria Interministerial nº 140 publicada hoje no Diário Oficial da União, estipula que somente em 1º de janeiro de 2013 será exigido que 75% dos televisores de LCD  produzidos na Zona Franca de Manaus contenham os recursos de interatividade da TV Digital. Já em janeiro de 2014 o percentual aumenta para 90%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para este ano o governo criou duas situações: Os fabricantes ficam dispensados dessa incorporação até o próximo dia 30 de junho. Depois dessa data, a inserção do middleware Ginga ficou estabelecida como "opcional", com validade até dezembro. A incorporação do Ginga deverá vir instalado, pré-configurado e habilitado de fábrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Incentivo à antecipação da produção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da data oficial para a interatividade ter ficado para 2013, o governo não deixou de incentivar a fabricação dos televisores digitais com o Ginga ainda este ano. Na portaria ficou estabelecido que, o fabricante que produzir ainda no segundo semestre de 2012, os televisores com todos os recursos de interatividade, poderá descontar "em números absolutos" esse volume produzido neste ano, da parte da produção exigida para 2013 (75% dos televisores com Ginga).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso, "respeitado um mínimo de 60%" ao que foi estabelecido como percentual para aquele período. Significa que até 15% da produção exigida previstos para 2013, poderiam ser antecipadas neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A portaria também estabelece que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte à conectividade IP e que implementem o middleware interativo "deverão garantir o acesso das aplicações interativas aos canais de comunicação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diferenças residuais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do fabricante não alcançar os percentuais exigidos para 2013 e 2014, ele ficará obrigado "a cumprir as diferenças residuais em relação ao percentual mínimo estabelecido, em unidades produzidas, até o término do período subsequente, sem prejuízo das obrigações correntes de cada período".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, da mesma forma que o fabricante poderá abater parte da produção dos 75% dos televisores digitais em 2013 - caso ainda este ano coloque no mercado aparelhos contendo os recursos de interatividade - quem em 2013 não cumprir o percentual de 75% exigido pelo governo, terá de jogar para o ano seguinte a produção residual, e ainda cumprir a meta do ano subsequente (em 2014 será 90% da produção com o Ginga + o residual de 2013).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, para ter direito ao pedido para adiar parte da produção exigida, para o ano seguinte, o governo decidiu que os fabricantes não poderão exceder a 10% essa diferença residual, que será fixada "tomando-se por base a produção do ano em que não foi possível atingir o limite estabelecido."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Racha na indústria&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma o recuo do governo na questão dos prazos de incorporação do middleware Ginga - que inicialmente estaria disposto a fixar os percentuais de produção em 30% (2012), 60% (2013) e 90% (em 2014) - pode ser interpretada como uma estratégia para se evitar uma enxurrada de ações judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo fontes do mercado, os percentuais decididos na portaria de hoje podem ser absorvidos por grande parte dos fabricantes, que não têm interesse em brigar contra o governo por conta de ele estar fazendo política industrial que em última instancia beneficiará o país. A manobra de agora do governo, segundo essas mesmas fontes, limitaria o grupo de empresas insatisfeitas com a incorporação do Ginga a apenas três grandes fabricantes: CCE, Semp Toshiba e a coreana LG - que podem acabar no judiciário contestando a medida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4136574686996464888?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4136574686996464888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4136574686996464888&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4136574686996464888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4136574686996464888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/governo-so-obriga-incorporacao-do-ginga.html' title='Governo só obriga a incorporação do Ginga em 2013'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0hU0p5cbCyA/SxRS4247-wI/AAAAAAAAAH4/v9egKUuG2EA/s72-c/dtv.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-1650089008558176671</id><published>2012-02-23T15:48:00.000-02:00</published><updated>2012-02-23T15:48:52.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>TV aberta fatura 25% a mais com publicidade em 2011</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=769901"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/02/2012 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;Portal Fitert&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Afonso, diretora de Mídia da Agência Binder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0amQULe_gto/S9ARpi63KcI/AAAAAAAAAK8/YpZi-Zda8OI/s1600/tv-aberta1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://1.bp.blogspot.com/-0amQULe_gto/S9ARpi63KcI/AAAAAAAAAK8/YpZi-Zda8OI/s200/tv-aberta1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Com faturamento de R$ 19, 3 bilhões, a TV aberta foi o meio de comunicação que teve a maior participação em despesas com publicidade em 2011. O valor corresponde a 62% de todo o faturamento, que atingiu a marca de R$ 31,2 bilhões, 7% a mais que o ano interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação a 2010, o investimento publicitário na TV cresceu 25%, saltando de R$ 15,4 bilhões para R$ 19,3 bilhões. O rádio atingiu 4% dos investimentos, totalizando um valor de R$ 1,2 bilhão. Também alcançaram essa margem a TV paga e a internet (4%). Já o jornal ficou com 12% e revista faturou 8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados fazem parte de um levantamento consolidado pela agência Binder, na Retrospectiva de Mídia – 2011, com base no anuário de mídia do Grupo de Mídia de São Paulo, do Projeto Intermeios e de pesquisas do Ibope.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora de Mídia da agência Binder, Andrea Afonso, atribui o crescimento da TV na arrecadação publicitária a uma maior “aproximação da classe C, até por parte das emissoras consideradas mais qualificadas”. Além disso, as marcas internacionais estão investindo mais no mercado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPAÇO EM MÍDIA - Em 2011, o rádio foi o meio que apresentou a maior alta de preços em espaço de mídia (17,2%), seguido do jornal (10,8%), TV aberta (9,1%), revista (9%) e TV paga (5,1%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Andrea Afonso, a alta acima da curva média de preços em anúncios no rádio se deve ao fato de o meio ter trabalhado por muito tempo com valores defasados. “Foi na verdade, uma readequação de custos”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento faz uma análise positiva das emissoras, que vêm ‘contrariando as previsões pessimistas, dando a volta por cima, com criatividade e versatilidade’. De acordo com a pesquisa, o meio assume uma postura mais madura e ensaia uma convivência amigável com a web e o MP3, apostando sempre na regionalização, seu principal diferencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação da Abert&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-1650089008558176671?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/1650089008558176671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=1650089008558176671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1650089008558176671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1650089008558176671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/tv-aberta-fatura-25-mais-com.html' title='TV aberta fatura 25% a mais com publicidade em 2011'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0amQULe_gto/S9ARpi63KcI/AAAAAAAAAK8/YpZi-Zda8OI/s72-c/tv-aberta1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-8798491513073526155</id><published>2012-02-23T15:40:00.000-02:00</published><updated>2012-02-23T15:40:16.704-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>TV por assinatura: confira os seus direitos na contratação desse serviço</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=769586"&gt;FNDC&lt;/a&gt; - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22/02/2012 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;UOL Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zVW6XMW8wmU/Ttgd4vbKFJI/AAAAAAAAAd4/1oRTwgZHsbk/s1600/TV_paga.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" src="http://1.bp.blogspot.com/-zVW6XMW8wmU/Ttgd4vbKFJI/AAAAAAAAAd4/1oRTwgZHsbk/s200/TV_paga.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;SÃO PAULO – A televisão tradicional não o atende mais e você decidiu pagar a TV por assinatura. Como todo serviço, o consumidor deve saber seus direitos, como, por exemplo, que, independemente do contrato assinado, a multa por atraso da mensalidade não pode ser superior a 2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, saiba que a empresa é obrigada a prestar atendimento telefônico gratuito para reclamações, cancelamento e qualquer outra demanda que você tenha. De acordo com o decreto 6.523/2008, esse atendimento deve estar à disposição dos consumidores 24 horas por dia, de segunda a sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendimento e cancelamento&lt;br /&gt;A empresa também deve contar, em todas as áreas em que presta o serviço, com pelo menos um centro que ofereça atendimento pessoal, por correspondência e telefônico. Além disso, se você decidir cancelar o serviço, esse pedido deve ser processado imediatamente. Mesmo que haja um prazo para que o cancelamento se efetive, ele deverá ser considerado a partir da data que você solicitou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Procon-SP, se o consumidor quiser saber determinada informação, a empresa deve atendê-lo imediatamente. Suas queixas, porém, deverão ser resolvidas em um prazo de até 5 dias úteis, no máximo, a contar do registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas de contestação de débitos também devem acontecer em um prazo máximo de 5 dias úteis, a contar do seu recebimento, isso se a queixa tiver sido feita via telefone. No caso das queixas efetuadas via correspondência, a empresa tem um prazo de 10 dias para resolvê-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Procon-SP ainda lembra os seguintes direitos, garantidos a todos os consumidores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No caso de interrupção do serviço por tempo superior a 30 minutos, o consumidor deve ser compensado pela prestadora, por meio de abatimento ou ressarcimento, em valor proporcional ao da assinatura, correspondente ao período de interrupção. No caso de programas pagos individualmente (pay-per-view), a compensação será feita pelo seu valor integral, independentemente do período de interrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Informação prévia de 30 dias quanto a mudanças na programação do plano contratado, como retirada ou diminuição do número de canais. Não havendo interesse pela continuidade do serviço, o contrato poderá ser cancelado sem ônus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando houver a retirada de um canal pela operadora, este deve ser substituído por outro do mesmo gênero ou deve haver desconto na mensalidade. A escolha é do consumidor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Devolução em dobro das quantias pagas, em decorrência de cobranças indevidas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Recebimento de documento de cobrança contendo informações claras quanto aos valores cobrados, bem como às formas de acesso ao centro de atendimento da operadora, em até cinco dias úteis antes da data de seu vencimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Notificação com antecedência mínima de 15 dias quando da suspensão do serviço por motivo de inadimplência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comunicação prévia, por escrito, da inclusão do nome do assinante nos cadastros de proteção ao crédito, no caso de inadimplência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O atendimento será sempre gravado e a empresa deverá guardar essa gravação por, no mínimo, 90 dias. O consumidor pode solicitar a gravação de sua conversa com o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente). A entrega deverá ocorrer por meio eletrônico, por correspondência ou pessoalmente, a critério do solicitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor também tem direito a receber uma via do contrato do serviço adquirido, que contenha as seguintes informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados das partes envolvidas;&lt;br /&gt;Valores referentes à taxa de adesão e mensalidade;&lt;br /&gt;Condições de pagamento;&lt;br /&gt;Data da instalação;&lt;br /&gt;Periodicidade e índice aplicável para o reajuste (que, de acordo com a legislação em vigor, só pode ocorrer a cada 12 meses);&lt;br /&gt;Condições para cancelamento ou suspensão temporária do serviço;&lt;br /&gt;Encargos e restrições, em caso de atraso do pagamento das parcelas;&lt;br /&gt;Conteúdo e opções de “pacotes” de programação;&lt;br /&gt;Demais obrigações e direitos da operadora e do usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao receber a sua via do contrato, é importante que o consumidor comparare as informações contidas no documento com aquelas que obteve durante o atendimento telefônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde reclamar&lt;br /&gt;Caso o consumidor tenha problemas com os serviços de TV por assinatura, poderá entrar em contato com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pelo site oficial (www.anatel.gov.br) ou pelo telefone 1331. Também pode optar pelo órgão de defesa do consumidor da cidade em que reside.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, vale mais uma dica. É fundamental anotar os protocolos de atendimento fornecidos pela operadora e guardar uma cópia do contrato, dos recibos de pagamento e demais documentos que comprovem sua relação com a prestadora de serviço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-8798491513073526155?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/8798491513073526155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=8798491513073526155&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8798491513073526155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8798491513073526155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/tv-por-assinatura-confira-os-seus.html' title='TV por assinatura: confira os seus direitos na contratação desse serviço'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zVW6XMW8wmU/Ttgd4vbKFJI/AAAAAAAAAd4/1oRTwgZHsbk/s72-c/TV_paga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4609311439911674831</id><published>2012-02-19T18:23:00.003-02:00</published><updated>2012-02-19T18:23:54.825-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Vigilância extrema na internet</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1093" target="_blank"&gt;Le Mond Diplomatique Brasil&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Quando uma ditadura entra em colapso, é difícil entender como ela conseguia se manter. Na Líbia, no Egito ou na Tunísia, a resposta se encontra, em termos, na fiscalização sistemática das comunicações. Esse trabalho é feito graças a produtos de transnacionais que encontram nesses países um lugar p/ testar suas técnicas&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Por Antoine Champagne*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.diplomatique.org.br/upload/editor/images/36-37_home.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.diplomatique.org.br/upload/editor/images/36-37_home.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Com a vitória da revolução líbia e a queda de Trípoli, várias zonas ocultas do regime ditatorial passaram a ser conhecidas. É o caso de um centro de escuta da população, no qual a jornalista do Wall Street Journal, Margaret Cocker, pôde constatar que tudo era monitorado: internet, telefones celulares, GSM e conexões (de internet e telefone) por satélite. Nas pastas encontravam-se, entre outras coisas, e-mails ou resumos de conversas on-line de opositores ao regime de Muamar Kadafi. Nas paredes do centro, cartazes da empresa que fez as instalações, a Amesys, uma filial da companhia francesa Bull.1 O jornal Le Canard Enchaînérevelou posteriormente que a Direção de Inteligência Militar (DRM) francesa foi convidada a ajudar na formação de “vigilantes” líbios.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na Síria, o equipamento é norte-americano e permite ao regime de Bashar al-Assad censurar a internet e recuperar como bem lhe aprouver a identificação e as senhas dos cidadãos. O objetivo é acessar suas mensagens eletrônicas ou páginas nas redes sociais Facebook e Twitter − um instrumento particularmente eficaz para monitorar um opositor com apoios internos ou externos. As tecnologias utilizadas carregam o doce nome de Deep Packet Inspection (DPI – em português, “inspeção profunda de pacotes”).&lt;br /&gt;Normalmente, assim que um e-mail é enviado, dezenas de máquinas se encadeiam para enviá-lo ao destinatário, contentando-se apenas em observar o endereço de destino. Nenhuma delas vê o conteúdo da mensagem, restringindo-se a transmiti-la diretamente à próxima máquina. De uma em uma, o e-mail chega a seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como explica Jonathan Zittrain, especialista em direito da internet, “é mais ou menos como em uma festa de gente educada. Se você está muito longe do bar e há muita gente tentando se aproximar, você pede que seu vizinho lhe passe uma cerveja. Ele então pede ao sujeito ao lado, que está um pouco mais perto do bar, e assim por diante. No final, seu pedido chega ao bar e a cerveja volta pelo mesmo caminho. Como todo mundo é educado, ninguém bebe sua cerveja durante a operação”.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as tecnologias DPI, estabelece-se outra visão da internet, menos educada. Que tal se o vizinho resolvesse analisar seu pedido e começasse a lhe dar um sermão? Ou decidisse mudar o conteúdo de seu copo, colocando água, por exemplo, ou uma bebida mais forte? É isso que permitem as técnicas DPI: ler o conteúdo das conversas, editá-las, enviá-las a outras pessoas...&lt;br /&gt;Nesse mercado, a Amesys não está sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Qosmos, outra companhia francesa, acaba de ser denunciada pela Bloomberg. A agência de notícias norte-americana revelou que a empresa fornecia sondas DPI a um consórcio encarregado de equipar a Síria segundo o mesmo modelo da Líbia de Kadafi.4 Na China, as tecnologias DPI são o coração do grande firewall que permite ao governo censurar conversas e espionar cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Saber quem baixa o quê&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, como mostra a recente publicação de diversos documentos internos dessas empresas feita pelo site WikiLeaks, a vigilância das redes de comunicação é “uma nova indústria secreta que cobre 25 países. [...] Nas histórias de espionagem tradicionais, agências de segurança como o MI5 britânico grampeiam o telefone de uma ou duas personalidades interessantes. Na última década, sistemas de vigilância maciça e indiscriminada tornaram-se a regra”.5&lt;br /&gt;Um pouco antes, o Wall Street Journal já havia publicado mais de duzentos documentos de marketing de 36 empresas que ofereciam às autoridades antiterroristas norte-americanas ferramentas de vigilância e invasão.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, a DPI teve seu momento de glória em maio de 2006: Mark Klein, ex-técnico da AT&amp;amp;T (grande provedor de acesso à internet norte-americano), saiu do silêncio. Ele denunciou a instalação, na companhia em que trabalhava, portanto, no coração da rede de internet norte-americana, de produtos da empresa Narus. O lema da Narus: “See clearly. Act swiftly” (Ver com clareza. Agir com rapidez). Fundado em 1997, esse editor de tecnologia DPI, com seus 150 funcionários, ganhou US$ 30 milhões em 2006, sendo comprado pela Boeing em 2010. Seus produtos teriam sido instalados no Egito na época de Hosni Mubarak.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre o fluxo de informações que transita pela internet, os operadores de telecomunicações veem passar páginas eletrônicas, mensagens de e-mail, discussões em tempo real, mensagens de voz, vídeos, discussões assíncronas, dados brutos etc. A maior parte desse fluxo é feito às claras, sem criptografia. Portanto, é fácil, tanto para o hacker de domingo como para os serviços de segurança estatais, grampeá-lo.&lt;br /&gt;Mas também há atores privados interessados em tais tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operadoras de telecomunicações como a Free, a SFR e a Orange estão começando a reclamar, porque em suas redes passam massas de dados provenientes de quem não paga pelo transporte. Por exemplo, os provedores de acesso à internet (ISP) não gostam da ideia de pagar pelo tráfego dos vídeos do YouTube que são obrigados a oferecer a seus assinantes. Daí a ideia de cobrar um adicional do emissor dos dados ou do usuário final, ou então desacelerar seletivamente certos fluxos e priorizar outros. Mas, para isso, é indispensável medir com precisão o que passa pelos cabos.Da mesma forma, as operadoras de telefonia móvel decidiram, para tentar limitar custos de infraestrutura, fornecer aos usuários um acesso limitado à internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, impedem que os usuários de telefones “inteligentes” compartilhem arquivos P2P ou utilizem ferramentas de comunicação de voz ou vídeo, como o Skype. Também nesse ponto é a tecnologia DPI que permite monitorar e gerir os fluxos, alocar uma “largura de banda” superior para alguns serviços (por exemplo, os que eles editam...). Tudo isso em contradição com o conceito de “neutralidade da rede”, o qual afirma que o papel do provedor de acesso é fazer transitar indiscriminadamente todos os dados solicitados.Aplicada à navegação na web, a tecnologia DPI possibilita criar um rastro de tudo o que se faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais de marketing esfregam as mãos sonhando com a exploração dessas informações. A Orange chegou a lançar recentemente um pacote fidelidade, baseado no DPI, que propõe, com o consentimento do assinante, analisar os sites que ele visita para lhe enviar ofertas comerciais personalizadas, o que permite que os ISP tornem-se tão rentáveis como o Facebook ou o Google, desde que tais programas de fidelização-vigilância atraiam assinantes – mas basta afirmar que os dados são anônimos para tornar um produto perfeitamente comercializável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor curioso pode consultar a página Data Privacy do site GFK, grupo internacional de pesquisa de marketingque éacionista da Qosmos. Embora o site mencione, de maneira banal, os cookies dos navegadores de internet, o grupo omite a explicação de que também utiliza, para fazer o “perfil” dos visitantes de sites, uma DPI, “guardando o anonimato” graças a uma receita que só ele conhece. O GFK está presente em mais de 150 países, e não apenas nas grandes democracias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As DPI também atraem empresas detentoras de direitos de copyright que querem lutar contra o compartilhamento de arquivos “ilegais” nas redes P2P (BitTorrent) ou contra sites de download direto, como o Megaupload. Saber precisamente que internauta tenta baixar um filme ou uma música e conseguir bloquear seu acesso são coisas que só podem ser feitas com uma infraestrutura de vigilância “profunda” e difundida em todo o conjunto de pontos de troca de dados que são os ISP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro mercado natural para o DPI relaciona-se à vigilância legal. A polícia às vezes precisa grampear um indivíduo específico em uma investigação judicial, sob a supervisão de um juiz e, na França, de uma “comissão de controle de interceptações de segurança”. Mas esse é um mercado pequeno, que só toca uma parte ínfima da população. A menos que se espere um aumento drástico dos orçamentos de combate ao terrorismo, parece sensato as empresas do setor procurarem outras oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DPI e, depois, tortura&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É aí que intervêm os governos de Estados policialescos, desejosos de colocar a população inteira sob vigilância. Graças a eles, os softwares de vigilância podem ser testados em sua plenitude. Assim, a Tunísia de Zine al-Abidine ben Ali podia contar com descontos para sistemas onde ainda havia bugs,ou problemas no sistema que podem paralisar a transmissão de dados. Para a Amesys, a Líbia foi sem dúvida uma experiência do que pode (ou não) fazer seu software Eagle.8 A Alcatel opera do mesmo modo na Birmânia.9 A exploração dos dados coletados pela DPI facilita as prisões.&amp;nbsp;A tortura faz o resto, com os carrascos utilizando as boas e velhas técnicas que já conhecem e sabem que dão resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado com a presença maciça de empresas europeias nesse tipo de mercado, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que proíbe a venda no exterior de sistemas de vigilância de telefonemas e mensagens SMS ou de vigilância orientada da internet, nos casos em que eles sejam utilizados para violar os princípios democráticos, cometer abusos contra os direitos humanos ou contra a liberdade de expressão.10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 1º de dezembro de 2011, o Conselho da União Europeia, endurecendo as medidas restritivas contra o regime sírio, proibiu “a exportação de equipamentos e softwares de vigilância de internet e comunicações telefônicas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a exportação de produtos de vigilância continua mal enquadrada no plano jurídico. Ainda é muito fácil para os produtores atravessar as malhas da rede, principalmente com a diversidade de legislações. As autorizações concedidas pelo governo não são publicadas, e os softwares desse tipo não são considerados armas stricto sensu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Antoine Champagne&lt;br /&gt;Jornalista ( www.reflects.info )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilustração: Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Paul Sonne; Margaret Cocker, “Firms aided Libyan spies” [Empresas ajudaram espiões líbios], The Wall Street Journal, Nova York, 30 ago. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 “Des experts des services secrets français ont aidé Kadhafi à espionner les Libyens” [Especialistas do serviço secreto francês ajudaram Kadafi a espionar os líbios], Le Canard enchaîné, Paris, 7 set. 2011;e “Secret militaire sur le soutien à Kadhafi” [Segredo militar sobre o apoio a Kadafi], 12 out. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Jonathan Zittrain, “The Web as random acts of kindness” [A web como uma sequência de atos educados],conferência da Fundação TED, jul. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 “Syria crackdown gets Italy firm’s aid with U.S.-Europe spy gear” [Repressão síria ganha ajuda de empresa italiana com equipamento de espionagem norte-americano-europeu], Bloomberg, 3 nov. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 WikiLeaks, “The spy files” [Os arquivos espiões], 1º dez. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 Jennifer Valentino-Devries; Julia Angwin; Steve Stecklow, “Document trove exposes surveillance methods” [Documento expõe métodos de vigilância], The Wall Street Journal, 19 nov. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 Timothy Karr, “One U.S. corporation’s role in Egypt’s brutal crackdown” [O papel de uma companhia norte-americana na brutal repressão no Egito], The Huffington Post, 28 jan. 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 Ver o dossiê sobre a Amesys no site Reflets.info.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 Diane Lisarelli; Géraldine de Margerie, “Comment Alcatel se connecte à la junte birmane” [Como a Alcatel se conecta ao governo militar da Birmânia], Les Inrockuptibles, Paris, 26 mar. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 “Le Parlement européen interdit la vente de technologies de surveillance aux dictatures” [Parlamento Europeu proíbe a venda de tecnologias de vigilância a ditaduras], Fhimt.com, 11 out. 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4609311439911674831?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4609311439911674831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4609311439911674831&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4609311439911674831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4609311439911674831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/vigilancia-extrema-na-internet.html' title='Vigilância extrema na internet'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-3410759912774152219</id><published>2012-02-17T16:11:00.000-02:00</published><updated>2012-02-17T16:11:09.280-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Brasil já supera França em vendas de TVs conectadas, diz Sony</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=768956" target="_blank"&gt;FNDC&lt;/a&gt;16/02/2012 |&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Georgia Jordan&lt;br /&gt;Tele Síntese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabricante japonesa aposta no potencial do mercado brasileiro, onde apenas 17% têm TV de tela fina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s1600/P1000016.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s200/P1000016.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Sony é a empresa que mais cresce no mercado de televisores brasileiro, tendo duplicado as vendas em 2011 com o advento dos modelos conectados e com tecnologia 3D, e a fabricante japonesa aposta no crescimento do segmento. “O Brasil é o quinto maior mercado de TVs conectadas do mundo para a Sony, à frente da França”, disse o gerente da linha Bravia de televisores da companhia, Luciano Bottura, em entrevista ao Tele.Síntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, o Brasil é um mercado estratégico para a companhia, tendo registrado uma alta de 35% nas vendas em 2011. “O Brasil é um mercado alvo para o mundo inteiro, não tem o mesmo nível de maturidade que os EUA”, afirmou Bottura. “Apenas 17% dos lares brasileiros têm TV de tela fina, por exemplo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco da Sony no Brasil se traduz no desenvolvimento de produtos voltados para o mercado local. De um total de 26 modelos de TV produzidos na fábrica da Sony em Manaus, 22 são de TVs conectadas e 14 são 3D, e todas contam com conversor para recepção do sinal digital e com o middleware de interatividade da TV aberta, Ginga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Bottura, a empresa também é a que mais disponibiliza conteúdo nacional em sua loja de aplicativos. “Depois do YouTube, são os aplicativos da Band e do SBT que disputam o segundo lugar entre os mais usados”, disse o executivo, que afirma que o consumidor brasileiro está aprendendo os benefícios do aparelho conectado. “Estamos apenas começando a trabalhar TVs conectadas no Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o 3D deve demorar mais para se instalar no país, segundo Bottura, embora já represente 6,5% das vendas, o que deve aumentar em 2012. “Cruzamos os dedos para que, até 2014, os jogos da Copa sejam transmitidos ao vivo em 3D, como já aconteceu com o Carnaval no ano passado e a final da Liga dos Campeões e de Wimbledon. Isso impulsionaria muito a venda dos aparelhos 3D”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-3410759912774152219?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/3410759912774152219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=3410759912774152219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3410759912774152219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3410759912774152219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/brasil-ja-supera-franca-em-vendas-de.html' title='Brasil já supera França em vendas de TVs conectadas, diz Sony'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s72-c/P1000016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-1182401094540081165</id><published>2012-02-16T14:03:00.002-02:00</published><updated>2012-02-16T14:07:25.401-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Teles manobram para controlar entidade aferidora de qualidade da banda larga</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=767230"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10/02/2012 |&lt;br /&gt;Luiz QueirozConvergência Digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Está em curso uma contratação que pode ir contra os interesses dos consumidores brasileiros dos serviços de banda larga que, se não conta com a anuência prévia da Anatel, pelo menos, vem sendo articulada através da sua omissão. Uma espécie de 'licitação', promovida pelo SindiTelebrasil - sindicato que representa as empresas do setor de telefonia - deverá ser concluída até o próximo dia 29 para a contratação de uma "entidade aferidora da qualidade da banda larga".&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gIeZDkRXunk/S-NXInbUWEI/AAAAAAAAALU/hiwtitGTgJ8/s1600/bandalarga.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://3.bp.blogspot.com/-gIeZDkRXunk/S-NXInbUWEI/AAAAAAAAALU/hiwtitGTgJ8/s200/bandalarga.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;E há fortes indícios que a ABR Telecom - uma entidade organizada pelas próprias empresas de telefonia para realizar a portabilidade numérica na telefonia fixa e móvel - será a escolhida nesse processo de licitação para vigiar a qualidade da banda larga brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A licitação em si já causa estranheza, pois o processo de escolha não está sendo feito pelo órgão regulador, no caso, a Anatel. A decisão de delegar poderes ao SindiTelebrasil para contratar a entidade aferidora da qualidade da banda larga foi aprovada pelo Conselho Diretor da Anatel, em outubro do ano passado, quando anunciou ao público o novo Regulamento de Gestão da Qualidade no Serviço de Comunicação Multimídia.Apenas cinco empresas entregaram propostas para prestação do serviço ao SindiTelebrasil: ABR Telecom;NIC.Br; PwC - PricewaterhouseCoopers Corporate Finance Recovery Ltda e ISPM Serviço de Informática. Os valores, suas planilhas de custo, especificações do software que irá medir a qualidade da banda larga entre outros documentos não são públicos.&amp;nbsp;O SindiTelebrasil alegou que tratam-se de "informações sigilosas" em recente entrevista ao portal Teletime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Convite suspeito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As suspeitas que a licitação estaria sendo dirigida para a ABR Telecom começaram a surgir em outras entidades que também desejam aferir a qualidade da banda larga brasileira, quando elas receberam um 'convite' para uma reunião na Anatel, agendada para o dia 9 de dezembro do ano passado nas dependências da agência.Estranhamente o convite para a reunião não partiu da Anatel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi feito pelo coordenador do Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), Bruno Ramos, nomeado em 16 de novembro do ano passado pelo Superintendente de Serviços Privados, Dirceu Baraviera.Partiu de Luiz Carlos Peçanha Araújo, atual presidente do Conselho da ABR Telecom - segundo informações do site desta entidade - que na ocasião se apresentou aos demais interessados no negócio como sendo "representante" da empresa TIM no âmbito do GIPAQ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No convite, ele inclusive pede que se os interessados desejarem informações complementares, que se comuniquem com ele por celular ou com o executivo José Leça, apontado como "representante" da Vivo/Telefônica no GIPAQ.O portal Convergência Digital teve acesso através de fontes da Anatel a uma cópia contendo o teor desse convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa cópia foi endereçada à Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos do NIC.br, entidade que também tem interesse em prestar o serviço de aferição da qualidade da banda larga, mas que pode estar sendo excluída do processo com um eventual direcionamento da licitação para a ABR Telecom.O NIC.br já presta o serviço de medição da qualidade através do software SIMET - que mede a velocidade da conexão com a Internet dos usuários. Ele disponibilizado gratuitamente no próprio site da Anatel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estratégias Comerciais&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda estabelecida para os debates na reunião marcada para ocorrer nas dependências da Anatel entre os interessados na prestação do serviço de medição de qualidade também chama a atenção. Quem estivesse interessado no negócio teria de apresentar em 30 minutos um esboço do seu plano de negócios além de qualificações e habilidades técnicas. Dentro dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Como estará estruturado para executar as atividades e processos previstos no RGQ-SCM e no RGQ-SMP (regulamentos de qualidade tanto para o Serviço de Comunicação Multimídia-SCM e o Srviço Móvel Pessoal-SMP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Detalhar se já dispõe de algum software desenvolvido ou em fase de desenvolvimento que poderá ser disponibilizado até 29 de fevereiro de 2012 para fins de atendimento ao disposto no RGQ-SCM. Nesta mesma linha o interessado deve indicar seus recursos, parcerias (inclusive indicando o interesse em formar consórcios ou realizar subcontratações) e cronograma de desenvolvimento da versão final do software.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Detalhar como procederá a manutenção e atualização do referido software.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Detalhar como pretende atuar em termos de governança, mencionando, dentre outras informações, sua estrutura para realizar as atividades de controle operacional e financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Abordar como pretende executar os processos de aferição dos indicadores de rede do SCM e dos indicadores de taxa de transmissão instantânea e média do SMP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso esse processo de reunião prévia porque enseja uma questão jamais vista em licitações, sejam públicas ou privadas: Por que empresas concorrentes se reuniriam nas dependências de uma agência reguldora, para revelarem entre si seus modelos de negócios e suas habilidades técnicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que uma empresa participe de uma licitação pública ou privada e monte a sua estratégia de negócio, primeiro ela precisa conhecer o que o governo ou determinada empresa privada (no caso o SindiTelebrasil) deseja comprar em termos de serviço. E isso teria de estar explícito num edital ou termo de referência que tivesse conhecimento previamente. No caso em questão o caminho foi inverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas diriam o que tem para oferecer, para somente depois ser montado um edital de licitação ou termo de referência.A Anatel somente publicou em seu site os seus requisitos e especificações técnicas, além de outras exigências, no dia 18 de janeiro de 2012. Mais de um mês após a realização da fatídica reunião entre entidades e empresas interessadas em explorar o negócio, que ocorreu nas dependências da agência reguladora. A decisão final, com o anúncio do vencedor está marcada para o próximo dia 29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.convergenciadigital.com.br/inf/carta_eaq_nicbr.doc" target="_blank"&gt;Veja a íntegra da carta&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-1182401094540081165?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/1182401094540081165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=1182401094540081165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1182401094540081165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1182401094540081165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/teles-manobram-para-controlar-entidade.html' title='Teles manobram para controlar entidade aferidora de qualidade da banda larga'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gIeZDkRXunk/S-NXInbUWEI/AAAAAAAAALU/hiwtitGTgJ8/s72-c/bandalarga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-1935193314236767178</id><published>2012-02-08T00:55:00.002-02:00</published><updated>2012-02-08T00:57:26.796-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Luta pela audiência</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/internacional/tv-espera-que-nova-safra-de-programas-de-jogos-interativos-atraia-a-geracao-facebook/" target="_blank"&gt;Carta Capital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TV espera que nova safra de programas de jogos interativos atraia a geração Facebook&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Facebook1-300x157.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="104" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Facebook1-300x157.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os programas de jogos interativos ao vivo, em que os espectadores competem com adversários na tela, são a chave para convencer a geração Facebook a assistir televisão, segundo especialistas da indústria.&lt;br /&gt;As produtoras britânicas estão na vanguarda do uso de novas tecnologias para criar programas interativos capazes de concorrer com as inúmeras distrações das redes sociais, sites de jogos de computador e até comida e bebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matt Millar, executivo-chefe da Tellybug, um serviço tecnológico que desenvolveu o aplicativo para celular “tap-to-clap” [toque para aplaudir] para os programas Britain’s Got Talent e The X Factor (que permite que você dê nota aos números apresentados tocando na tela), disse em uma reunião do Westminster Media Forum na semana passada: “Aprendemos que as pessoas preferem assistir TV e não jogar online. Pense no estado em que elas estão. Faça a coisa simples. Se as pessoas têm um smartphone e uma garrafa de cerveja sobre a mesa, você está competindo com a garrafa de cerveja.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ações na bolsa, qual será o futuro do Facebook?Internet é o presente… e o futuro?Cercas no ciberespaço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mark Cullen, do ETV Media Group, acrescentou que a televisão da corrente dominante geralmente cobrava dos espectadores para votar em The X Factor, Britain’s Got Talent e Dancing on Ice, quando pelo Facebook isso pode ser gratuito. “Eles precisam mudar de hábitos. O valor real está nos dados que eles coletam, construindo um banco de dados, clubes de afinidade”, afirmou Cullen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Flynn, que criou The Million Pound Drop, um teste de dez perguntas com múltiplas opções de respostas jogado por casais, vendido para 34 países, disse: “Na Grã-Bretanha, continuamos na vanguarda da tecnologia. É importante ficarmos lá. Nós lideramos o mundo na criação de formatos de TV.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Million Pound Drop, apresentado por Davina McCall, deu início ao fenômeno interativo para o Channel 4 em 2010 e gerou 11 milhões de jogos. Hoje o Canal 4 está trazendo de volta seu programa irmão, The Bank Job — um novo jogo ambientado em um cofre da City de Londres –, para uma longa temporada a partir de 17 de fevereiro. Sua temporada de teste, no início de janeiro, se revelou um grande sucesso com o público online e grupos chaves de espectadores de TV, incluindo homens de menos de 40 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um painel inicial de quatro concorrentes compete para responder a perguntas que abrirão caixas do cofre cheias de dinheiro. A primeira pergunta do primeiro programa do mês passado, apresentado por George Lamb, deu o tom: “Que cantor bateu seu carro em Snappy Snaps quando estava sob o efeito da maconha?”&lt;br /&gt;Mas o que torna o programa uma propriedade tão atrativa é que ele obteve 5,64 milhões de jogos online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flynn, que, como diretor-gerente adjunto da Remarkable Television, parte da Endemol, produtora do Big Brother, também é o líder da equipe criativa por trás de The Bank Job, disse: “O que nós fazemos é pegar impulsos humanos reais e torná-los possíveis”. Ele disse que havia lições claras em incorporar a interatividade ao vivo aos programas, o que todas as emissoras estão tentando fazer, mas advertiu: “Precisa parecer natural, e não um apêndice.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas sempre gostaram de gritar respostas para a TV, mas hoje estão armadas de smartphones, laptops e tablets. “Nem sempre assistimos à TV com alguém, mas podemos jogar com estranhos no Facebook ou com amigos”, destacou Flynn. Cerca de 12,4% dos 2,5 milhões de espectadores de The Million Pound Drop jogam em seus laptops. Outros pesquisam no Google para encontrar as respostas certas.&lt;br /&gt;The Bank Job foi lançado como um jogo online em vez de programa de tevê em dezembro passado, e é a única maneira de um concorrente se candidatar para a versão ao vivo na televisão: você precisa jogar para destravar o formulário de inscrição e ter notas de grande mestre para se qualificar como um possível concorrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente, cerca de 4 mil jogos foram utilizados por dia. Quando o Canal 4 anunciou a nova série, duas semanas atrás, o número saltou para 8 mil. Algumas pessoas estão jogando dez jogos, enquanto até 160 mil jogam online durante o programa.&lt;br /&gt;Como os concorrentes são solicitados a dar seu nome, sexo e endereço, o Canal 4 também está colhendo informação comercial importante para os anunciantes. O executivo-chefe David Abraham chama esses dados de “o novo petróleo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flynn disse que quando os espectadores tuitaram que o primeiro episódio de The Million Pound Drop, em maio de 2010, era lento demais, eles o aceleraram. The Bank Job, que conseguiu audiências relativamente modestas na TV — cerca de 1,2 milhão de assistentes –, também reagirá às críticas incorporando mudanças na próxima série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro desenvolvimento que impressionou o mundo da publicidade, os comerciais de The Bank Job adotaram uma faixa rolante (“ticker”) ao vivo embaixo da tela, onde aparece informação sobre quem está jogando e os nomes dos melhores jogadores online. Até agora isso era considerado uma distração inaceitável. “Nós assumimos um risco enorme”, disse Flynn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a equipe de vendas de publicidade do Canal 4 descobriu que os comerciais temáticos aumentam o envolvimento dos espectadores em 80%, por isso as pessoas têm menor probabilidade de se distrair — e não podem avançar rapidamente os anúncios ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Remarkable agora vai aplicar as lições do programa de jogo a um formato factual novo, combinando a participação do público ao vivo com “uma questão social realmente grande”.&lt;br /&gt;Entretanto, no mundo selvagem da televisão, Flynn não pode contar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais &lt;a href="http://guardian.co.uk/"&gt;guardian.co.uk&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-1935193314236767178?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/1935193314236767178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=1935193314236767178&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1935193314236767178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1935193314236767178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/luta-pela-audiencia.html' title='Luta pela audiência'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4333081347013355984</id><published>2012-02-07T17:52:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T17:53:03.319-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Conteúdos Interativos para TV Digital</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=765922" target="_blank"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/02/2012 |&lt;br /&gt;RedaçãoCampusLabs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s1600/P1000016.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s200/P1000016.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O concurso irá selecionar os melhores projetos desenvolvidos para TV Digital (SBTVD), na área de conteúdos audiovisuais digitais que utilizem o middleware Ginga e ofereçam recursos interativos para o telespectador.O concurso irá selecionar os melhores projetos desenvolvidos para TV Digital (SBTVD), aberta e gratuita, na área de conteúdos audiovisuais digitais que utilizem o middleware Ginga e ofereçam recursos interativos para o telespectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os projetos serão aceitos nas categorias produto audiovisual, digital interativo e roteiro audiovisual digital interativo. O campuseiro poderá desenvolver conteúdos de ficção ou programas de realidade em diferentes áreas temáticas (informação, cultura, entretenimento, educação à distância, justiça, saúde, meio ambiente, cidadania, etc.), com a possibilidade de ser voltado à multiplataformas.Os campuseiros deverão fazer suas inscrições a partir das 00h01 do dia 06 de fevereiro de 2012 encerrando-se às 23h59 do dia 10 de fevereiro de 2012. No caso de envio do link do post, este deverá ser feito a partir das 00h01 do dia 07 de fevereiro de 2012 até às 23h59 do dia 09 de fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categorias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categoria Produto - O candidato deverá fazer um documento em formato PDF constando o link do vídeo no Youtube, seu nome completo, RG, e-mail, telefones para contato e número de inscrição na Campus Party Brasil 2012.Categoria Projeto - O candidato deverá fazer um documento em formato PDF constando o roteiro audiovisual finalizado, seu nome completo, RG, e-mail, telefones para contato e número de inscrição na Campus Party Brasil 2012.Os projetos serão analisados e julgados no dia 11 de Fevereiro de 2012 por uma banca formada pelos seguintes jurados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• André Terra, curador da Semana de TV Digital da CPBR5,&lt;br /&gt;• Dra. Cosette Castro, pesquisadora em Comunicação e TV Digital&lt;br /&gt;• Salustiano Fagundes, diretor da HXD Interactive Television&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia de premiação acontecerá no dia 11 de fevereiro de 2012 às 20h15 no Palco Polivalente da Campus Party Brasil 2012, no centro de exposições do Anhembí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores na categoria PRODUTO concorrerão a um Tablet PLAYBOOK de 16GB da marca Blackberry para o primeiro lugar e a uma entrada para a Campus Party 2013 (válida para todos os dias do evento excluindo-se barraca e alimentação) para o segundo lugar.Os vencedores da categoria PROJETO concorrerão a um (1) vale prêmio da Nokia, que dará direito a um celular Nokia Lumia 800 (tão logo ele seja lançado no mercado brasileiro) para o primeiro lugar e uma entrada para a Campus Party 2013 (válida para todos os dias do evento excluindo-se barraca e alimentação) para o segundo lugar.Perí­odoPerí­odo inicial : 05-02-2012, 15:23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de entrega : 10-02-2012, 23:00&lt;br /&gt;Reunião do Júri : 11-02-2012, 15:00&lt;br /&gt;Prêmios1º Produto: Tablet Blackberry - Play Book 16GB&lt;br /&gt;1º Projeto: Nokia Lumia 800&lt;br /&gt;2º Produto y Projeto: Entrada Campus Party 2013Termos legais -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver basesInformações: www.campus-labs.com/webapp/reto/ver/CPLabsTV?lang=pt_BR&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4333081347013355984?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4333081347013355984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4333081347013355984&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4333081347013355984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4333081347013355984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/conteudos-interativos-para-tv-digital.html' title='Conteúdos Interativos para TV Digital'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s72-c/P1000016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6979709593782299818</id><published>2012-02-05T17:03:00.000-02:00</published><updated>2012-02-05T17:04:39.988-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>A quem pertence a internet?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;dl style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: xx-small; line-height: 11px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;dt style="font-family: Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-weight: bold; margin-bottom: -13px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;01/02/2012 |&lt;/dt&gt;&lt;dd style="margin-bottom: 2px; margin-left: 68px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Eduardo Sales de Lima&lt;/dd&gt;&lt;dd style="margin-bottom: 2px; margin-left: 68px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Brasil de Fato&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;i style="background-color: transparent;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong&gt;Conjunto de propostas de leis cercam a liberdade de expressão e ampliam o poder da “indústria dos copyrights” e dos Estados Unidos sobre a internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTKrkzLQ0AOmFxGbkDm9uaRBh3R9P26wLLprY1cF3YBJWywwe9cUutUsBE_hw" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTKrkzLQ0AOmFxGbkDm9uaRBh3R9P26wLLprY1cF3YBJWywwe9cUutUsBE_hw" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Pressão da sociedade e falta de apoio no Congresso estadunidense causaram o adiamento da votação do Sopa (Stop On-line Piracy Act – Pare com a pirataria on-line, em tradução livre) e do Pipa (Protect IP Act – Ato pela proteção da Propriedade Intelectual) em prazo indefinido. As duas propostas visam bloquear o acesso a sites e aplicações na internet que sejam consideradas violadoras da propriedade intelectual estadunidense. Em outros termos, poderão influir no próprio caráter de compartilhamento livre de informação.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;“A sociedade estadunidense está insatisfeita com o Congresso e a percepção é que congressistas só ouvem o lobby [da indústria do copyright] e não o interesse público. Hoje apenas 9% dos americanos aprovam o trabalho do Congresso, uma baixa histórica. O Sopa e o Pipa, são exemplos de medidas que justificam essa desaprovação”, afirma Ronaldo Lemos, da Universidade de Princenton e apresentador do Mod MTV.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;No início de janeiro, em uma entrevista à TV pública espanhola, o sociólogo Manuel Castells salientava que “conservar o poder requer manter o máximo controle possível sobre a informação, e assegurar, sobretudo, que os canais de comunicação sejam verticais”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;A “indústria dos copyright (dos direitos autorais referentes a filmes, músicas e livros)”, percebeu que não adiantava dizer que é crime compartilhar informações para manter seu poder, como lembrou Castells. “Se eles não conseguem intimidar o cidadão, querem criar um tipo de um bloqueio a Cuba no ciberespaço.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Eles perceberam que têm que agir nos provedores da rede, nos provedores de conexão”, afirma o sociólogo e consultor em comunicação e tecnologia, Sérgio Amadeu da Silveira.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Apesar do adiamento da votação desses projetos de lei figurar como uma vitória parcial da sociedade civil, o governo de Barack Obama sinalizou que está à disposição do lobby da “indústria do copyright” ao fechar o site Megaupload. Kim Schmitz, o fundador da empresa, mais três executivos foram presos preventivamente no dia 20 janeiro na capital da Nova Zelândia, Auckland, onde vivem, e aguardam a tramitação de seus processos de extradição nos Estados Unidos. São acusados de praticar pirataria.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong&gt;Ultrapassados&lt;/strong&gt;Por trás de tais leis existe um conjunto de empresas que tentam forçar uma “lógica do século 20”, que as beneficia. “Se um jovem tem 3 mil músicas no pen drive, é porque ele pode baixá-las. A indústria fonográfica faz um cálculo errôneo de que ‘3 mil multiplicado por uma certa quantia de dólares é o lucro que ela teria’. Se ele tivesse que pagar, ele não iria baixar 3 mil músicas”, explica Marcelo Branco.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Dessa forma, a “indústria do copyright”, como a associação dos grandes estúdios de cinema, a indústria fonográfica, além da Adobe, Apple e Microsoft defendem uma legislação de acumulação de capital levada a cabo no século 20. Como lembra Marcelo Branco, até então havia um criador, o músico, o compositor ou um desenvolvedor de software, que estavam ligados a todo um processo fabril-industrial e que prensava fisicamente o bem cultural, o vinil, o CD, o livro. E essa produção era extremamente cara, e depois ainda havia a distribuição.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;O criador e o varejo, as duas pontas da cadeia produtiva do modelo anterior não eram os beneficiários, e sim os intermediários, que tinham a tecnologia para fazer a cópia e o monopólio da distribuição. “Mas no cenário da internet não existe mais o processo fabril. O produto intelectual, seja um livro de poesia ou uma música não tem mais essa intermediação e se estabelece uma relação direta entre o produtor intelectual com o público e a internet como passou a ser um obstáculo no modelo de acumulação dessas empresas”, assevera Marcelo Branco.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong&gt;Prática&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pressão do Congresso sobre Obama vem tanto de democratas&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Com a aprovação dessas leis no Congresso estadunidense, a cultura da comunicação compartilhada sofreria um retrocesso. “Se eu publicar um conteúdo do G1(agência de notícias) no Facebook, protegido pelo copyright, eu e essa rede social seremos os responsáveis. No caso do Wikipedia, vários links apontam para outros conteúdos com copyright, mas em vez de prejudicar, beneficiam essas pessoas, pois divulgam seu trabalho”, afirma Marcelo Branco, da Associação Software Livre.org.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Fato é que com o endurecimento da legislação por lá, nenhuma empresa sediada nos Estados Unidos poderá permitir o acesso a um número de IP (protocolo de internet) ou a um domínio de um site acusado de “roubar” informações protegidas de cidadãos ou corporações estadunidenses, sob pena de ser considerado cúmplice.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;No caso de sites que abrigam conteúdo protegido por copyright, o projeto de lei exige que, em cinco dias, todas as referências a eles sejam apagadas no Google e o Yahoo, e também nos links do Wikipedia. Os provedores de internet, email, blogs, e redes sociais serão forçados a espionar todo conteúdo publicado por seus usuários em busca de material não autorizado e, por ventura, bloqueá-los.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Nessa mesma linha, como reforça Sérgio Amadeu, se para conter o avanço do software livre em algum lugar do mundo, um laranja dessas grandes empresas acusa o GNU/Linux de violar algumas patentes, o Source Forge (repositório de códigos-fonte) poderá bloquear o acesso às páginas do projeto e o Google deixará de inserir a palavra Linux em suas buscas, a Wikipedia deverá apagar os links que remetam para os sites vinculados ao sistema operacional livre, e os bancos deverão bloquear os recursos financeiros e suspender a conta da comunidade Linux. O destaque é que o Sopa avança no campo do vigilantismo ao responsabilizar o intermediário pelo conteúdo de seu usuário. “O papel do provedor, seja Terra, é justamente garantir a privacidade de informação de seus clientes e não o contrário. A Lei do Azeredo (apelidada de “AI-5 digital”) era isso, o papel de polícia era transferido ao provedor, de vigiar seus clientes e tirar do ar o site”, critica Marcelo Branco.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Na Europa, a Lei Sinde, na Espanha e a Hadopi, na França, já são uma realidade que fere os direitos civis. A Hadopi obriga os provedores a desconectar a pessoa que compartilha arquivos sem autorização e a violou três vezes. A Lei Sinde permite ao governo espanhol até mesmo atuar contra provedores de conteúdo e acesso.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong&gt;Geopolítica&lt;/strong&gt;Para Ronado Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, o Sopa e o Pipa vão muito além das leis Sinde e Hadopi, pois afetam a própria estrutura da rede e promove a “balcanização” da rede. “Se outros países seguem na mesma linha, a internet deixa de ser uma rede internacional e se torna uma rede diferente em cada país. Além disso, a aprovação do Sopa é um exercício de poder geopolítico dos EUA, para proteger uma indústria específica: Hollywood e as gravadoras. Nesse sentido, um fator que pode evitar que o modelo se espalhe é que a adoção de leis semelhantes ao Sopa por outros países seria contrária ao seu próprio interesse e serviria apenas para fortalecer o desbalanço de poder com relação aos EUA”, explica Lemos, que também é apresentador do programa de tendências em tecnologia digital Mod MTV, e diretor do Creative Commons Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Assim, essas leis, além de afetar profundamente a liberdade de expressão na internet, dado que os Estados Unidos concentram a maior parte da infraestrutura da rede e quase todos os serviços e sites utilizados massivamente ao redor do mundo, como Youtube, Facebook, WordPress, Google, Twitter, uma legislação de tal tipo provocará um impacto muito mais abrangente. “A questão principal é que se o Sopa for aprovado, a geopolítica da rede muda. O poder sobre a internet passa a ficar concentrado nos EUA, que podem decidir unilateralmente pela retirada de sites do ar, sem haver sequer um controle prévio pelo judiciário”, reforça Lemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Uma reação poderá ser, segundo o diretor do Creative Commons Brasil, o surgimento de redes dentro da rede, criadas por hackers para fugir do controle e dos novos protocolos e infraestruturas mais difíceis de controlar. “O problema é que, com isso, a rede começa a se desintegrar e iniciativas legítimas de outros países como o Brasil saem prejudicadas, com um fluxo de usuários partindo para essas redes informais. É o tipo de medida que não resolve o problema e, ao contrário, piora a questão ao desvirtuar a ideia do que é a internet”, explica Ronaldo Lemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Especificamente sobre essa concentração da infraestrutura na internet nos Estados Unidos, o governo brasileiro defende nas Cúpulas de Sociedade da Informação (2003, em Genebra e 2005, em Túnis) que o servidor-raiz (que distribui os endereços na internet e está no estado da Califórnia) seja alocado em um país neutro e sob a legislação internacional e que a governança da internet não seja mais submetida ao Departamento de Comércio Americano.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong&gt;Comércio&lt;/strong&gt;Também do ponto de vista comercial, tal proposta de legislação é carregada de malefícios que concentram o poder econômico. “Nos últimos 15 anos houve uma explosão de inovação e novos serviços, do Youtube ao Facebook. Isso foi possível porque a lei dos Estados Unidos dava a segurança e proteção necessária ao empreendedor. Se o Sopa for aprovado, a inovação sai penalizada: qualquer nova iniciativa na rede vai precisar da autorização permanente da indústria pré-internet, especialmente de Hollywood e das gravadoras, hoje os maiores defensores do Sopa. E nesse sentido, o Sopa não traz nenhum benefício ao usuário, apenas à indústria”, pontua Ronaldo Lemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, 'MS Sans Serif', 'Sans Serif'; font-size: x-small; line-height: 13px; margin-bottom: 10px; text-align: -webkit-left;"&gt;Se aprovada, a competição ficará reduzida e países como o Brasil, que são justamente o alvo do projeto, terão seus empreendedores impedidos de criarem um novo site voltado para o mercado global e podem ser penalizados pelos EUA e terem seu site removido do ar sem aviso prévio. “O Sopa cria um novo tipo de barreira comercial, voltada para a internet, discriminando sites localizados fora dos EUA”, conclui Lemos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6979709593782299818?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6979709593782299818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6979709593782299818&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6979709593782299818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6979709593782299818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/02/quem-pertence-internet.html' title='A quem pertence a internet?'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2872248133458624788</id><published>2012-01-20T18:01:00.001-02:00</published><updated>2012-01-27T01:49:02.086-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>O futuro da TV aberta no Brasil 2</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Atualizada&amp;nbsp;em 27/01/12 às 01h42.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JI_Zh9ZcXrE/S8fU1FTvIWI/AAAAAAAAAKc/7fmE7uCcXj4/s1600/comercial+de+tv.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-JI_Zh9ZcXrE/S8fU1FTvIWI/AAAAAAAAAKc/7fmE7uCcXj4/s1600/comercial+de+tv.png" /&gt;&lt;/a&gt;Em postagem anterior, já havia tratado sobre o futuro das emissoras de TV aberta no Brasil (&lt;a href="http://www.convergenciamidiatica.com.br/2010/04/o-futuro-da-tv-aberta-no-brasil.html"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;) e os prognósticos apresentados naquele texto estão se tornando mais&amp;nbsp;visíveis por meio de várias notícias veiculadas na imprensa geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto anterior, afirmamos que, em um futuro próximo,&amp;nbsp;veríamos&amp;nbsp;as emissoras de televisão tentarem se adequar às novas demandas da audiência e aos desafios impostos pelos dispositivos móveis, TV paga e banda larga de algumas formas, entre elas: o&amp;nbsp;corte de custos e fusões e aquisições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de SBT e da RedeTV!, ao que parece, estes prognósticos estão se concretizando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.brasil247.com.br/pt/247/midiatech/30566/Devendo-R$-100-mi-e-sem-Ibope-Rede-TV!-naufraga.htm"&gt;Devendo R$ 100 mi e sem Ibope, Rede TV! naufraga&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://brasil247.com/pt/247/midiatech/36892/Eike-Batista-est%C3%A1-de-olho-no-SBT-de-Silvio-Santos.htm"&gt;Eike Batista está de olho no SBT, de Silvio Santos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda com alguma gordura para queimar, Silvio Santos vem se desfazendo de empresas do grupo mantendo o SBT como segunda emissora em audiência no país.&amp;nbsp;Entretanto, a RedeTV!, com apenas 12 anos de história a situação é mais grave. RedeTV! está a quatro meses sem a concessão para atuar, pois não consegue a certidão negativa da Receita Federal e do INSS. Em recente informação noticiada pelo site portal R7, a justiça determinou que a RedeTV! assuma a dívida do FGTS da extinta TV Manchete junto aos funcionários daquela emissora. Estima-se que a dívida chegue a R$ 100 milhões de reais. (&lt;a href="http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/rede-tv-tera-de-pagar-fgts-a-ex-funcionarios-da-manchete-20120126.html?question=0"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;). Esta decisão pode selar o destino da emissora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas empresas adotaram a redução de custos em suas produções e na redução dos salários de funcionários como estratégia, mas não foi o suficiente. Agora, rumores dão conta de que há interessados na compra das duas emissoras. O empresário Eike Batista interessado no SBT e um grupo americano chamado Global Eagle, supostamente ligado à MGM, interessado na RedeTV!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como venho afirmando, a TV aberta&amp;nbsp;brasileira&amp;nbsp;interessa muito aos grandes conglomerados de comunicação. o Brasil é o sétimo mercado mundial em publicidade, vem obtendo crescimento econômico, melhor distribuição de renda, ocupa hoje a 6ª colocação entre as potências econômicas e uma empresa de comunicação familiar sem pertencer a um grupo maior de comunicação não se sustenta. Esse é o caso de todas as emissoras no Brasil. Uma coisa é fato, concordem ou não os gestores das emissoras nacionais, o modelo de negócios da TV aberta no Brasil não sustenta mais o tamanho da estrutura das emissoras, e ainda nem mencionamos as empresas de telefonia que estão&amp;nbsp;pressionando&amp;nbsp;o Governo Federal pelo uso da faixa de 700 Mhz, &amp;nbsp;utilizadas atualmente para a TV analógica, para utilização da telefonia celular 4G.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro em breve veremos uma luta ser travava no Congresso Nacional, o aumento ou total exclusão de limites à participação do capital estrangeiro nas empresas de radiodifusão. Para isto, é preciso uma mudança na Legislação atual. Alguém duvida que isto possa ocorrer?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2872248133458624788?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2872248133458624788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2872248133458624788&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2872248133458624788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2872248133458624788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/o-futuro-da-tv-aberta-no-brasil-2.html' title='O futuro da TV aberta no Brasil 2'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JI_Zh9ZcXrE/S8fU1FTvIWI/AAAAAAAAAKc/7fmE7uCcXj4/s72-c/comercial+de+tv.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-488454236441836169</id><published>2012-01-18T17:27:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T17:27:00.297-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Os motivos da decadência do Orkut</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/os-caminhos-da-decadencia-do-orkut/"&gt;Carta Capital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Foto: idem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Orkut1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="134" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Orkut1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Foi a primeira febre no Brasil. De repente, a turma formada dez anos antes poderia trocar ideias, atualizar as novidades, combinar reencontros e acompanhar os últimos melhores momentos da vida de casa um por meio de álbuns de fotos e mensagens compartilhadas em comunidades temáticas. A maior prova de afeto era quando alguém abria o computador e lia um novo testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligado ao Google, o até então maior site de relacionamento da internet viveu seu auge entre 2004 e 2008. A partir de então, experimentou uma decadência anunciada já acusada por números de usuários – e pela assiduidade de quem ainda mantém conta no antigo site favorito.&amp;nbsp;O declínio do império tem nome, mas demorou a se consolidar. Ainda em 2008, seu primeiro ano sob o domínio “.br”, o Facebook tinha apenas 209 mil usuários no Brasil. Um arranhão perto dos milhões ainda sob o efeito da “Cultura do Orkut”.&amp;nbsp;Aos poucos, a situação mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quatro anos, a cria de Mark Zuckerberg conseguiu vencer a resistência brasileira com um ritmo de crescimento pungente (192% de dezembro de 2010 a dezembro de 2011). Se firmando, em dezembro, como a maior rede social em usuários únicos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente com 36,1 milhões de usuários, o Facebook triplicou em tamanho sua audiência e cresceu sete vezes em engajamento para assumir a posição de liderança no mercado brasileiro, segundo os últimos dados da consultoria em redes sociais comScore.No último mês de 2011, o usuário do Facebook passava 4,8 horas mensais, em média no site – em dezembro de 2010, o tempo gasto era de apenas 37 minutos. No mesmo período, foram consumidas uma média de 500 páginas de conteúdo no site, que foi visitado cerca de 27 vezes pelo mesmo usuário durante dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vantagem que virou desvantagem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecido por seu domínio no mercado brasileiro, o Orkut jamais conseguiu repetir o sucesso, que fez no Brasil, internacionalmente – apenas na Índia e no Brasil a rede possui a maioria dos usuários locais. Em parte porque, segundo o Google, o perfil do usuário do Orkut é um retrato fiel do Brasil. “Possui todas as classes sociais, de todos os lugares do país”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Alex Banks, diretor-executivo da comScore, o fato de ser um produto quase exclusivamente brasileiro tornou-se um ponto negativo para o Orkut. É como se as fronteiras tivesse tornado o produto pequeno demais para quem vive no País, que, com o crescimento da classe média brasileira e do turismo internacional, passa a procurar referências de fora justamente num site com ramificações em vários países. “Com a classe média crescendo e viajando mais para outros países é normal que haja mais interesse do brasileiro em fazer parte de uma rede que permita a ele manter contatos com estrangeiros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, um fator que contribui para o crescimento do Facebook é o peso de sua marca. Segundo Banks, é mais provável que um usuário que acessa a Internet pela primeira vez faça um perfil no Facebook do que no Orkut. “Hoje, a marca Facebook, além de internacional, é mais forte. Hollywood não fez filme sobre Orkut, fez sobre o Facebook”, afirma.Para a especialista em Mídias Digitais da USP, Elizabeth Saad, o declínio do Orkut explica-se como o fim de um ciclo de predomínio. “Toda inovação tecnológica possui um ciclo, e os pioneiros geralmente sofrem. Os concorrentes que surgem depois, como o Facebook, esperam os efeitos-teste do pioneiro, para depois entrarem no mercado. Se o pioneiro não se recicla, ele tende a desaparecer”, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cultura Orkut&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engana-se, porém, quem se apressa em dizer que o Orkut está morto. Com 34,4 milhões de usuários, a rede ainda é muito usada e abrangente em todo o País, principalmente fora da região Sudeste.“No médio prazo, é muito difícil de o Orkut voltar a lidera o mercado brasileiro. Ao mesmo tempo, a “cultura Orkut” que se criou no Brasil depois de anos de supremacia e uso desta rede não vai desaparecer tão cedo”, afirma Banks.O consultor explica que a região sudeste foi apenas a percussora de uma tendência e que outras regiões do País também devem passar a utilizar o Facebook. “O Sudeste foi, sem dúvida, a região onde a ascensão do Facebook ao topo da categoria começou. Há um ano, esta região representava 75% das visitas. Agora, representa apenas metade das visitas do Facebook no Brasil. Isso demonstra a adoção generalizada do site em todo o País”, conclui Banks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Google+&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser uma prioridade do Google Mundial, o Orkut passou a ter concorrente, a partir de julho do ano passado, dentro da própria casa. O Google + é hoje a principal aposta mundial da empresa.Segundo o Google, o objetivo da nova rede é compartilhar informações na internet da maneira parecida com a vida real. “Você divide coisas diferentes com pessoas diferentes. Nós começamos este projeto para ver se a gente conseguiria criar um modo melhor de se conectar com as diferentes pessoas que existem nas nossas vidas”, segundo a empresa.Na opinião de Elizabeth, o Google+ é um grande investimento, que utiliza o Orkut como laboratório. “O Orkut tem se esforçando por meio de melhorias. Mas penso que em médio prazo o ciclo de vida tende a decair. O próprio Google não tem o Orkut em sua estratégia global, senão, não teria criado o Google+”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente com 4,3 milhões de usuários, de acordo com dados de&amp;nbsp;dezembro&amp;nbsp;de 2011, a audiência combinada, sem duplicação, do Google+ com o Orkut alcança uma audiência de 34,9 milhões de usuários, ainda atrás do Facebook.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-488454236441836169?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/488454236441836169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=488454236441836169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/488454236441836169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/488454236441836169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/os-motivos-da-decadencia-do-orkut.html' title='Os motivos da decadência do Orkut'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Bauru - São Paulo, Brasil</georss:featurename><georss:point>-22.3148441 -49.0617709</georss:point><georss:box>-22.5498791 -49.3776279 -22.0798091 -48.7459139</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4771942274512977484</id><published>2012-01-17T16:18:00.001-02:00</published><updated>2012-01-17T16:51:17.989-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Novo decreto sobre concessão de Rádio e TV abre espaço para a programação local</title><content type='html'>Atualizada em: 17/01/12 - 16h50&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fontecom.files.wordpress.com/2010/11/po.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://fontecom.files.wordpress.com/2010/11/po.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A presidente Dilma Rouseff assinou neste 17/01, decreto para alteração do Regulamento dos Serviços de Radiodifusão, que mudará o processo licitatório para outorga dos serviços de TV e rádio. Entre as principais alterações para novas concessões estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- critérios mais rígidos para comprovar a capacidade financeira da entidade interessada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- obrigatoriedade de produção local de programas na cidade da emissora e a promoção de produções independentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- pagamento integral da outorga ainda durante o processo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- maior rigidez no prazo para que a emissora entre no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo maior do decreto, de acordo com o Ministério das Comunicações, é dificultar a entrada de entidades não qualificadas no processo licitatório, bem como a figura dos laranjas. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;*Entre as novas regras, as licitantes deverão apresentar laudos de consultorias independentes que atestem sua capacidade técnica e financeira para executar o projeto. O decreto estabelece incentivos para que as licitantes invistam em produção independente e jornalismo, o que adequa a Constituição Nacional de Estímulo ao conteúdo nacional. Essas regras não existiam no decreto que trata de radiodifusão, que é de 1963, segundo Bernardo.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;Porém, esta nova regulamentação poderá criar um novo cenário para a radiodifusão brasileira. Nos EUA, país do qual o Brasil copiou alguns pontos essenciais do modelo de negócios da TV aberta, a figura das emissoras locais de radiodifusão sempre possuíram um destaque bem maior do que as emissoras brasileiras. No Brasil, as emissoras de TV abertas regionais vinculadas às redes nacionais como, TV Globo, Band, SBT e as demais, sempre estiveram presas a uma rígida programação verticalizada. Apenas nos grandes centros, capitais ou cidades maiores do interior, há uma programação local, quase em sua totalidade com foco em programas jornalísticos ou informativos. No horário nobre a participação de programas locais na programação das afiliadas regionais é praticamente inexistente. Em estudo realizado pelo Observatório do Direito à Comunicação a partir da análise de 58 emissoras em 11 capitais brasileiras, (&lt;a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=441"&gt;veja aqui&lt;/a&gt;) verificou-se que nas emissoras analisadas, a média de tempo de programação dedicada à produção local foi de apenas 10,83%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de uma publicidade cada vez mais segmentada e personalizada, a norma do decreto que obriga a produção de programas na cidade da concessão abre espaço para que anunciantes locais invistam em uma publicidade mais focada na área de abrangência de seu negócio. A televisão é o veículo que mais atrai os investimentos em publicidade no país. 62,9% do montante gasto com publicidade em 2011 foi destinado à TV**. Contudo, para as grandes emissoras esta nova fatia do bolo publicitário pode agravar ainda mais sua gestão financeira, pois agora será possível entidades investir em emissoras locais desvinculadas das chamadas “cabeça-de-rede”. Será que veremos em breve no Brasil um rede de TV locais operando autonomamente e apenas veiculando programas de grande audiência quando pagos pelas redes nacionais? É esperar para ver, mais o futuro das emissoras locais de TV e rádio nunca esteve tão promissor no país como agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, é possível compreender porque o governo federal não trava uma batalha direta pela regulamentação dos meios de comunicação. Não será preciso se desgastar publicamente e enfrentar a fúria dos radiodifusores com um tema tão polêmico quanto este. Ao que parece, o governo está apostando na readequação do mercado audiovisual no Brasil forçado pelas rígidas regras do mercado, que não possui ideologia política nem partidária, apenas uma ideologia regida pela oferta e procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=759410"&gt;http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=759410&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;** Fonte:&amp;nbsp;Mídia&amp;nbsp;Dados 2011 -&amp;nbsp;&lt;a href="http://midiadados.digitalpages.com.br/home.aspx?edicao=3"&gt;http://midiadados.digitalpages.com.br/home.aspx?edicao=3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P&lt;a href="http://brasil247.com.br/pt/247/midiatech/36120/Em-crise-RedeTV!-pode-perder-P%C3%A2nico.htm"&gt;ROBLEMAS FINANCEIROS NA EMISSORA DO EMPRESÁRIO AMILCARE DALLEVO PODEM CAUSAR A PERDA DE SEU PROGRAMA DE MAIOR AUDIÊNCIA; CRISE NA MÍDIA TAMBÉM ATINGE OUTROS VEÍCULOS, COMO O SBT, A BAND E A RECORD, QUE VÊM DEMITINDO NOMES FAMOSOS - Jornal 247&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4771942274512977484?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4771942274512977484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4771942274512977484&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4771942274512977484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4771942274512977484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/novo-decreto-sobre-concessao-de-radio-e.html' title='Novo decreto sobre concessão de Rádio e TV abre espaço para a programação local'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-9098347638569674726</id><published>2012-01-16T16:24:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T16:24:37.019-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>TV pública com a “faca e o queijo nas mãos”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.radiomec.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/08/ebc.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="162" src="http://www.radiomec.com.br/novidades/wp-content/uploads/2011/08/ebc.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O velho ditado mineiro utilizado para expressar a hora e o momento ideal, talvez seja a melhor expressão para tipificar o atual momento da TV pública brasileira. Não que ela tenha atingido um estado de excelência em programação, ou que esteja em seu auge, mas sim pelos prognósticos que podem ser aferidos tendo em vista as políticas de comunicação que estão sendo estabelecidas para os próximos anos em meio à transição tecnológica para o sistema de televisão digital brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo importante deste momento é a decisão do governo federal em expandir a rede de TV pública por meio de um operador único. Esta iniciativa permitirá a digitalização dos canais comunitários, legislativos, judiciários e educativos a custos compartilhados em todas as capitais e em cidade com população acima de 100 mil habitantes. Com isso, a TV pública brasileira poderá investir no uso da interatividade em larga escala e fomentar a inclusão social, temas que nortearam toda a política de escolha do padrão brasileiro de TVD, mas que ainda encontra vários obstáculos para serem aplicados pelas emissoras comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista por telefone, Andre Barbosa, indicado para assumir o projeto para instaurar a figura do operador único, descreve a conjuntura atual da TV digital no Brasil e as perspectivas que se abrem para a utilização da rede nacional de TV como ferramenta para inclusão social e disponibilização de serviços interativos por parte do governo federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos desta iniciativa são maiores do que se apresentam em um primeiro momento. Em todo mundo, uma guerra entre as operadoras de telefonia celular e as emissoras de TV abertas está sendo anunciada. O prêmio maior desta batalha é a utilização do espectro.  As emissoras de televisão não querem abrir mão da faixa de 700 Mhz utilizada atualmente para as transmissões analógicas. Já as operadoras de telefonia querem esta faixa para oferecer telefonia móvel.  Esta não é uma questão brasileira. O presidente da FCC americana, Julius Genachowski, proferiu discurso na CES 2012*, feira de produtos eletro-eletrônicos, afirmando que a questão do uso do espectro é cada vez mais crítica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que as emissoras de televisão no Brasil, também terão de enfrentar essa questão. Neste contexto é que surge a oportunidade para a TV pública brasileira desempenhar um papel que até hoje não conseguiu fazer de forma abrangente: ser uma importante ferramenta de educação a distância, inclusão social e digital, ainda, estar a frente das emissoras locais na cobertura de eventos ao vivo e fatos que mobilizem a nação aplicando ferramentas de interatividade. Isto será possível pois o modelo de negócios das emissoras privadas (dependência dos anúncios publicitários) ainda limita a utilização da interatividade em alta escala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV comercial brasileira está sendo vítima de sua própria história, o peso de sua estrutura, que a fez ser uma das maiores industrias televisivas do mundo, estão agora grande demais para lidar com uma audiência fragmentada e a opção de varias outras formas de veiculação publicitária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a expressão “faca e o queijo nas mãos” pode ser aplicada a este contexto, pois a oportunidade está diante de nós.  Precisamos é saber utilizá-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Fonte: http://www.telaviva.com.br/11/01/2012/ces-2012-presidente-da-fcc-mostra-preocupacao-com-liberacao-de-espectro-para-banda-larga/tl/257417/news.aspx&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-9098347638569674726?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/9098347638569674726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=9098347638569674726&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9098347638569674726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9098347638569674726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/tv-publica-com-faca-e-o-queijo-nas-maos.html' title='TV pública com a “faca e o queijo nas mãos”'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5395318483103981046</id><published>2012-01-12T16:27:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T16:27:28.322-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Consoles de videogame terão papel relevante na distribuição de vídeo</title><content type='html'>Texto publicado: &lt;a href="http://www.telaviva.com.br/12/01/2012/ces-2012-consoles-de-videogame-terao-papel-relevante-na-distribuicao-de-video/tl/257519/news.aspx"&gt;TELA VIVA News&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Samuel Possebon&lt;br /&gt;Las Vegas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rttdc9QZiak/TeRAOSSQdPI/AAAAAAAABDs/UUPGq3vWsE8/s1600/xbox.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-rttdc9QZiak/TeRAOSSQdPI/AAAAAAAABDs/UUPGq3vWsE8/s200/xbox.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Qual o papel que os consoles de videogame terão na distribuição de conteúdos de vídeo? Muito relevante, a julgar pela opinião dos participantes de um dos debates do CES 2012, evento de eletrônica de consumo que aconteceu esta semana, em Las Vegas. Para Jack Buser, diretor da divisão de serviços domésticos da PlayStation (o console de videogames da Sony), uma vantagem que os fabricantes de console têm é que em geral os usuários desse tipo de dispositivo são extremamente leais. "O usuário do PlayStation confia naquele conteúdo que entregamos e é muito mais aberto a aceitar qualquer coisa que seja entregue pelo PlayStation do que por outras mídias", afirmou. Ele lembrou que 70% dos usuários de PlayStation se logam à PlayStation Network (rede de distribuição de conteúdos e jogos online do PS) pelo menos uma vez por semana, e ficam pelo menos 7 horas por semana conectados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Joseph Ambeult, diretor de serviços de mídia e entretenimento da Verizon, muita coisa começará a funcionar em rede daqui para frente no que diz respeito a conteúdos de vídeo, e os consoles de videogame serão uma das formas de entregar isso. "Não existe, contudo, um dispositivo vencedor, que dominará o ambiente da casa conectada. Todos ter˜ao funções diferentes para pessoas diferentes", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Michael Pachter, diretor de pesquisa da empresa de equity Wedbuch Securities, que investe em empresas inovadoras, a Microsoft, há cerca de 10 anos, teve a visão inovadora de que o console de jogos XBox seria um media center. "Depois, perderam um pouco o rumo e agora, mais recentemente, retomaram esse conceito, e hoje é claro que a Microsoft quer entrar no mercado de distribuição de vídeo pelo XBox", afirmou. Para ele, o que está fazendo toda a diferença para a Apple é que os diferentes aparelhos funcionam entre si. "A geração de consumidores deste século está comprando produtos da Apple simplesmente porque eles funcionam bem", disse, lembrando que a experiência de consumo de mídia hoje é não apenas uma questão de hardware, mas de ter uma plataforma de distribuição de conteúdos e aplicações, como éa App Store e a iTunes Store. Para ele, no longo prazo, as empresas que estão mais ameaçadas são aquelas que hoje são intermediárias entre os provedores de conteúdo e o consumidor. "E nesse conjunto, as empresas de TV paga por satélite são as que estão em maior risco, porque elas não têm as redes bidirecionais a oferecer".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5395318483103981046?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5395318483103981046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5395318483103981046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5395318483103981046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5395318483103981046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/consoles-de-videogame-terao-papel.html' title='Consoles de videogame terão papel relevante na distribuição de vídeo'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rttdc9QZiak/TeRAOSSQdPI/AAAAAAAABDs/UUPGq3vWsE8/s72-c/xbox.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4387615708996159648</id><published>2012-01-12T13:50:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T13:50:16.640-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>O ministro decepciona</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=757781"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto: Internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10/01/2012 |&lt;br /&gt;Ethevaldo Siqueira*&lt;br /&gt;Observatório da Imprensa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Imagens/institucional/galeria_ministro/080808_INST_GalMini_pauloBernardo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Imagens/institucional/galeria_ministro/080808_INST_GalMini_pauloBernardo.jpg" width="185" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há exatamente um ano, manifestávamos nossa esperança no que poderia ser o desempenho de Paulo Bernardo, como novo titular do Ministério das Comunicações (Minicom). Agora, um ano depois, lamentamos dizer que seu trabalho ficou muito aquém do que poderia ter sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinemos sua contribuição em cada um dos segmentos prioritários das Comunicações. Ei-los:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Resgatar o papel do Minicom.O ministro sabe que entre as grandes prioridades do setor estão o novo marco regulatório institucional, o compartilhamento da infraestrutura de banda larga (unbundling) e a universalização dos acessos de alta velocidade. Paulo Bernardo, no entanto, não mostrou nenhum interesse em aprofundar esses temas prioritários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Preparação da Lei Geral das Comunicações.Nada foi feito ao longo de 2011 com relação à maior das prioridades no setor, a Lei Geral de Comunicações. Como novo o novo marco regulatório, essa lei deverá abranger todas as formas de comunicação (telefonia, radiodifusão, correios, TV por assinatura, internet e outras), sob o guarda-chuva de uma única agência reguladora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Tirar as rádios e TVs das mãos de políticos.Logo após tomar posse, o ministro nos deu a esperança de que iria fazer uma das coisas que o Brasil espera há décadas de sua área: moralizar as concessões de rádio e TV. Mas não moveu uma palha para mudar a situação absurda e ilegal de um terço de todas as concessões e autorizações nessa área, hoje nas mãos de senadores, deputados, governadores, prefeitos ou de seus parentes ou laranjas. São cerca de 1.200 emissoras de rádio e 150 de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Telebrás: ou funciona ou fecha.Especialistas independentes fazem hoje duas perguntas: “Será que vale a pena manter uma estatal comprovadamente inoperante, lenta, com orçamento ridículo, na área da banda larga? Ou será que a finalidade única de sua existência é mesmo dar emprego a amigos do governo e de seu principal partido?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Combater rigorosamente a corrupção.Os Correios parecem ter eliminado a corrupção. O grande problema em 2011 foi a estranha e irredutível recusa do ministro em anular uma licitação suspeita da Telebrás, cheia de irregularidades e indícios veementes de superfaturamento da ordem R$ 120 milhões, comprovados por peritos do Tribunal de Contas da União (TCU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo contrariando a manifestação candente do representante do Ministério Público, Lucas Furtado, feita no TCU e no Congresso, o ministro preferiu fechar os olhos às denúncias e adotar a fórmula heterodoxa e polêmica, sugerida pelo Tribunal, para que a Telebrás “renegociasse” os preços com os fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ética manda que toda licitação suspeita e viciada seja anulada, em defesa do dinheiro público, que pertence a todos nós, 190 milhões de brasileiros. Se a Telebrás ou o Minicom anulassem a licitação viciada e fizessem uma nova licitação, com todo rigor, o País economizaria no mínimo R$ 150 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Fortalecimento da Anatel.Um dos caminhos para a modernização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) seria contar com um orçamento condigno, com os recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) que, por lei, lhe pertencem. Em lugar disso, o governo Dilma Rousseff – como seus antecessores, Lula e FHC – corta o orçamento da agência e ainda confisca cerca de R$ 2 bilhões por ano do Fistel. A Anatel precisa de equipamentos avançados e mais especialistas capazes de fiscalizar com rigor as operadoras de telecomunicações, as emissoras de rádio e TV, para coibir a ação das emissoras piratas e exigir mais qualidade dos serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfraquecer as agências é suicídio político, pois elas são órgãos de Estado essenciais para o efetivo cumprimento da lei e o aprimoramento das políticas públicas. E pior: de nada adiantará criticar as teles e operadoras de outros serviços se o governo retira sistematicamente das agências os meios para que elas fiscalizem seriamente o setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Maiores tributos do mundo.Nenhum outro país, exceto a Turquia, cobra impostos tão elevados sobre serviços de telecomunicações como o Brasil. São escandalosos 43%. Pense, leitor, no que significou isso ao longo dos últimos 11 anos, quando os governos estaduais e a União arrecadaram mais de R$ 380 bilhões de tributos de nossas contas telefônicas. Esses R$ 380 bilhões de tributos saídos de nossos bolsos equivalem a quase dez vezes o lucro líquido total das operadoras no mesmo período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da cobrança de impostos tão elevados, o governo federal (desde FHC e Lula) vêm confiscando pura e simplesmente a quase totalidade dos três fundos setoriais: o Fistel, acima mencionado, o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) e o Fundo de Tecnologia das Telecomunicações (Funttel). Em 11 anos, o valor acumulado desse assalto chega a R$ 35 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine, leitor, se o País tivesse aplicado apenas esses R$ 35 bilhões das telecomunicações em um projeto de universalização da banda larga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, depois de um ano de gestão de Paulo Bernardo à frente do Ministério das Comunicações, nossa conclusão só pode ser uma: Paulo Bernardo o ministro decepcionou todos aqueles que, como eu, esperávamos alguma coisa bem melhor dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzido do Estado de S.Paulo, 8/1/2012; título original “Bernardo decepciona”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* é colunista do Estado de S.Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4387615708996159648?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4387615708996159648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4387615708996159648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4387615708996159648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4387615708996159648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/o-ministro-decepciona.html' title='O ministro decepciona'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5913589079380261481</id><published>2012-01-11T14:14:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T14:14:11.534-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>O YouTube vai invadir a sua televisão</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://opiniaoenoticia.com.br/vida/tecnologia/o-youtube-vai-invadir-a-sua-televisao/"&gt;Opinião e Notícia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O site de vídeos caseiros sobre cães que andam de skate está prestes a se profissionalizar. Por John Seabrook&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://static.duvidasdeinformatica.com/wp-content/uploads/2011/07/youtube-rentals.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://static.duvidasdeinformatica.com/wp-content/uploads/2011/07/youtube-rentals.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em uma noite chuvosa no final de novembro, Robert Kyncl se encontrava no escritório da Google, em Nova York, divagando sobre o futuro da televisão. Kyncl é um dos executivos-chefes dentro do YouTube, hoje controlado pela Google. Ele também é o arquiteto da maior transformação cultural na história da empresa de compartilhamento de vídeos, criada há sete anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empunhando uma caneta preta, Kyncl traçou a história da televisão como uma espécie de big bang: primeiro a expansão dos canais, seguida da fragmentação da audiência em pequenos mercados de nicho. ”Os telespectadores foram estreitando suas preferências e hábitos na hora de ver TV”, explicou, “e nós achamos que eles vão continuar a seguir este caminho, passando mais e mais tempo nos canais especializados, porque agora a paisagem de distribuição de conteúdo permite mais estreiteza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas preferem nichos, porque “a experiência é mais envolvente”, Kyncl continuou. “Por exemplo, não há canal de equitação na TV a cabo. Muitas pessoas assistiriam a um canal dedicado ao tema, e há muitos anunciantes que gostariam de um mercado só para eles, mas não há nenhum canal sobre equitação por causa dos altos custos, que não compensam os riscos. Já na internet, o usuário não só gera o conteúdo, como ele pode escolher o que quer ver na hora que quiser, e o conteúdo está sempre disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batalha de Titãs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os últimos 60 anos, os executivos de TV têm decidido o que vemos em nossas salas de estar. Kyncl gostaria de mudar isso. O YouTube, armazém de videos de má qualidade capturados no celular e exibindo cães que andam de skate, vai se profissionalizar. Kyncl recrutou produtores, editores, programadores e artistas da mídia tradicional para criar mais de uma centena de canais, a maioria dos quais vai estrear nos próximos seis meses, no que podemos chamar de YouTV. Streaming de vídeo compartilhado pela internet, está prestes a desafiar a TV tradicional em uma batalha pela atenção do grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a consultoria Forrester Research, até 2016 metade de todas as famílias terão dispositivos Wi-Fi habilitados em suas televisões, trazendo todos os novos canais da internet para os telões de plasma na sala. A única maneira de as emissoras e empresas de TV a cabo continuarem a crescer será através da compra de alguns canais na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trajetória do YouTube&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O YouTube foi criado por três ex-funcionários da PayPal em uma garagem no Vale do Silício, no início de 2005. De acordo com dois dos fundadores, Chad Hurley e Steven Chen, um designer gráfico e um engenheiro de software, respectivamente, a ideia surgiu durante um jantar na casa de Chen em São Francisco, no inverno de 2004-05.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidados tinham feito vídeos uns dos outros, mas não podiam compartilhá-los facilmente. Então, os fundadores imaginaram uma versão em vídeo do Flickr, o popular site de compartilhamento de fotos. Todo o conteúdo seria gerado pelos usuários: “Verdadeiros videoclips pessoais que seriam capturados e inseridos por pessoas comuns”, disse Hurley, descrevendo sua visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão beta do YouTube entrou no ar em maio de 2005. Na época seu banco de dados já armazenava várias dezenas de vídeos, fornecidos principalmente pelos fundadores da empresa e seus amigos. Chen contribuiu alguns vídeos do seu gato, Stinky. Não surpreendentemente, o tráfego no site era muito baixo nestes primeiros meses. O que os internautas realmente queriam era ver os últimos videoclips de seus artistas prediletos e episódios de seus programas de TV favoritos. Eles queriam conteúdo profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em e-mails, que em 2007 se tornaram a peça central de um processo de bilhões de dólares iniciado pela Viacom contra o Youtube por violação de direitos autorais, tanto Karim como Chen defendiam uma atitude laissez-faire e descontraída em relação às leis de direito autoral. Se os donos do conteúdo pediam para o YouTube tirá-lo do ar, o site obedecia. Caso contrário, os fundadores o deixavam no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho de 2005, o site incorporou uma série de novas funcionalidades, incluindo a capacidade de inserir vídeos em outros sites e colocar links entre vídeos, e o tráfego começou a disparar. Em dezembro o YouTube já recebia vários milhões de visualizações por dia. Hoje o site tem 800 milhões de usuários únicos por mês, e gera mais de três bilhões de visualizações por dia. Quarenta e oito horas de vídeo são atualizados no site a cada minuto. Trata-se da primeira plataforma de mídia verdadeiramente global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era Google&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro de 2006, a Google comprou o YouTube por US $ 1,65 bilhões. Dentro de um ano, a Google havia domado o “Velho Oeste” da política de direitos autorais que caracterizava o YouTube, tanto através de acordos de licenciamento com grandes provedores de conteúdo, como criando um programa de gestão de conteúdo chamado Content ID, que alerta os detentores de direitos autorais automaticamente sempre que qualquer parte de seu conteúdo é inserido no YouTube. Os proprietários podem optar por remover o conteúdo, vender anúncios nele e dividir os lucros com o YouTube ou usá-lo como uma ferramenta promocional. O Content ID gera um terço da receita do YouTube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Parcerias do YouTube, iniciado em 2007, também teve grande êxito. O YouTube vende publicidade em canais populares criado por “estrelas” do YouTube — comediantes que divulgam seus videos no site, artistas, cozinheiros, etc. Para a maioria dos 30 mil parceiros que hoje participam do Programa de Parcerias, o negócio resulta em algumas poucas centenas de dólares por mês, mas para os primeiros 500 parceiros, verdadeiros campeões de audiência como Shane Dawson, um comediante de 23 anos e Michelle Phan, um guru de beleza vietnamita, a parceria rende mais de cem mil dólares ao ano. Muitos adolescentes da chamada geração Y estão mais familiarizados com estas “web-celebridades” do que com as estrelas da TV, um presságio sombrio para o futuro da televisão tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há uma categoria na qual o YouTube tem feito pouco progresso. O usuário médio permanence apenas 15 minutos por dia no site, comparado às quatro ou cinco horas que ele passa em frente à TV. Um bloco padrão de programação na televisão dura 22 minutos; no YouTube, um vídeo dura três minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rick Klau, ex-gerente de produto do YouTube e atual sócio da Google Ventures, explicou: “Nós damos às pessoas sete ou oito oportunidades no curso de uma meia hora de optar por sair do site.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas tendem a assistir ao YouTube em seus computadores no trabalho, durante uma pausa de três minutos a cada duas horas. Na TV, os programadores aglomeram certos shows juntos na esperança de que o telespectador não vá mudar de canal, e os canais promovem seus próximos shows durante os intervalos comerciais. Mas no YouTube o usuário é o programador, e cada vez que um vídeo termina ele tem que tomar uma decisão de programação: o que devo assistir a seguir? Com muita frequência, as sugestões de vídeo expostas pelo algoritmo do Youtube não ajudam muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o YouTube conseguisse fazer as pessoas ficarem no site por mais tempo, poderia vender mais anúncios e aumentar as taxas que cobra dos anunciantes por cada mil visualizações. Anunciantes investem cerca de 60 bilhões de dólares ao ano em anúncios veículados na televisão, mas apenas cerca de três bilhões em vídeo online. Claramente, o YouTube se beneficiaria de conteúdo premium, o tipo de coisa que você pode ver na Netflix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Somos absolutamente insignificantes em comparação com a TV”, disse Kyncl. “E é por isso que eu vim para o YouTube. Quero levar esta”, ele apontou para a tela do computador, “para cima, para a tela da TV, e eu acho que nós podemos. E, se o fizermos, o mercado da televisão, que representa 300 bilhões de dólares em todo o mundo, vai mudar de mãos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Canais Originais YouTube’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, Kyncl já recebeu mais de mil propostas de novos canais para o YouTube. Ele e sua equipe ouviram mais de 500 pautas, e conseguiram reduzí-las para pouco mais de uma centena de canais, que receberam financiamento do YouTube para produzir seus programas. As propostas vencedoras farão parte da marca “YouTube Original Channels” (Canais Originais YouTube) e foram anunciadas em uma sexta-feira à noite, pouco antes do Halloween, em um momento geralmente reservado para escândalos e demissões, sinalizando que a terceira era da televisão, o que quer que seja, não será o show business habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os canais escolhidos estão o Life and Times, que se concentrará nos interesses culturais e artísticos do músico e empresário Jay-; 123UnoDosTres, um canal urbano para jovens latino-americanos e o myISH, um canal para recrutar talentos musicais. A Madonna e seu empresário, Guy Oseary, estão desenvolvendo um canal de dança chamado Dance On. Shaquille O’Neal está por trás da rede Comedy Shaq, e há um canal sobre skate, o RIDE, produzido por Tony Hawk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brian Bedol, que iniciou o clássico Sports Network na década de noventa, e seu sócio Ken Lerer, o co-fundador do The Huffington Post, receberam fundos para quatro canais: Rede A, um canal de esportes radicais, KickTV, sobre futebol; ComedyOfficial,dedicado a shows de humor; e o LookTV, um canal sobre moda e beleza. O jornal The Onion, a revista Slate, e o Wall Street Journal também estão criando canais, assim como as editoras Hearst e Meredith. Até mesmo a Disney, que não tinha permitido que seus filmes fossem exibidos no YouTube até novembro, concordou em uma parceria com a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível que o YouTube esteja se arriscando demais ao mudar tão drasticamente, da antiga anarquia do conteúdo gerado pelo usuário para este novo conceito de YouTV, onde o controle e a vigilância estão centralizados no coração do Googleplex. Em sua tentativa de aumentar o tempo de permanência no site, atrair mais espectadores e oferecer aos anunciantes um espaço personalizado com públicos bem definidos, o YouTube corre o risco de alienar seu público fidelizado, as “pessoas comuns” que gostam e produzem os vídeos caseiros. O MySpace sofreu uma redução acentuada no tráfego quando alterou a experiência do usuário com redesigns e anúncios. A Netflix perdeu mais de metade do seu valor de mercado e provocou uma revolta dos clientes depois de anunciar que iria separar a venda de streaming da venda de DVDs. É possível que o YouTube cometa um erro semelhante, oferecendo mais nichos do que seu público quer neste momento. Apesar de todas as informações que as novas empresas de comunicação têm sobre seus clientes, às vezes elas erram na hora de adivinhar quando estão prontos para uma mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Certamente não vai ser fácil”, disse Kyncl do novo empreendimento. “Há muito trabalho a ser feito antes de termos certeza de que o modelo funciona. Mas, como um amigo que acaba de conseguir um emprego em uma das grandes emissoras de TV me disse: ‘Pelo menos vocês estão mirando alto. Há um monte de outras pessoas que estão apenas sentadas, assistindo as coisas acontecerem’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: New Yorker - Streaming Dreams&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5913589079380261481?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5913589079380261481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5913589079380261481&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5913589079380261481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5913589079380261481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/o-youtube-vai-invadir-sua-televisao.html' title='O YouTube vai invadir a sua televisão'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-1577538700996953188</id><published>2012-01-05T14:02:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T14:02:08.452-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><title type='text'>Ações de jornais nos EUA caem 27% em 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gJLcpsUxQgQ/SyEFeJV5f5I/AAAAAAAAAIg/7YwGHdxfGns/s1600/jornal.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="103" src="http://2.bp.blogspot.com/-gJLcpsUxQgQ/SyEFeJV5f5I/AAAAAAAAAIg/7YwGHdxfGns/s200/jornal.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Texto publicado em: FNDC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04/01/2012 |&lt;br /&gt;Rodrigo Manzano&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=755697"&gt;Meio &amp;amp; Mensagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento publicitário em jornais foi o pior dos últimos seis anos, prevê NAA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas jornalísticas norte-americanas com capital aberto acumularam perda média de 27,1% em 2011. Das onze companhias listadas em bolsa, apenas a News Corp., de Rupert Murdoch, terminou o ano no azul (10,7%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior perda foi da Lee Enterprises (-71,3%), que edita 54 diários regionais e declarou falência em dezembro como medida de refinanciamento de sua dívida. As ações da Lee estavam cotadas em US$ 2,46 no último dia de 2010 e caíram a US$ 0,705 em 31 de dezembro último. Outras perdas significativas foram The McClatchy Company (-48,8%) e a texana A.H. Belo (-45,4%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parte, a crise das editoras se explica pela retração do volume de investimentos em publicidade no mercado de jornais norte-americano. Dados da Newspaper Association of America (NAA) revelam que, pelo sexto ano consecutivo, os investimentos em mídia jornal foram decrescentes e, em 2011, estima-se que o volume total tenha sido de aproximadamente US$ 24 bilhões, menos da metade de 2005 (US$ 49,4 bilhões), quando alcançou o melhor resultado das últimas duas décadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-1577538700996953188?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/1577538700996953188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=1577538700996953188&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1577538700996953188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1577538700996953188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/acoes-de-jornais-nos-eua-caem-27-em.html' title='Ações de jornais nos EUA caem 27% em 2011'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gJLcpsUxQgQ/SyEFeJV5f5I/AAAAAAAAAIg/7YwGHdxfGns/s72-c/jornal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2672949197762501766</id><published>2012-01-04T15:09:00.001-02:00</published><updated>2012-01-04T15:09:58.145-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Brasil já é o 4º país em uso do Facebook e o que mais cresceu em 2011</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/01/04/brasil-ja-e-o-4o-pais-em-uso-do-facebook-e-o-que-mais-cresceu-em-2011/"&gt;IDG Now!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicada em 04 de janeiro de 2012 às 14h17&lt;br /&gt;Atualizada em 04 de janeiro de 2012 às 14h36&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;País registrou aumento de 300% em número de usuários ativos no site, que saltaram de 9 milhões para 35 milhões em apenas um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.gadgetblog.com.br/wp-content/uploads/2011/12/facebook.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://www.gadgetblog.com.br/wp-content/uploads/2011/12/facebook.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Realmente o Orkut já parece ser coisa do passado para os brasileiros, que adotaram em massa o Facebook. O Brasil fechou 2011 como o quarto em número de usuários ativos na rede social, além de ser sido a nação com maior crescimento no período. As informações são do especialista Nick Burcher, que utilizou dados do próprio site com estatísticas que levantou de 2008 para cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os números, o Brasil fechou o ano passado atrás apenas dos EUA, Indonésia e Índia na maior rede social do mundo. Para isso, foi preciso um crescimento de impressionantes 300% na temporada, indo de 8,8 milhões em 2010 para 35 milhões um ano depois. Se olharmos para os dados de 2008, o crescimento é ainda mais assustador, já que naquele ano o Brasil tinha apenas 200 mil usuários no site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar desse salto nos números, o Brasil ainda continua muito atrás do líder Estados Unidos, que possui quase 160 milhões de usuários no site, número muito maior do que os da Indonésia e Índia, que ficaram em segundo e terceiro no ranking, respectivamente, com cerca de 41 milhões de usuários no Facebook. A Índia também registrou um bom crescimento no ano, de quase 140%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se mantiver um crescimento próximo de 300% em 2012, o Brasil pode até mesmo fechar o ano na segunda colocação, com bastante folga para quem ficar para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O top 10 dos países é completo por México, Turquia, Reino Unido, Filipinas, França e Alemanha. Os nossos hermanos argentinos aparecem logo em seguida, na 12ª colocação, com 17 milhões de usuários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2672949197762501766?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2672949197762501766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2672949197762501766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2672949197762501766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2672949197762501766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2012/01/brasil-ja-e-o-4-pais-em-uso-do-facebook.html' title='Brasil já é o 4º país em uso do Facebook e o que mais cresceu em 2011'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5460001751259018517</id><published>2011-12-22T13:56:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T13:56:25.142-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>Governo Dilma institucionaliza a criminalização das comunitárias</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fazendomedia.com/governo-dilma-institucionaliza-a-criminalizacao-das-comunitarias/"&gt;Fazendo Média&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Gilka Resende, 22.12.2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.soudoradio.com.br/uploads/minicom-imagem-ilustrativa.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" rea="true" src="http://www.soudoradio.com.br/uploads/minicom-imagem-ilustrativa.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Esta é a avaliação da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc- Brasil). Ao estudar a portaria 462, Dioclécio Luz, conselheiro da entidade, avalia que a nova norma sustenta ações de repressão às emissoras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinada recentemente pelo Ministério das Comunicações, a norma estabelece procedimentos para outorga de rádios comunitárias. Dioclécio avalia que os aspectos técnicos e políticos da portaria revelam a intenção do governo de segregar o segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo realizado por Dioclécio mostra que a realidade das emissoras piora. O pesquisador explica que a norma aprofunda pontos ruins da Lei 9612, de 1998. Sobre o apoio cultural, não bem definido na Lei, a recente norma diz que os patrocinadores podem apenas ser citados na programação, proibindo anúncios ou promoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Dioclécio, este detalhe prejudica ainda mais a captação de recursos, que deve ter como único objetivo a sustentabilidade das emissoras, já que as comunitárias não visam o lucro. A norma também obriga que os apoiadores financeiros pertençam ao raio de alcance das rádios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, Dioclécio destaca que a portaria consolida a ilegalidade do decreto 2615, também de 1998. Ao estabelecer o limite de alcance das rádios a apenas um quilômetro, o decreto vai além do que a Lei indica. O pesquisador explica que isso o caracteriza como inconstitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, a Amarc defende que o conceito de comunidade seja ampliado. Mais que as limitações físicas, a entidade ressalta que aspectos culturais, sociais e políticos dos grupos que compõem as comunitárias devem ser levados em conta em uma legislação que garanta o direito à comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da portaria 462 ser publicada, o texto foi submetido à consulta pública. Dioclécio afirma que a Amarc apresentou diversas sugestões, mas nenhuma delas foi acatada pelo governo da presidenta Dilma Rousseff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouça a entrevista em http://www.brasil.agenciapulsar.org/nota.php?id=8435.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Reportagem publicada originalmente na Pulsar Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5460001751259018517?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5460001751259018517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5460001751259018517&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5460001751259018517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5460001751259018517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/governo-dilma-institucionaliza.html' title='Governo Dilma institucionaliza a criminalização das comunitárias'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7339341758659063350</id><published>2011-12-22T11:40:00.001-02:00</published><updated>2011-12-22T11:40:00.378-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Material de aula'/><title type='text'>A pesquisa em Comunicação</title><content type='html'>Campo ainda permeado por críticas quanto à falta de um rigor científico próprio que caracteriza uma área científica, a pesquisa em comunicação enfrenta desafios comuns pelos quais passaram todas as áreas do entendimento humano que um dia almejaram em se tornar um campo científico balizado por pesquisas produzidas dentro de um rigor metodológico próprio. Lopes (1994, p. 15), afirma que o estudo sistemático da Comunicação de Massa no Brasil, se deu mais como resultado do fenômeno de comunicação massiva iniciado na década de 50 “do que das descobertas científicas que justificassem o aprofundamento de um campo do conhecimento”. Boa parte desses estudos, afirma a pesquisadora, influenciados pelas pesquisas nas Ciências Sociais, o que traziam paradigmas teóricos e metodológicos que direcionavam as pesquisas para o viés etnográfico ou classista, originários da Europa Ocidental. Além dessa linha teórica, diversas outras correntes são utilizadas para nortear a pesquisa em comunicação e o estudo de seus fenômenos que firmam “uma tradição de investigação (...) na Antropologia, Ciência Política, Psicologia, Semiologia e outras” (LOPES, 1994, p. 29). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miège (2000) também resgata as correntes fundadoras dos estudos da Comunicação e da formação do pensamento comunicacional, a saber: o modelo cibernético, a abordagem empírico-funcionalista dos meios de comunicação de massa e o método estrutural e suas aplicações lingüísticas.  O modelo cibernético entende a comunicação sob a ótica de uma teoria estruturalista. Em seus estudos em todos os casos existe um emissor, um canal físico, um receptor e um repertório de signos. Desta forma o modelo pretende:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;decompor o universo em pedaços de conhecimento, ser capaz de traçar seu roteiro e depois recompor um modelo, simulacro desse universo, aplicando certas regras de reunião ou interdição, mas procura leis de conjunto a partir desses elementos, de oposições pertinentes (figura/fundo), e acaba se tornando uma atitude dialética opondo figura e fundo, formas e mensagens, ordem e desordem, sinal e ruído (MIÈGE, 2000, p. 26)&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a abordagem empírico-funcionalista “traz em seu bojo (...) o princípio da liverdade da informação e o do liberalismo econômico” (MIÈGE, 2000, p. 33). Ou seja,  comunicação segue um linha funcional dentro do esquema da interação humana. Precursores desse pensamento foram Paul Lazarsfeld, Carl Hovland e Harold Lasswell. Por fim, o modelo das aplicações lingüísticas adentra no campo da semiologia e da psicologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, a pesquisa em comunicação se torna um objeto de pesquisa em si mesmo, pois a falta de um consenso e um padrão metodológico próprio abre inúmeras possibilidades de pesquisa realizadas dentro de uma interdisciplinaridade com outros campos científicos. Assim, no alvorecer do Séc. XXI surge com maior força a necessidade de se observar criticamente a pesquisa em comunicação para que se possam apontar quais são os modelos que poderão dar conta de analisar os fenômenos pelos quais a sociedade vem passando devido à popularização das tecnologias da informação.   Com o surgimento da internet, o computador pessoal passou a ser também um veículo de comunicação com uma característica peculiar e que se distancia das teorias clássicas da comunicação de massa. Johnson (2001) caracteriza o veículo como muitos-muitos, onde todos podem ser ao mesmo tempo emissores e receptores e há uma grande troca e diversidade de mensagens . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quais serão os caminhos da pesquisa em comunicação dentro do contexto tecnológico dos meios de comunicação de massa? Qual o melhor modelo de pesquisa? Qual campo científico pode nos dar melhores condições de observar e analisar os fenômenos comunicacionais de nosso tempo? A pesquisa em comunicação deve ter consciência destes problemas metodológicos e contemplá-los no arcabouço teórico de suas investigações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7339341758659063350?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7339341758659063350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7339341758659063350&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7339341758659063350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7339341758659063350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/pesquisa-em-comunicacao.html' title='A pesquisa em Comunicação'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-803805196434570603</id><published>2011-12-20T00:22:00.000-02:00</published><updated>2011-12-20T00:22:35.335-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Boni: a voz da experiência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1NIWpoavWr0/Tu_xACkPGfI/AAAAAAAAAY4/nWdxRHq4dBM/s1600/boni.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-1NIWpoavWr0/Tu_xACkPGfI/AAAAAAAAAY4/nWdxRHq4dBM/s1600/boni.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aclamado como o maior profissional da televisão brasileira ainda vivo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, volta à frente das câmeras com o lançamento de seu livro de memorias e bastidores da TV Globo. E quando Boni fala, todos o ouvem, principalmente os profissionais de televisão. A impressão é que em todas as suas entrevistas, os jornalistas não fazem uma entrevista, mas sim uma consultoria. Perguntas como: “o que você não faria”, “o que você faria”, “qual o caminho da televisão no Brasil”, “como deve ser o telejornalismo” e etc., permeiam toda a conversa. E, admiravelmente, Boni responde a todas as perguntas de forma direta. &lt;br /&gt;Deixando de lado as falas polêmicas e situações que arranharam a imagem da TV Globo no passado, Boni deu uma aula de televisão aos entrevistadores do programa Roda Viva, nesta segunda (19/12), exibido na TV Cultura, principalmente no quesito gestão. Foi categórico ao afirmar que este modelo de televisão no Brasil está condenado. Ela se tornou um elefante branco, devido à sua estrutura e necessidade de produção para preencher a grade de programação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante (e que não foi dito), é que esta estrutura foi orquestra pelo próprio Boni, juntamente com Joe Walace, executivo americano que se mudou para o Brasil e foi um dos responsáveis pela criação da estrutura em rede da TV Globo, depois copiada pelas demais. Foi uma pena que nenhum entrevistado questionou Boni sobre pouca regionalização da programação, ou pela demora em se regulamentar a TV por assinatura no país (apenas em 1995), o que permitiu à TV aberta se tornar o gigante que é hoje. Também não se perguntou nada sobre um marco regulatório dos meios de comunicação de massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boni chega a justificar que o posicionamento da TV Globo nos tempos da ditadura se dava exatamente pelo medo de se perder a concessão. Ora, é exatamente a falta de um marco regulatório que permite que este tipo de medo se instale. Não somente pela questão política no passado, mas pela questão economia atual (leia-se a concorrência das empresas de telefonia). A legislação brasileira sobre a radiodifusão é de 1962. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a verdade é que Boni é mesmo o maior profissional de gestão em TV no país. Sua capacidade de visão é acima da média. Até mesmo em enxergar que um profissional como ele já não teria lugar nessa nova estrutura de comunicação que está se formando com a popularização da internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o único defeito de Boni seja em ser exatamente um apaixonado pela televisão, como ele mesmo diz ser, pois quem é apaixonado só enxerga aquilo que quer ver. Para Boni, a televisão é uma fábrica de sonhos, mas para muitos, uma fábrica de poder. As duas coisas são como água e óleo, não se misturam. Enquanto o poder era necessário, a TV brasileira cresceu e se consolidou como uma das maiores do mundo. Mas, agora são outros tempos. A fragmentação da audiência alterou a relação dos indivíduos com o veículo minando a influência da TV em uma parcela significativa de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe o caminho seguro para a TV brasileira seja se voltar mais para o espetáculo, entretenimento e informação, em detrimento do uso do poder. Castells já demostrou essa estreita relação entre comunicação e poder e como as novas tecnologias da informação estão alterando esses laços. (&lt;a href="http://youtu.be/2nWa32CTfxs"&gt;clique aqui para ver vídeo&lt;/a&gt;) &lt;br /&gt;Seria muito bom se as emissoras de televisão se preocupassem apenas com uma coisa: fazer televisão e não política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Internet&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;Editora: Casa da Palavra&lt;br /&gt;Autor: J.B.DE OLIVEIRA SOBRINHO (BONI)&lt;br /&gt;Origem: Nacional&lt;br /&gt;Ano: 2011&lt;br /&gt;Edição: 1&lt;br /&gt;Número de páginas: 352&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-803805196434570603?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/803805196434570603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=803805196434570603&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/803805196434570603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/803805196434570603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/boni-voz-da-experiencia.html' title='Boni: a voz da experiência'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1NIWpoavWr0/Tu_xACkPGfI/AAAAAAAAAY4/nWdxRHq4dBM/s72-c/boni.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2135828038290555807</id><published>2011-12-07T16:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-07T16:48:38.044-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Apple iTV, o televisor de Steve Jobs, terá tela de 32 a 55 polegadas</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=749584"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06/12/2011 |&lt;br /&gt;Maurício Grego&lt;br /&gt;Exame&lt;br /&gt;Foto: Internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Várias fontes afirmam que a Apple se prepara para lançar sua linha de televisores iTV, que vinha sendo desenvolvida sob o comando de Steve Jobs&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://news.haworthmedia.com/wp-content/uploads/2011/11/Apple-iTV-Concept-Design-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://news.haworthmedia.com/wp-content/uploads/2011/11/Apple-iTV-Concept-Design-1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;São Paulo — Os rumores sobre a chegada de uma linha de televisores da Apple vêm ganhando força no mercado. O site australiano Smarthouse diz ter conseguido detalhes com um fornecedor japonês da empresa. Segundo o site, o televisor será oferecido em três tamanhos, de 32 a 55 polegadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Apple já tem um produto nessa área, o Apple TV, um pequeno dispositivo eletrônico que recebe imagens da internet ou de um computador e envia ao televisor. Além disso, os monitores Apple Cinema Display podem exibir filmes em alta resolução. Agora, há muitos indícios de que a empresa se prepara para lançar um televisor completo. O Smarthouse diz que a futura linha Apple iTV vai usar o novo processador que vem sendo informalmente chamado de A6. Esse chip também estará no iPad 3, previsto para o primeiro trimestre de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aparelhos terão uma interface inteiramente nova que vai incluir reconhecimento de voz. Usando o assistente Siri, que também faz parte do iPhone 4S, as pessoas vão poder falar com o televisor para localizar programas de TV e aplicativos. Alguém poderá, por exemplo, dizer “ESPN” em vez de teclar o número correspondente ao canal esportivo num controle remoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steve Jobs&lt;br /&gt;Como sempre, a Apple não fala sobre o assunto. Mas os rumores sobre um televisor da empresa têm circulado no mercado há pelo menos dois anos. Eles ganharam um impulso extra depois que a biografia de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, revelou que o fundador da Apple vinha trabalhando no projeto de um televisor antes de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jobs detestava o labirinto de cabos que conectam um televisor a dispositivos como players de DVD e Blu-ray e decodificador de TV por assinatura. Ele disse a Isaacson que já havia descoberto como tornar realidade sua visão do televisor. “Ele terá a mais simples interface com o usuário que você puder imaginar. Eu finalmente resolvi isso”, disse Jobs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta última frase (“I finally cracked it” no original em inglês) é que deu a entender que o iTV estaria muito perto de virar realidade. O jornal britânico Daily Telegraph chegou a noticiar que o desenvolvimento está sendo liderado por Jeff Robbin, um dos engenheiros que criaram o iPod e o iTunes (Jobs considerava Robbin tão valioso para a Apple que, em 2001, ele autorizou um repórter da revista Time a entrevistar o engenheiro apenas sob a condição de não revelar o sobrenome dele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dobro do preço&lt;br /&gt;Na semana passada, durante o evento Ignition: Future of Media, que aconteceu em Nova York, Gene Munster, diretor da empresa Piper Jaffray, também forneceu detalhes sobre a Apple iTV, supostamente obtidos de fornecedores de componentes. Munster estima que os televisores cheguem às lojas nos Estados Unidos na metade de 2012. Ele afirmou que os aparelhos da Apple vão custar o dobro do preço habitual de um televisor de mesmo tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles vão trabalhar integrados com outros dispositivos da empresa. Assim, o usuário poderá usar seu iPhone ou iPad como controle remoto. Também será possível adquirir músicas e filmes na loja iTunes e aplicativos na App Store. O televisor também vai se comunicar com o serviço de armazenamento em nuvem iCloud, onde o consumidor terá acesso a seus próprios arquivos de mídia. Mesmo assim, o usuário ainda deve depender de uma assinatura convencional de TV a cabo para ver noticiários e a programação local.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2135828038290555807?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2135828038290555807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2135828038290555807&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2135828038290555807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2135828038290555807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/apple-itv-o-televisor-de-steve-jobs.html' title='Apple iTV, o televisor de Steve Jobs, terá tela de 32 a 55 polegadas'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5155500716534469573</id><published>2011-12-05T17:11:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T17:11:40.113-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>A Classificação Indicativa e o retrocesso brasileiro</title><content type='html'>02/12/2011 |&lt;br /&gt;Mariana Martins*&lt;br /&gt;Observatório do Direito à Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está diante de um retrocesso histórico. A qualquer momento pode ser votada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a queda de parte de uma das maiores conquistas no que tange à regulação da comunicação no Brasil: a Classificação Indicativa. Na tarde da última quarta-feira (30/11), o STF iniciou o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) que pede o fim da obrigatoriedade de horários, em conformidade com as faixas etárias, para a classificação indicativa de programas de rádio e TV. Apesar de a ação questionar especificamente a vinculação da programação aos horários adequados às faixas etárias, como prevê, inclusive, o Art. 220 da Constituição Federal, esta medida coloca em risco a eficácia de todo o processo da Classificação Indicativa para televisão e rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação, movida pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), já teve o voto favorável de quatro ministros e não houve continuidade da votação ainda na mesma seção porque o Ministro Joaquim Barbosa pediu vistas ao processo. A ADIN é claramente movida pelos interesses das emissoras de rádio e televisão, que desde a implementação das Portarias que regulamentam a Classificação Indicativa tentam derrubá-la. Vale a pena lembrar da tentativa de mudança do fuso horário do Acre em benefício dessas redes há cerca de dois anos e as propagandas criticando o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo que deu origem ao Manual da Classificação Indicativa e às Portarias (1220/2006 e 1000/2007) que regulamentam a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, assim como o Código Civil, além de outras leis correlatas, foi um processo democrático que contou com a participação de diferentes atores da sociedade. Como resultado deste processo, o Brasil tornou-se referência na regulação de uma classificação etária para conteúdo audiovisual e jogos em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando rapidamente o processo, visto que até os votos dos Ministros demonstram uma clara incompreensão ou desconhecimento das Portarias, a Classificação Indicativa é uma norma constitucional processual que resulta do equilíbrio entre o direito de liberdade de expressão e o dever de proteção absoluta de crianças e adolescentes. Em vários processos legais que envolvem direitos e deveres, haverá colisões entre eles e a busca de uma solução para este embate parte da compreensão dos direitos e das liberdades individuais e coletivas, bem como da observância dos deveres para que se possa viver em sociedade. A Classificação Indicativa é o resultado possível de um processo democrático que visa a resolver conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste processo, especificamente, estão envolvidos o Estado, a sociedade (e aqui também as empresas que produzem conteúdos) e as famílias. Se há uma compreensão mundial, inclusive com acordos e tratados assinados pelo Brasil e pela maioria dos países democráticos, de que as crianças e adolescentes precisam de proteção, o Estado deve garantir as condições da sociedade e da família cuidarem desses seres em clara situação de risco e vulnerabilidade. Indubitavelmente, uma das situações em que os pequenos se encontram em vulnerabilidade é no contato com obras culturais e audiovisuais. Frente à crescente importância que estes meios têm na vida e na formação das crianças e dos adolescentes, não se pode expor sem cuidado determinados temas abordados nestas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão é da família&lt;br /&gt;Dentre estes temas e conteúdos, há consenso sobre três questões relativas à proteção das crianças: a exposição às drogas, à violência a ao sexo. São apenas a partir destes três pontos - seus atenuantes e agravantes - que se posiciona a Classificação Indicativa. É com relação ao percentual de sexo, drogas e violência que uma obra é classificada etariamente. Não há em qualquer momento a sugestão de que o autor altere a sua criação, mas apenas a adequação a uma determinada classificação etária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para que serve essa classificação? Ao contrário do que se tenta passar, o Estado não interfere, não dita e não resolve nada do que vai ser visto pelo seu filho ou filha. Esta continua sendo uma escolha da família e somente dela. A Portaria da Classificação Indicativa criou, como resultado de todo processo (do qual participaram advogados, psicólogos, produtores audiovisuais, professores de comunicação etc), o Manual da Classificação Indicativa. O Manual diz respeito a todos os produtos, classificando as obras como “Especialmente Recomendado”, “Livre”, “10, 12, 14,16 e 18 anos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem faz essa Classificação Indicativa? Em primeira instância sempre o produtor! No caso do cinema e dos jogos eletrônicos, estes produtos são levados ao Ministério da Justiça, que averigua a adequação da obra aos critérios brasileiros. Na grande maioria dos casos, a classificação é adequada e apenas em um percentual muito pequeno existe a solicitação de readequação. Cabe lembrar que os pais podem optar por autorizar seus filhos para que eles vejam filmes com classificação diferente da indicada para sua idade - com exceção apenas dos filmes de 18 anos - ou podem comprar jogos de luta, morte, sexo e drogas para os seus filhotes de 8 anos. A decisão é dos pais! O Estado exige apenas que o produtor classifique e averigua tal classificação, caso isso seja do interesse ou curiosidade dos pais. O produtor, por sua vez, faz seu papel de classificar e submeter à análise do Ministério da Justiça. E à família cabe escolher o conteúdo a que seus filhos vão ter acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adequação do horário de exibição&lt;br /&gt;No caso da televisão, o produto não passa antecipadamente pelo Ministério da Justiça. Havendo denúncia de inadequação, que pode ser feita pela própria sociedade ou pelos profissionais do Ministério da Justiça que monitoram a programação, o programa é notificado e é solicitada a readequação da classificação sugerida. O que há de diferente para as empresas de rádio e televisão é que a adequação da faixa etária está atrelada aos horários em que as crianças e adolescentes estão expostos à televisão. No caso, os pais que trabalham fora de casa o dia inteiro e que não podem exercer diuturnamente a sua fiscalização, não correm o risco de chegar em casa e saber que seus filhos assistiram na “Sessão da Tarde” um filme com conteúdo de violência, drogas ou sexo inadequado para a idade deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que as redes de televisão querem é a “liberdade” de passar a qualquer hora qualquer classificação e você, que não está em casa o dia todo, ou que se ausentou para ir resolver qualquer problema, ou que estava lavando as roupas, trocando as fraldas ou fazendo o almoço, tenha que lidar com a chance de que seus filhos vejam “Pânico na TV” ou “Cine Prive” à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se está discutindo não é se o Estado vai ou não resolver o que seus filhos vão assistir - já está claro que o papel do Estado não é esse. Ele apenas auxilia para que você saiba o conteúdo e possa escolher, e o que se coloca em questão é justamente a não possibilidade de que pais, mães ou responsáveis estejam presentes o tempo todo com seus filhos. E a depender do julgamento do STF, é o mercado quem vai decidir o conteúdo ao qual os seus filhos terão acesso. E, como se sabe, se o programa “Pânico na TV” tem elevados índices de audiência passando às 23h, vai ter ainda mais passando às 17h – não restam muitas dúvidas de qual será a opção da emissora. Mas você ainda não chegou do trabalho, ou é a hora de pegar o outro filho na escola... problema seu! É isso que está em jogo. São as leis do mercado se sobrepondo à realidade das famílias brasileiras às leis estabelecidas, como o Estatuto da Criança e do Adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também que se esclarecer que ao contrário do que declarou em seu voto o Ministro Toffoli, a classificação indicativa é presente sim em muitos países. Os Estados Unidos, a Argentina, o Chile, a Áustria e a França são exemplos de países que têm classificação indicativa (www.midiativa.tv/direitos/classindimundo.doc). Não estamos inventando a roda e ainda estamos muito distantes de países democráticos como a Noruega, o Canadá e tantos outros em que a publicidade para crianças já não existe ou é dirigida apenas aos pais. Isso sim é proteger as crianças, que são o presente e o futuro de um país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decisões problemáticas&lt;br /&gt;Vale ainda lembrar que esta não é a primeira decisão do STF que privilegia os interesses dos empresários da comunicação, sem que qualquer ação até agora movida contra eles tenha logrado êxito. Há pouco tempo, o Tribunal votou a revogação da Lei de Imprensa, por completo, apesar de a mesma já ter seus piores artigos vetados. Ocorre que até hoje não foi votada no Congresso Nacional a nova Lei de Imprensa e os meios de comunicação estão funcionando sem nenhuma regulação. O mesmo foi feito com a queda da obrigatoriedade do Diploma para o exercício da profissão de jornalista. Sob o argumento de que este seria um empecilho à liberdade de expressão, o Ministro Gilmar Mendes, em seu voto de Relator, tão preocupado com a democratização da comunicação, esqueceu-se também de questionar concentração e os grandes conglomerados de comunicação, estes sim o principal empecilho à liberdade de expressão. A atualização da regulação da profissão, que independe da exigência do diploma, até o momento não aconteceu. Além destas, o Supremo também considerou improcedente a ação contra a consignação de novos canais para os radiodifusores prevista no decreto que criou o Sistema Brasileiro de Televisão Digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, outras ações movidas para que o Estado faça cumprir os artigos do capítulo da Comunicação Social presentes Constituição Federal, como a que veta o monopólio e o oligopólio das comunicações, ainda não foram apreciadas pela mesma Corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* é jornalista, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Universidade de Brasília. Professora Substituta da UnB e Membro do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5155500716534469573?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5155500716534469573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5155500716534469573&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5155500716534469573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5155500716534469573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/classificacao-indicativa-e-o-retrocesso.html' title='A Classificação Indicativa e o retrocesso brasileiro'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7542940283697335911</id><published>2011-12-02T17:50:00.001-02:00</published><updated>2011-12-02T17:51:58.587-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Ministros do STF votam contra a classificação indicativa e direitos da criança e do adolescente</title><content type='html'>Publicado em 1 de dezembro de 2011 às 18:36 na &lt;a href="http://www.baraodeitarare.org.br/noticias/representates-de-entidades-criticam-nivel-do-debate-no-julgamento-da-classificacao-indicativa.html#.Ttkn5LIr27u"&gt;Direito à comunicação, Notícias, TV&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Felipe Bianchi&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Internet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Zrg0roSX9lE/TjdoIEiIkWI/AAAAAAAAC8k/j_knU1blPNk/s400/Supremo_Tribunal_Federal.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="138" src="http://2.bp.blogspot.com/-Zrg0roSX9lE/TjdoIEiIkWI/AAAAAAAAC8k/j_knU1blPNk/s200/Supremo_Tribunal_Federal.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O julgamento do fim vinculação horária da classificação indicativa, dispositivo que respeita os direitos da criança e do adolescente, ocorrido nesta quarta-feira (30) em sessão no Superior Tribunal Federal, teve quatro votos favoráveis à proposta. A sessão foi adiada, com pedido de vista feito pelo ministro Joaquim Barbosa e justificado pela necessidade de analisar mais detalhadamente a ação proposta pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Junto a Dias Toffoli, ministro relator da proposta, Luiz Fux, Cármen Lucia e Carlos Ayres Britto também votaram pelo fim da classificação indicativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações da sociedade civil entraram com pedido de amicus curiae, defendendo a constitucionalidade do artigo 254 do Estatuto da Criança e do Adolescente (que prevê multa para os veículos que desrespeitarem a classificação indicativa). João Brant, do Intervozes, explica que, para esses ministros, “o Governo não pode definir uma faixa horária protegida para crianças (por exemplo, a de que programas recomendados para maiores de 18 anos não possam ser exibidos às 15h na TV aberta). Se essa perspectiva se confirmar, as emissoras poderão veicular qualquer programa, para qualquer faixa etária, em qualquer horário”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brant ainda afirma que “a constitucionalidade da vinculação horária foi defendida pela Advocacia Geral da União e pela Procuradoria Geral da República, com teses muito próximas às da sociedade civil. Pior do que o resultado em si foi a linha de defesa dos ministros: eles abandonaram qualquer ideia de proteção do direito das crianças e adolescentes, não consideraram em nenhum momento que televisão é um serviço público sob concessão e defenderam uma linha ultraliberal de liberdade de imprensa, mais fundamentalista que qualquer outra democracia ocidental”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Renata Mielli, do Centro de Estudos Barão de Itararé, o relatório do ministro Toffoli mostra como o debate sobre as comunicações no país está impregnado de senso comum e de um conteúdo liberal que não atende aos direitos humanos. “Insistir em caracterizar a classificação indicativa como uma máscara para praticar censura é uma tergiversação que não combina com argumentos para sustentar a defesa da inconstitucionalidade do dispositivo em debate no Supremo Tribunal Federal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Mielli, “sustentar, como fez o ministro Toffoli, mas também Carmen Lúcia e Ayres Britto, que não cabe ao Estado a tutela da família ou, como afirmou a ministra do STF, ‘se a programação não for adequada desliga-se a TV’, é uma forma de ratificar a visão dos concessionários públicos de radiodifusão de que a eles não cabe nenhuma responsabilidade pelo que é veiculado em uma concessão pública”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em consonância com as críticas ao debate, Veet Vivarta, secretário-executivo da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), comenta que a discussão não reflete a maturidade da democracia brasileira. “O que frustra mais que a possibilidade de um julgamento inadequado é o tema ser discutido sem profundidade e qualidade. Parece que a complexidade do assunto não foi compreendida”, afirma.  Vivarta cita os marcos regulatórios de diversos países, que vinculam o direito à comunicação aos direitos da criança e do adolescente, como exemplo da importância da garantia de ambos. Para ele, a solução encontrada pelo relator (Dias Toffoli) não contempla nem garante tais direitos.  “A solução apresentada é de um Brasil da década de 1960 ou 1970, em época de ditadura, pois ‘qualquer regulação é uma forma de censura’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao desfecho do julgamento, Vivarta defende que, para reverter o resultado negativo, é preciso desenvolver um debate mais profundo e trazê-lo à sociedade. “Dias Toffoli faz um voto de confiança muito grande na autorregulação dos veículos e, caso a proposta vença, saberemos se esses realmente criarão mecanismos de regulação e se respeitarão as faixas horárias uma vez que não exista penalidades no horizonte”. Renata Mielli endossa a opinião de Vivarta: “Para Toffoli, o ideal é que as emissoras e a sociedade civil promovam uma autorregulação do que deve ou não ser exibido em determinada faixa horária. Esperamos que o pedido de vistas feito pelo ministro Joaquim Barbosa possa dar mais oportunidades para elevar o nível do debate e garantir que o Estatudo da Criança e do Adolescente seja respeitado”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7542940283697335911?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7542940283697335911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7542940283697335911&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7542940283697335911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7542940283697335911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/12/ministros-do-stf-votam-contra.html' title='Ministros do STF votam contra a classificação indicativa e direitos da criança e do adolescente'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Zrg0roSX9lE/TjdoIEiIkWI/AAAAAAAAC8k/j_knU1blPNk/s72-c/Supremo_Tribunal_Federal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4522308598360627949</id><published>2011-11-29T18:41:00.000-02:00</published><updated>2011-11-29T18:41:16.058-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Anatel homologa Apple TV para venda no Brasil</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/11/28/anatel-homologa-apple-tv-para-venda-no-brasil"&gt;Primeira Edição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Internet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.geekaco.com/wp-content/uploads/2010/08/apple_tv_logo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="138" src="http://www.geekaco.com/wp-content/uploads/2010/08/apple_tv_logo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Homologação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no último dia 22 autoriza a venda da Apple TV no Brasil. O dispositivo é um armazenador e reprodutor de mídia digital produzido pela companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agência homologou a segunda geração do equipamento para comercialização no país. As informações foram publicadas no site da agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela Apple TV é possível consumir o conteúdo da iTunes Store por streaming --ou seja, não é necessário armazenar ou baixar arquivos. A autorização da agência também indicar que, oito anos após a inauguração da iTunes Store nos EUA, o Brasil pode ganhar uma versão nacional da loja. Além de músicas para compra, ela também oferece filmes e séries de TV.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4522308598360627949?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4522308598360627949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4522308598360627949&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4522308598360627949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4522308598360627949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/anatel-homologa-apple-tv-para-venda-no.html' title='Anatel homologa Apple TV para venda no Brasil'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7680905360428220119</id><published>2011-11-23T20:32:00.001-02:00</published><updated>2011-11-23T20:33:08.522-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>Presidente do PT diz que é hora de debater o marco regulatório da comunicação</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/11/23/presidente-do-pt-diz-que-e-hora-de-debater-o-marco-regulatorio-da-comunicacao/"&gt;Blog do Rovai&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Internet&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2011/03/midia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2011/03/midia.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O PT convidou aproximadamente 30 entidades empresariais e da sociedade civil que atuam na área da comunicação para discutir na sexta-feira (dia 25) o marco regulatório do setor. A intenção do partido é intensificar o debate dessa questão e, nas palavras do deputado Rui Falcão, presidente do partido, lhe dar robustez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação do seminário que é aberto ao público está abaixo da entrevista que segue. Se o PT entrar com a força que tem neste debate a notícia é mais do que alvissareira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o PT está convocando este seminário com o objetivo de discutir um marco regulatório das comunicações? E por que neste momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há efetividade democrática em um país que não considera suas comunicações como elemento estratégico de ampliação da participação, promoção de direitos e superação de desigualdades. O PT sempre foi um árduo defensor da elaboração de um novo Marco Regulatório das Comunicações no Brasil. Desde o governo Lula este tema está no centro da pauta política do País e é nosso papel dar-lhe mais robustez. Este é o momento certo pra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor convidou aproximadamente 30 entidades pra discutir o tema, incluindo representações da sociedade civil e do setor empresariais, porque o seminário seguiu este modelo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque entendemos que não haverá avanço neste debate sem a manifestação de opiniões diversas. Afinal, a explicitação de dissensos é um importante princípio democrático. Se entendemos que um novo Marco Regulatório deve estimular a mais ampla liberdade de expressão e a promoção de nossa diversidade cultural, deveríamos manifestar isso desde já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor acha que a democracia brasileira está madura para iniciar uma discussão sobre esse tema a partir de um patamar civilizatório da relação mercado e sociedade no setor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza que sim. O jogo democrático como está estabelecido no Brasil é promotor de muitas tensões e disputas. Isso é perfeitamente aceitável. Será, portanto, num ambiente de disputa que se dará este debate.&lt;br /&gt;De nossa parte, entendemos que o novo Marco Regulatório deve criar um ambiente econômico mais equilibrado, onde a diversidade cultural seja entendida como direito e onde o Estado intervenha no estrito sentido da preservação do interesse público. Tudo isso deve ser traduzido pelas idéias de diversidade, responsabilidade pública e de promoção de um novo tipo de protagonismo dos cidadãos no processo de produção de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que mesmo a legislação brasileira da comunicação sendo de 1962 e o setor tendo sofrido uma transformação impressionante, o governo liderado pelo PT tem tido tanta dificuldade em debater esse tema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente pelas características de nosso sistema político. O PT não pode e não deve se colocar como responsável único por este tema. É evidente que precisamos alterar a legislação sobre comunicação no país, inclusive pelas transformações culturais e tecnológicas pelas quais passamos desde os anos 60. Por outro lado, deve ter clareza que não basta querer mudar o marco regulatório. É preciso mobilizar as forças vivas da sociedade para o debate. Caso contrário nos restringiremos às tentativas, sem avançar na produção da hegemonia necessária que a ampliação da democracia exige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação do seminário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 25/11 – sexta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Hotel Braston, salão Topázio, Piso C&lt;br /&gt;Rua Martins Fontes, 330, Centro de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h: mesa de abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Falcão, Paulo Bernardo, André Vargas, Marco Maia, Paulo Teixeira, Humberto Costa, Edinho Silva e Antonio Donato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h30: Estado, Democracia e Liberdade de Expressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venício Lima – Jornalista e sociólogo, professor aposentado da Universidade de Brasília. É autor de Liberdade de Expressão x Liberdade de Imprensa – Direito à Comunicação e Democracia (Ed. Publisher Brasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosane Bertotti – Secretária nacional de Comunicação da CUT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laurindo Lalo Leal Filho – Sociólogo e jornalista, professor da USP. É autor de Atrás das câmeras – Relações entre cultura, Estado e televisão (Ed.Summus), dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13h às 14h30: intervalo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h30 – 17h: Por que o Brasil precisa de um Marco Regulatório das Comunicações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Franklin Martins – Jornalista político. Foi ministro da Comunicação Social (2007-2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dennis Oliveira – Professor da ECA- USP, coordena o Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Schroeder – Coordenação Executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Federação de Periodistas da América Latina e Caribe (Fepalc)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Amadeu – Sociólogo e Doutor em Ciência Política pela USP, é presidente do ITI – Instituto Nacional da Tecnologia da Informação. Autor de Exclusão Digital: a miséria na era da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h às 17h30: Panorama Internacional da Regulação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renato Rovai – Jornalista, editor da Revista Fórum e blogueiro. É presidente da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Brant – Mestre em Regulação e Políticas de Comunicação, membro da Coordenação-Executiva do Intervozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h30 às 19h: Plenária das Entidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço para que todas as entidades convidadas possam se pronunciar sobre o que esperam do PT e de seus governos. Não tem caráter deliberativo nem de assembléia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7680905360428220119?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7680905360428220119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7680905360428220119&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7680905360428220119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7680905360428220119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/presidente-do-pt-diz-que-e-hora-de.html' title='Presidente do PT diz que é hora de debater o marco regulatório da comunicação'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5547790954240184090</id><published>2011-11-22T01:12:00.000-02:00</published><updated>2011-11-22T01:12:30.323-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Copa atrairá investimentos de R$ 64 bi para redes de comunicação</title><content type='html'>Texto e foto publicados em: &lt;a href="http://www.esmaelmorais.com.br/?p=63860"&gt;Blog do Esmael&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2011/09/joel_benin.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2011/09/joel_benin.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Salvadore Martinhão, calcula investimentos de até R$ 64 bilhões em redes de telecomunicações até 2014. “Com as isenções para a expansão de redes, o investimento feito pelo setor privado deve chegar a R$ 60 bilhões. E a Telebras ainda deve investir outros R$ 4 bilhões”, disse. A afirmação veio durante reunião da Câmara Temática de Infraestrutura, nesta segunda-feira (21.11), em Brasília, para determinar os desafios e ações necessárias em telecomunicações e Tecnologia da Informação para o Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Maximiliano, os investimentos são necessários pelas características do Mundial de 2014. “As últimas Copas tinham um perfil de uso de voz e de dados em segunda geração. Agora, teremos a primeira edição com uso das redes de terceira e quarta geração. As pessoas, nos estádios, vão produzir vídeos e fotos e vão querer enviar para familiares e redes sociais. Será o primeiro Mundial verdadeiramente multimídia”, afirma. As prioridades serão a construção de redes móveis 4G, o crescimento das redes de fibra ótica e a expansão da capacidade de satélites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Joel Benin, coordenador das câmaras temáticas do Ministério do Esporte, o dia de debates deve resultar em uma proposta de matriz de responsabilidade específica (compromisso assinado pela União, estados, municípios e entes privados, determinando ações e responsabilidades de cada um).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com José Gontijo, gerente de projetos de Banda Larga do Ministério das Comunicações, ainda falta determinar detalhes de como as redes se interconectarão ao chegar às cidades-sede, já que parte da infraestrutura necessária já existe e será usada a partir de parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Telebras construirá uma pequena parcela da rede que ainda falta, próxima ou dentro de algumas cidades. Na maioria dos casos, a infraestrutura da Telebras vai até determinado ponto e é conectada com outras, de outras empresas, privadas ou públicas”, explicou Gontijo. Para essa conexão, estão previstos no orçamento da empresa R$ 200 milhões. Outros R$ 3,2 bilhões serão investidos em um backbone (espinha dorsal) que servirá para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que será feito acompanhando as linhas de transmissão de energia de alta tensão. “Esses R$ 200 milhões são para fazer a junção entre o PNBL e a preparação para o Mundial”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que uma matriz de responsabilidade seja firmada, falta a definição, pela FIFA, dos pontos de interesse. As redes de dados de alta capacidade deverão atender, além dos estádios, hotéis oficiais, centros de treinamento e de transmissão. “Recebemos uma prévia de onde ficarão esses pontos de interesse. Mas precisamos saber de todos, para que possamos fazer um planejamento que envolva um custo menor na implantação das redes, e também uma potencialização do legado”, explica Gontijo. Segundo o gerente de projetos, a FIFA fará um cronograma de entrega dos locais que serão usados no evento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5547790954240184090?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5547790954240184090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5547790954240184090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5547790954240184090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5547790954240184090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/copa-atraira-investimentos-de-r-64-bi.html' title='Copa atrairá investimentos de R$ 64 bi para redes de comunicação'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-9028382774300418092</id><published>2011-11-21T16:37:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T16:37:13.465-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>DEM questiona regulamentação de TVs por assinatura</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=194170"&gt;Supremo Tribunal Federal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda-feira, 21 de novembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Democratas (DEM) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4679), com pedido de medida liminar, contra diversos dispositivos da Lei 12.485/2011, norma que regulamenta a comunicação audiovisual de acesso condicionado, como são conhecidas as TVs por assinatura. O relator do caso é o ministro Luiz Fux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o DEM, os dispositivos questionados transformariam a Agência Nacional do Cinema (Ancine) em uma espécie de regulador absoluto das atividades de comunicação privadas não sujeitas a outorgas públicas. Além disso, restringiria arbitrariamente liberdades individuais, ao criar discriminação à atividade econômica de cidadãos estrangeiros e restrição ao investimento de capital estrangeiro não previsto na Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a legenda sustenta que a norma questionada fulminaria as regras basilares da ordem econômica, “no caso, os princípios da ampla concorrência e livre iniciativa, bem como de defesa do interesse dos consumidores”.&lt;br /&gt;Com esses argumentos, o Democratas pede a declaração de inconstitucionalidade dos artigos 9º (parágrafo único); 10; 12; 13; 15, na parte em que acrescenta o inciso VIII ao artigo 7º da Medida Provisória 2.228-1, de 2001; 16; 17; 18; 19; 20; 21; 22; 23; 24; 25; 31; 32 (parágrafos 2º, 13 e 14); 36; 37 (parágrafos 5º, 6º e 7º); e 42, da Lei 12.485/11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O partido ainda pede que seja dada interpretação conforme a Constituição Federal ao artigo 29 da Lei 12.485/11, para que esse dispositivo não afaste a necessidade de licitação prévia. Isso porque, para o DEM, sem que se dê interpretação conforme, “restarão violadas as diretrizes para as contratações públicas nos artigos 21 (inciso XI), 175 (cabeça) e 37 (cabeça e inciso XXI) da Lei Maior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-9028382774300418092?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/9028382774300418092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=9028382774300418092&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9028382774300418092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9028382774300418092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/dem-questiona-regulamentacao-de-tvs-por.html' title='DEM questiona regulamentação de TVs por assinatura'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6928375777918607682</id><published>2011-11-18T14:30:00.000-02:00</published><updated>2011-11-18T14:30:03.600-02:00</updated><title type='text'>Ancine estima em R$ 400 milhões os recursos adicionais para produção audiovisual</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=744829"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/11/2011 |&lt;br /&gt;Samuel Possebon&lt;br /&gt;Teletime&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Arte: Wikipédia&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8d/Ancine_Cor_positivo.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8d/Ancine_Cor_positivo.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A Ancine estima em R$ 400 milhões o volume de dinheiro adicional que deve ser gerado para o setor de produção audiovisual por conta dos mecanismos previstos na Lei 12.485/2011, que criou novas regras para o mercado de TV paga. Esse é o montante de recursos decorrentes da arrecadação da Condecine a ser paga pelas empresas de telecomunicações que, potencialmente, possam prestar o serviço de acesso condicionado, como prevê a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em evento realizado pela Converge Comunicações, em parceria com o MIS - Museu da Imagem e do Som, para discutir os impactos da nova legislação sobre a produção audiovisual, Manoel Rangel, presidente da Ancine, lembrou que o fato gerador dessa contribuição começa em janeiro de 2012 e que o recolhimento começa efetivamente em março. Para isso, a agência prepara uma regulamentação específica sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rangel, essa nova contribuição representará um desafio novo para a Ancine e para as empresas. "Apesar de já haver uma rotina para o pagamento da TFF conhecida pela Anatel, o que temos agora um recolhimento novo", explica o presidente da Ancine. A Contribuição, ressalte-se, foi estabelecida pela Lei 12. 485 e veio na proporção exata da redução da cobrança do Fistel por parte das operadoras. Segundo Manoel Rangel, esse montante de R$ 400 milhões praticamente quadruplica o que se tem disponível hoje no Fundo Setorial do Audiovisual para fomento, e representa 150% a mais em relação a todos os recursos incentivados disponíveis hoje no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Critérios&lt;br /&gt;Segundo Manoel Rangel, caberá ao Comitê Gestor do Fundo Setorial Audiovisual estabelecer os critérios para aplicação desses recursos, mas são esperadas diretrizes que fomentem especificamente a produção para TV por assinatura. Parte desses recursos serão utilizados também para fomento da atividade cinematográfica, diz Rangel, mas serão tomados cuidados para garantir que essa produção cinematográfica seja aproveitada também no setor de televisão. O presidente da Ancine adiantou que o fomento para a TV deve ser mais abrangente, podendo haver crédito para o desenvolvimento de formatos, por exemplo. Completou ainda que o fundo buscará conteúdo de alto valor agregado, ou "conteúdo de estoque, e não de fluxo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rangel, a operação desses recursos exigirá da Ancine e do fundo uma " outra mecânica, mais ágil na seleção de projetos e prazos mais curtos para a entrega de obras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rangel reconhece que existe um grande desafio para a Ancine em relação à sua estruturação, e já foram iniciados estudos sobre as necessidades da agência. Nesse momento, alguns estudos referentes à reestruturação do Fundo Setorial Audiovisual já foram passadas ao governo, e futuramente uma proposta de reestruturação da própria agência também será levada ao Executivo para permitir que a Ancine seja adequadamente aparelhada para atender às demandas da Lei 12.485/2011. Segundo Rangel, a área de fomento da agência passou por uma reorganização no último ano, para se preparar para as novas funções. "Em linguagem popular, nós 'limpamos a área' para o novo momento do setor", disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6928375777918607682?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6928375777918607682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6928375777918607682&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6928375777918607682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6928375777918607682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/ancine-estima-em-r-400-milhoes-os.html' title='Ancine estima em R$ 400 milhões os recursos adicionais para produção audiovisual'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6898335708809595161</id><published>2011-11-17T06:19:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T06:19:56.849-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Proposta permite publicidade comercial em emissoras educativas</title><content type='html'>Texto publicado em:&lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=744299"&gt; FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14/11/2011 |&lt;br /&gt;Rachel Librelon&lt;br /&gt;Agência Câmara de Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara analisa o Projeto de Lei 1311/11, do deputado Rogério Mendonça (PMDB- SC), que autoriza a veiculação de publicidade comercial na programação das emissoras de televisão educativa, limitada a 15% do tempo total destinado à programação. A proposta estabelece que os comerciais sejam veiculados exclusivamente nos intervalos, e veda a utilização de merchandising ou qualquer forma de publicidade fora desses intervalos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta altera o decreto de criação a televisão educativa (Decreto-Lei 236/67). A legislação atual veda a veiculação de publicidade comercial por essas emissoras, bem como o patrocínio dos programas transmitidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da proposta argumenta ser quase impossível que a televisão educativa ofereça uma alternativa à programação da TV comercial sem fontes perenes de recursos, que possam financiar a produção de conteúdos e a sua transmissão com um padrão de qualidade satisfatório. “A imposição da limitação de no máximo 15% do tempo total da programação para publicidade, bem como a proibição do uso de merchandising, garantirão mecanismos para que as emissoras educativas angariem fundos sem prejuízo para sua característica primordial: a de veículos que disseminam educação e cultura”, argumenta Medonça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Íntegra da proposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=501624"&gt;PL-1311/2011&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição – Jaciene Alves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6898335708809595161?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6898335708809595161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6898335708809595161&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6898335708809595161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6898335708809595161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/proposta-permite-publicidade-comercial.html' title='Proposta permite publicidade comercial em emissoras educativas'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4259345955426461196</id><published>2011-11-14T16:09:00.000-02:00</published><updated>2011-11-14T16:09:23.867-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Smart TVs ganham força na era da convergência digital</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=743687"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13/11/2011 |&lt;br /&gt;Rafael Maia&lt;br /&gt;Portal Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Kiko Machado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s1600/P1000016.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s200/P1000016.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em jogos importantes da seleção brasileira, da rodada do Brasileirão ou quando algum famoso - na ficção ou fora dela - cria um bordão, como o exaustivo "hoje é dia de rock, bebê", dito por Christiane Torloni durante a transmissão pela TV do Rock in Rio de 2011, esses assuntos tomam conta do Twitter e do Facebook. O mesmo fenômeno de sincronia do conteúdo da TV com as redes sociais acontece em todo o mundo. Tudo isso mostra que, com o surgimento de novas plataformas, as tradicionais não se extinguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário, elas ganham sobrevida - ou uma maneira diferente de sobreviver - em um mercado cada vez mais multifacetado e, ao mesmo tempo, mais convergente. Para o pesquisador americano Henry Jenkins, autor do bestseller que agrada a leigos e acadêmicos, Cultura da Convergência, os seres humanos é que são o centro aglutinador das diferentes mídias. Para ele, é o homem - visto como consumidor, espectador e usuário - o responsável por interligar as diversas plataformas existentes. Em uma entrevista para o Globo News, Jenkins afirmou que, em plena ebulição do uso cotidiano da web, o conteúdo da TV nunca esteve tão popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma espécie de caminho contrário na via internet-televisão é feito pelo YouTube. O site de vídeos mais popular - e um dos mais visitados no mundo - anunciou ao final de outubro novos 100 canais. A diferença, dessa vez, são as megaparcerias com estrelas como Jay-Z e Madonna, além de grandes empresas como o Wall Street Journal. A ideia é criar conteúdo - ou programas - exclusivos para o usuário assistir no próprio Youtube. A grande sacada do site, no entanto, é aproveitar a pontencialidade futura das smart TVs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existem no mercado as chamadas smart TVs, que, à maneira dos smartphones - os celulares inteligentes - pretendem definir uma linha de televisores que promovem a interação com o espectador por meio de acesso à web, a vídeos online e a redes sociais. Por exemplo, o portal Terra mantém parcerias com fabricantes de eletrônicos para aluguel e compra de vídeos on demand do Terra TV Video Store justamente para estes tipos de aparelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos televisores inteligentes, a TV digital também é um outro dispositivo de reposicionamento do espectador agora como um usuário - em um sentido mais ativo da palavra. A questão é que nenhum desses modelos está perto do que uma verdadeira integração de mídias pode ser no futuro, até porque tais televisões ainda fazem a ligação conteúdo-usuário por meio de um controle remoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada do Siri e o início das televisões inteligentes - pra valer&lt;br /&gt;Há pouco menos de dois meses, a Apple lançou o iPhone 4S. Entre as poucas novas funcionalidades e muitas decepções, estava o Siri - um sistema de reconhecimento de voz que causou burburinho no mundo da tecnologia. E não há nada de simples quanto ao Siri. Ele reconhece, pesquisa, responde e conversa por meio de questões complexas como "O que eu posso vestir para ir ao restaurante à noite? ou "Por que você fala comigo?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter Isaacson escreveu na biografia autorizada de Steve Jobs, lançada logo após a morte do fundador da Apple, que o Siri era a última grande ideia da carreira do executivo. A funcionalidade foi primeiramente mostrada no iPhone, mas pretende passos maiores. É o Siri a base da futura - que talvez não esteja tão longe de ser lançada - iTV, a televisão da Apple. Este aparelho, além de integrar diferentes plataformas, seria comandado por um sistema de reconhecimento de voz inteligente, que entenderia o pedido de mudanças de canais à previsão do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro distante dos aparelhos que englobam diversas mídias está, hoje, mais palpável. É essencial, no entanto, como Jenkins fala, entender que na base do desenvolvimento tecnológico e na criação de novas plataformas de comunicação está o usuário - ou espectador - , figura na qual "as velhas e as novas mídias colidem".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4259345955426461196?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4259345955426461196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4259345955426461196&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4259345955426461196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4259345955426461196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/smart-tvs-ganham-forca-na-era-da.html' title='Smart TVs ganham força na era da convergência digital'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XdDDgWyr4Zw/TsFY_9d2_5I/AAAAAAAAAYw/EVHSjKV2nag/s72-c/P1000016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6460015371290635960</id><published>2011-11-10T09:27:00.001-02:00</published><updated>2011-11-10T09:28:37.004-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Anúncios no g-mail mostram quanto o Google sabe sobre você</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/anuncios-no-g-mail-mostram-quanto-o-google-sabe-sobre-voce.html"&gt;Viomundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Google nos domina*, por James Gleick, no New York Review of Books&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução de Pedro Germano Leal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/alerta-na-rede-como-o-google-nos-domina.html"&gt;A primeira parte está aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/google-mercadoria-da-idade-da-informacao-e-atencao.html"&gt;A segunda parte está aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio do Google não é pesquisa, mas publicidade. Mais de 96 por cento de seus 29 bilhões de dólares em receita no ano passado vieram diretamente de publicidade, e a maior parte do resto veio de serviços relacionados a publicidade. O Google recebe mais com publicidade do que todos os jornais do país [Estados Unidos] juntos.  Vale a pena entender como isso funciona. Levy relata o desenvolvimento dessa máquina de publicidade: uma “fantástica conquista na construção de uma máquina de fazer dinheiro através de truques virtuais (8), a partir da Internet.” Em The Googlization of Everything (and Why Should Worry), livro que pode ser lido como uma referência sóbria e admonitória, Siva Vaidhyanathan, um estudioso da mídia na Universidade da Virginia, coloca a questão da seguinte maneira: “Nós não somos clientes do Google: nós somos o seu produto. Nós, nossas fantasias, fetiches, predileções e preferências, somos o que o Google vende para os anunciantes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução desta incomparável máquina de fazer dinheiro produziu uma rápida sequência de inovações brilhantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. No início de 2000, o Google vendeu “premium sponsored links”: anúncios de texto simples associados a certos termos de pesquisa. Uma fornecedora de bolas de golfe poderia ter seu anúncio mostrado a todos que buscassem por “golfe” ou, melhor ainda, “bolas de golfe.” Outros mecanismos de busca na internet já faziam isso. Seguindo a tradição, eles cobravam de acordo com o número de pessoas que viam cada anúncio. Os anúncios eram vendidos para grandes clientes, um a um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Mais tarde, naquele ano, engenheiros desenvolveram um sistema de auto-atendimento, chamado AdWords. O ponta-pé inicial foi: “Você tem em 5 minutos e um cartão de crédito? Obtenha seu anúncio no Google hoje”, e de repente milhares de pequenas empresas estavam comprando seus primeiros anúncios na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A partir de uma outra iniciativa, que teve curta duração, chamada GoTo (até 2003 Google era sua proprietária) vieram duas novas ideias. Uma delas foi a cobrar por clique, ao invés de visualização. Pessoas que clicam em um anúncio de bolas de golfe são mais propensas a comprá-las do que aqueles que simplesmente vêem um anúncio no site do Google. A outra idéia era deixar os anunciantes darem lances uns contra os outros por palavras-chave – como “bola de golfe” – em rápidos leilões online. Leilões de pay-per-click [‘pague-por-clique’] abriram uma torneira de dinheiro. Um clique significava um anúncio bem sucedido, e alguns anunciantes estão dispostos a pagar mais por isso do que um vendedor humano poderia imaginar. Advogados especializados em compensações buscando clientes fariam lances tão altos quanto 50 dólares por um único clique na palavra-chave “mesotelioma”, uma forma rara de câncer causada pelo amianto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. O Google – monitorando sistematicamente o comportamento de seus usuários – tinha conhecimento instantâneo de quais anúncios eram bem sucedidos, e quais não. Era possível usar o click-through rate [‘proporção de cliques’] como uma medida de qualidade dos anúncios. E para determinar quem seriam os vencedores dos leilões, começou-se a considerar não apenas o dinheiro oferecido, mas o apelo do anúncio: um anúncio mais eficaz, recebendo muitos cliques, iria receber uma vantagem na disputa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o Google tinha um sistema de ciclos lucrativos em ação, um feedback positivo por incentivar anunciantes a fazer anúncios publicitários mais eficazes (oferecendo dados para ajudá-los nessa tarefa), e por aumentar a satisfação dos usuários em clicar em anúncios, por evitar ruídos e spam. “O sistema reforçou a insistência do Google de que a publicidade não deveria ser uma transação entre um publicitário e um anunciante, mas uma relação de três vias que também incluía o usuário”, escreve Levy. No entanto, dificilmente esta é uma relação de igualdade. Vaidhyanathan vê aí uma relação de exploração: “A Googlização de tudo abrange a coleta, cópia, adição, e classificação de informações e contribuições feitas por cada um de nós.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, o AdWords Select estava servindo centenas de milhares de anunciantes e fazendo tanto dinheiro que o Google estava deliberadamente escondendo seu sucesso da imprensa e dos concorrentes. Mas este foi apenas o trampolim para o que estava por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Até o momento, os anúncios eram exibidos em páginas de busca do Google, com tamanho discreto, com limites claros, no topo ou no lado direito das páginas. Agora, a empresa ampliou sua plataforma. O objetivo era desenvolver uma forma de inteligência artificial que poderia analisar pedaços de texto – websites, blogs, e-mail, livros – e combiná-los com palavras-chave. Com dois bilhões de páginas-web já indexadas, e com o seu sistema de rastreamento do comportamento de usuários, o Google tinha, na palma da mão, todas as informações necessárias para resolver este problema. Dado um site (ou um blog, ou um e-mail), ele poderia prever que anúncios seriam eficazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta era a “publicidade voltada ao conteúdo”, para usar o jargão. O Google chamou seu programa de AdSense. Para qualquer um que esperasse “rentabilizar” o seu conteúdo, ele era o Santo Graal. As maiores publicações digitais, tais como The New York Times, rapidamente aderiram ao AdSense, deixando o Google lidar com parcelas crescentes de seus contratos de publicidade. E assim o fizeram as menores publicações, aos milhões – fazendo crescer a “cauda longa” (9) de possíveis anunciantes até blogueiros individuais. Todos eles aderiram porque os anúncios eram extremamente produtivos e mensuráveis. “O Google conquistou o mundo da publicidade com nada mais do que matemática aplicada”, escreveu Chris Anderson, editor da Wired. “Ele não fingiu saber coisa alguma a respeito da cultura e das convenções da publicidade – apenas assumiu que dados melhores, com melhores ferramentas analíticas, iriam prevalecer. E o Google estava certo.” Jornais e outras mídias tradicionais têm reclamado de tempos em tempos sobre a apropriação do seu conteúdo, mas é através da absorção de publicidade mundial que o Google tornou-se seu concorrente mais destrutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todas as formas de inteligência artificial, a publicidade voltada ao conteúdo produz erros e acertos. Levy cita um erro clássico: a sangrenta história publicada no site do New York Post – sobre um corpo que foi desmembrado e colocado em um saco de lixo – que foi acompanhada por um anúncio do Google sobre sacos de plástico. No entanto, agora qualquer um pode adicionar algumas linhas de código ao seu site, exibir automaticamente os anúncios do Google e começar a descontar cheques mensais, ainda que pequenos. Vastas extensões da Web que até agora estavam livres de publicidade tornaram-se parceiros do Google. Hoje, os anúncios do Google não estão apenas em sua página de busca, mas toda a Web e, além disso, em grandes volumes de e-mail e, potencialmente, em todos os livros do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa e publicidade tornam-se assim os dois gumes de uma espada afiada. O motor de busca perfeito, como Sergey e Larry imaginam, lê sua mente e produz a resposta que você quer. O motor de publicidade perfeito faz o mesmo: mostra os anúncios que você deseja. Qualquer coisa além disso desperdiça sua atenção, o dinheiro do anunciante e a largura de banda da internet mundial. Sonha-se com uma publicidade virtuosa, unindo compradores e vendedores para o benefício de todos. Mas a publicidade virtuosa neste sentido é uma contradição em termos. O anunciante está pagando por uma fatia da nossa atenção, que é limitada: nossas mentes poderiam estar em outro lugar. Se os nossos interesses estivessem perfeitamente alinhados aos dos anunciantes, não seria necessário pagar. Não existe uma utopia da informação. Os usuários do Google são partes de uma transação complexa, e se há uma lição a ser tirada de todos esses livros é que nem sempre somos partes conscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anúncios ao lado do seu e-mail (se você usa o serviço de e-mail gratuito do Google) podem servir como lembretes, às vezes surpreendentes, do quanto esta empresa sabe coisas que dizem respeito à sua vida privada. Mesmo sem o seu e-mail, seu histórico de pesquisa por si só já revela muita coisa, como diz Levy, “seus problemas de saúde, seus interesses comerciais, seus hobbies, e seus sonhos.” Sua resposta à publicidade revela ainda mais, e com seus programas de publicidade, o Google passou a rastrear o comportamento de usuários individuais de um site da Internet para outro. Eles observam cada um dos nossos cliques (onde possam) e medem quanto tempo levamos para tomar nossas decisões, em milisegundos. Se não fosse assim, os resultados não seriam tão assustadoramente eficazes. Eles não têm rival na profundidade e amplitude de sua mineração de dados. Eles fazem modelos estatísticos para tudo o que sabem, conectando pequenas e grandes escalas, desde o resultado de consultas e cliques, até informações relativas a moda, à estação, ao clima e a doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É para seu próprio bem – esta é a crença que Google nutre. Se queremos os melhores resultados possíveis para nossas buscas, e se queremos anúncios adequados às nossas necessidades e desejos, temos que deixá-lo entrar em nossas almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Este texto foi publicado originalmente como uma análise das seguintes publicações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the Plex: How Google Thinks, Works, and Shapes Our Lives&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Steven Levy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simon and Schuster, 424 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I’m Feeling Lucky: The Confessions of Google Employee Number 59&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Douglas Edwards&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houghton Mifflin Harcourt, 416 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Googlization of Everything (and Why We Should Worry)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Siva Vaidhyanathan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;University of California Press, 265 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Search &amp; Destroy: Why You Can’t Trust Google Inc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Scott Cleland, com Ira Brodsky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telescope, 329 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas da tradução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8) No original, “virtual smoke and mirrors”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9) No original, “long tail”. É uma configuração estatística na qual maior parte da população concentra-se na cauda de uma distribuição de probabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS do Viomundo: Parte da publicidade do Viomundo é determinada pelo AdSense, do Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS do Convergência Midiática também é determinada pelo AdSense&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6460015371290635960?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6460015371290635960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6460015371290635960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6460015371290635960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6460015371290635960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/anuncios-no-g-mail-mostram-quanto-o.html' title='Anúncios no g-mail mostram quanto o Google sabe sobre você'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6646354048039847697</id><published>2011-11-09T01:30:00.003-02:00</published><updated>2011-11-09T01:30:00.713-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Caiu na rede é sucesso total</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=741622"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06/11/2011 |&lt;br /&gt;Thaís Pinheiro&lt;br /&gt;Estadão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Web amplifica ibope da TV e garante cena solo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://entretenimento.r7.com/blogs/fabiola-reipert/files/2010/08/meion-legendarios-mp-20100326.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://entretenimento.r7.com/blogs/fabiola-reipert/files/2010/08/meion-legendarios-mp-20100326.jpg" width="177" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nas noites de sábado, quando o programa Legendários entra no ar pela Record, uma legião - com o perdão do trocadilho - de internautas já está a postos, interagindo pelas redes sociais ou assistindo ao Legendários na Web, que acontece exclusivamente na web e chega a ter 200 mil visualizações durante sua exibição ao vivo. Isso não significa que toda essa turma estará com o controle remoto na mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência da televisão agora se consolida em outras plataformas e aqueles que nem sempre registram números tão surpreendentes no Ibope podem ter seu barulho potencializado quando ganham terreno na web, principalmente nas redes sociais. "É quase mais divertido acompanhar os tweets do que o próprio jogo ou uma novela que está passando na televisão. Criou-se uma comunidade em torno de Vale Tudo, por exemplo, que era quase mais forte na internet do que na TV a cabo", avalia João Ramirez, consultor de negócios digitais e estrategista digital da campanha de Marina Silva à Presidência da República, em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Legendários, que já nasceu baseado no conceito de multiplataformas, investe tanto na TV quanto na internet para ver seu conteúdo repercutir. "No nosso caso, a audiência da TV hoje é muito maior, claro, 10 pontos de audiência é muita gente. O que a gente está fazendo é crescendo paralelamente, juntos. Não gera uma competição, gera um complemento", explica Marcos Mion, apresentador da atração e que conta com quase 3 milhões de seguidores no Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no Twitter, aliás, que alguns dos temas tratados na tela ganham mais força. Em 2010, a vitória de Fernanda Souza na Dança dos Famosos, quadro apresentado no Domingão do Faustão, rendeu muitos comentários na rede social, com direito a troca de farpas entre participante e jurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às segundas-feiras, não escapam dos Trending Topics (assuntos mais populares do Twitter) temas relacionados a programas que abocanham uma fatia muito menor no Ibope se comparados à atração de Fausto Silva, mas que conseguem ser assunto por alguns dias na rede, casos do CQC, da Band, e o do Roda Viva, da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os integrantes do CQC possuem uma comunidade de fãs própria, eles chegam a quase 14 milhões de seguidores", observa o consultor João Ramirez. "Se eles chamarem o público para assisti-los, quase não precisam da emissora para veicular o programa. Eles acabam potencializando toda e qualquer atividade da qual participam", continua. Na TV, o programa pilotado por Marcelo Tas não passa dos 6 pontos de média no Ibope e há um ano mantém o CQC 3.0, só para a web. O sucesso do formato "3.0" foi tanto que outros dois programas da casa ganharam versão online: Jogo Aberto e Receita Minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 17, o Roda Viva ganhou nova bancada, novo apresentador e seus tuiteiros de volta. O resultado foi 0,7 ponto de audiência (o que não chega a 58,2 mil domicílios na Grande São Paulo) - mesma média da temporada com Marília Gabriela - e um lugar cativo nos TT’s, que pode ser visto por milhões de pessoas. "O Roda Viva sempre teve a caraterística de ter muita repercussão, jornais repercutiam ao longo da semana toda. O programa tem uma longevidade maior do que seu próprio horário", aponta Fernando Vieira de Mello, vice-presidente de conteúdo da emissora. Além de ser uma ferramenta de divulgação, a rede de microblogs também é vista como termômetro pela TV. "É um manancial importante para sentir um pouco o pulso do telespectador, quais são as preocupações, tendência de opinião", conclui Mello, justificando que os tuiteiros se ausentaram da bancada durante o período de Gabi apenas porque a atração era gravada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros assuntos bombardearam as redes sociais neste ano foram o UFC no Brasil (RedeTV!) e o Rock in Rio (Globo e Multishow). Neste caso, segundo Ramirez, seu sucesso na web é só representação do que está em alta no cotidiano. "Não acredito muito em fenômenos que aconteçam só na internet. Esses são exemplos de coisas que estavam engajando as pessoas de alguma forma."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Mion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentador de TV, ator e empresário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a sua relação com o público na internet começou a ficar mais forte?&lt;br /&gt;Sou um cara de teatro, fiz faculdade de Filosofia, então sempre demorei para entrar nas ondas tecnológicas. Em 2007, começou uma onda de blogs. O Diogo Boni me convidou pra ter uma página no BlogLog, eu recusei por quase um ano, porque achava que não ia ter tempo, que não ia conseguir. Aceitei e até hoje não sei o que aconteceu, em dois meses já era o mais acessado lá dentro e encerrei o ano como o blog de pessoa física mais acessado do País. Foi uma loucura, não entendia muito do assunto, e a coisa ficou muito grande. Aí comecei a ver que realmente a internet tem um poder muito grande. Algum tempo depois fui apresentado ao Twitter pelo Felipe Solari e no começo a gente tratava realmente como uma rede social. Aí a coisa foi virando, acontecendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando começou a usar o Twitter nos seus programas?&lt;br /&gt;O Descarga, último programa que eu fiz na MTV, foi o primeiro programa da TV brasileira a colocar o Twitter na tela em real time. Então, conforme essas coisas foram aparecendo, eu estava inserido nelas. Quando vim para a Record, o projeto Legendários já nasceu multiplataformas no primeiro risco de lápis. E aí a gente foi aprendendo que adaptar uma coisa da TV no formato que ela é pra internet não dá certo, é uma linguagem diferente, ponto de vista diferente. A gente fez coisas exclusivamente para o pessoal do Twitter, para eles estarem ativos, para darem risada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o papel do seu público na repercussão do seu programa?&lt;br /&gt;Eu conto muito com esse público. Muitas vezes, isso não reverte em números de audiência na TV, mas reverte em conteúdo, em rapidez de informação, em pessoas interessantes comentando. É óbvio que todas as agências de publicidade estão ligadas no que está acontecendo nas redes sociais, então é um casamento. A audiência da internet não é similar à da televisão, mas a gente já está dando o primeiro passo e acredito que vai ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum momento pensou que a audiência na internet poderia tirar a audiência da TV?&lt;br /&gt;Não, não. Isso é um medo de quem não conhece. As duas coisas se complementam. A proposta e o futuro é que continuem as duas mídias juntas, isso vai abrir o leque de opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Entretenimento R7 - Divulgação&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6646354048039847697?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6646354048039847697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6646354048039847697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6646354048039847697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6646354048039847697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/caiu-na-rede-e-sucesso-total.html' title='Caiu na rede é sucesso total'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-9081589472393497346</id><published>2011-11-08T01:29:00.002-02:00</published><updated>2011-11-08T01:29:47.952-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>CIA admite monitorar redes sociais no mundo todo</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=741844"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/11/2011 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;AdNews&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CIA (Agência Central de Inteligência, na sigla em inglês) admitiu que monitora redes sociais e outros canais no mundo todo atrás de possíveis ameaças à segurança dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revelação veio de uma reportagem da AP, repercutida pelo IDG Now!, segundo a qual a equipe de analistas observa 5 milhões de tweets diários, mais o que se passa pelo Facebook, veículos de mídia, salas de bate-papo, entre outros canais de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monitoramento foi iniciado por recomendação do Congresso americano após os ataques de 11 de setembro de 2001. Em 2009, decidiu-se por focar nas redes sociais depois de perceberem as reações de tuiteiros contra o regime iraniano, por conta da contestada reeleição de Mahmoud Ahmadinejad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os agentes estão instalados em um galpão industrial e tanto a localidade exata quanto a quantidade de pessoas que trabalham lá são informações confidenciais. A maioria deles está em Virgínia, mas há gente trabalhando no projeto em embaixadas americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles colhem informações de blogs, por exemplo, cruzam com o que se passa no noticiário local e, dependendo do caso, até usam grampos telefônicos clandestinos. Tudo isso para saber como as pessoas do país em questão estão enxergando os EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse método, a CIA soube que a chamada "Primavera Árabe" estava a caminho. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", afirmou Doug Naqim, um diretor da CIA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-9081589472393497346?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/9081589472393497346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=9081589472393497346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9081589472393497346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/9081589472393497346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/cia-admite-monitorar-redes-sociais-no.html' title='CIA admite monitorar redes sociais no mundo todo'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4397865309922375504</id><published>2011-11-04T19:10:00.001-02:00</published><updated>2011-11-04T19:10:54.094-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>“Há uma tentativa de interditar o debate sobre o marco regulatório da mídia”</title><content type='html'>Texto publoicado em: &lt;a href="http://rsurgente.opsblog.org/2011/11/04/%E2%80%9Cha-uma-tentativa-de-interditar-o-debate-sobre-o-marco-regulatorio-da-midia%E2%80%9D/"&gt;RS Urgente&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Marco Aurélio Weissheimer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://rsurgente.opsblog.org/files/midiaemdebate.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://rsurgente.opsblog.org/files/midiaemdebate.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Franklin Martins repetiu em Porto Alegre uma tese que vem defendendo há bastante tempo: a definição de um novo marco regulatório é uma exigência, entre outras coisas, do desenvolvimento tecnológico do setor das comunicações. “O que separa as telecomunicações da radiodifusão está acabando e esse processo precisa ser regulado”, afirmou, lembrando que hoje um telefone celular não é mais simplesmente um telefone, mas também um transmissor e mesmo produtor de conteúdo. Ele voltou a destacar também que essa regulamentação interessa diretamente ao setor de radiodifusão. “Em 2009, o setor das teles faturou 13 vezes mais que o da radiodifusão. Se não houver regulamentação, quem vai ganhar é o setor das telecomunicações. A radiodifusão será atropelada por uma jamanta”, observou, repetindo imagem que já havia feito no seminário sobre Convergência de Mídias, realizado no final de 2010, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-ministro foi enérgico ao rebater as críticas que apontam, por trás da proposta da regulação, a existência de uma suposta tentativa de censura. “Um dia destes recebi, estupefato, um convite da OAB para discutir ‘controle’ da imprensa. Perguntei se eles estavam se referindo ao Estado Novo. É um absurdo total. Não há nenhum controle da imprensa no Brasil. Lutei contra a ditadura do primeiro ao último dia e sou visceralmente contra censura. O governo Lula comeu o pão que o diabo amassou nas mãos da imprensa e nunca praticou censura. O que Lula fez foi criticar a cobertura da imprensa em algumas situações e isso foi chamado de ‘ataque’. A mídia não pode ser criticada?”, perguntou. O que existe, na verdade, defendeu, é uma tentativa de interditar o debate sobre o marco regulatório num momento estratégico para o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado sobre quais foram as razões que impediram que o novo marco regulatório fosse aprovado no governo Lula, Franklin Martins reconheceu as dificuldades, mas defendeu que o governo passado deu um grande passo ao colocar esse tema na agenda política do país. Esse debate, sustentou, está aberto e vai avançar. Na conclusão de sua fala, repetiu o que, para ele, deve ser o tom dessa discussão: “se for feito com transparência e equilíbrio será melhor para todos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4397865309922375504?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4397865309922375504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4397865309922375504&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4397865309922375504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4397865309922375504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/marco-weissheimer-rotating-header-image.html' title='“Há uma tentativa de interditar o debate sobre o marco regulatório da mídia”'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-19103445710933094</id><published>2011-11-04T05:32:00.000-02:00</published><updated>2011-11-04T05:32:59.872-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>TV Unesp entra no ar nesta sexta-feira, às 20h</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/3031/TV+Unesp+entra+no+ar+nesta+sexta-feira%2C+as+20h"&gt;Bom Dia Bauru&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A princípio 1h da programação será local e o restante transmitirá programas do Canal Futura&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KELLI FRANCO&lt;br /&gt;kelli.franco@bomdiabauru.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imagens.diariosp.com.br/noticia/1320359797tv_0411.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://imagens.diariosp.com.br/noticia/1320359797tv_0411.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;TV Unesp entra no ar nesta sexta-feira (04), às 20h, após longos trâmites e problemas que geraram até mesmo processos administrativos. Problemas resolvidos, a atual diretora da emissora, Ana Sílvia Médola, afirma compromisso com o ensino, pesquisa e extensão para a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma TV dentro da Unesp só faz sentido se puder unir ensino, pesquisa e extensão”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação voltada para a divulgação científica, compromisso primeiro com a qualidade das produções e não com grandes índices de audiência, possibilidade de se tornar um centro de armazenamento e, consequentemente, um centro de pesquisa em TV digital, espaço para experimentação de formatos, uma televisão voltada para os jovens. Esses são algumas das pretenções da TV Unesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente está muito disposto a trabalhar como um centro de pesquisa”, explica Ana Silvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio o sinal ainda será analógico, mas a previsão é nos primeiros meses de 2012 a emissora já tenha autorização para transmitir em sinal digital, com som e imagem de alta definição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos a oportunidade de trabalhar com pesquisa, experimentar e a obrigação de transmitir conteúdo de qualidade”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para quem pensa que divulgação científica e conteúdo de qualidade automaticamente representa consumo elitizado, a professora Ana Sílvia vê como um desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, o desafio da TV Unesp será transmitir conteúdos de divulgação científica de uma maneira interessante e de fácil entendimento, dinâmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A televisão ela é popular. O que a faz mais ou menos popular é o conteúdo, a programação”, explica. “Eu não tenho que partir do pressuposto de que um conteúdo popular deve ser de baixa qualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades/ A professora Ana Silvia logo avisa: colocar uma TV no ar não é tarefa simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantê-la no ar com conteúdos interessantes e tecnologia de última geração é ainda mais complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A burocracia de uma estrutura pública não é compatível com a dinâmica dos meios de comunicação”, explica a professora e diretora da TVU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa será apenas mais uma dificuldade a ser ultrapassada. Quando Ana Silvia assumiu a TV Unesp, no segundo semestre de 2010, vários desafios burocráticos, além de um levantamento completo dos equipamentos que ainda eram necessários tiveram que ser realizados, até que, finalmente, a TV estivesse pronta para transmitir conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro de funcionários também foi revisto e, aos poucos, os talentos foram aparecendo. São  os comunicadores que você passará a conhecer a partir desta sexta-feira (04), quando o canal 45 estiver aberto na TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do conteúdo será do Canal Futura&lt;br /&gt;A TV Unesp estará no ar 24h por dia, mas, por enquanto, apenas 1h será de programação local, divididos em pequenos programas. Ao longo do tempo, esse tempo deve aumentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 &lt;br /&gt;universidades são parceiras do Futura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ter acesso aos conteúdos&lt;br /&gt;Para assistir a programação da TV Unesp é necessário instalar antena UHF ou pelo site: www.tv.unesp.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Juliana Lobato/Agência BOM DIA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-19103445710933094?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/19103445710933094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=19103445710933094&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/19103445710933094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/19103445710933094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/11/tv-unesp-entra-no-ar-nesta-sexta-feira.html' title='TV Unesp entra no ar nesta sexta-feira, às 20h'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6508865826767871046</id><published>2011-10-31T16:22:00.000-02:00</published><updated>2011-10-31T16:22:32.788-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Telecomunicações e mídia lideram fusões e aquisições no trimestre</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=739671"&gt;Valor Online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28/10/2011 |&lt;br /&gt;Moacir Drska&lt;br /&gt;Valor Online&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO – Os segmentos de telecomunicações e mídia foram os setores que concentraram o maior número de fusões e aquisições no Brasil durante o terceiro trimestre. Segundo pesquisa divulgada pela KPMG, esse mercado registrou 19 operações no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O salto de telecomunicações e mídia na comparação com o mesmo intervalo do ano passado foi de 171%. No acumulado do ano, por sua vez, o setor alcançou a marca de 44 transações, reforçando a estimativa da consultoria de que o segmento vai superar o recorde de 47 acordos anunciados em 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do total de transações, 10 foram realizadas por empresas de capital nacional. Outras cinco foram concluídas por companhias de capital estrangeiro que adquiriram empresas no país. Completando o quadro, três transações foram efetivadas por companhias brasileiras comprando empresas de capital estrangeiro estabelecida no país, e um acordo refere-se a uma empresa brasileira adquirindo uma companhia de capital estrangeiro estabelecida no exterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6508865826767871046?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6508865826767871046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6508865826767871046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6508865826767871046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/6508865826767871046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/telecomunicacoes-e-midia-lideram-fusoes.html' title='Telecomunicações e mídia lideram fusões e aquisições no trimestre'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-1641138375301095468</id><published>2011-10-31T11:18:00.001-02:00</published><updated>2011-10-31T11:22:43.013-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Ginga para todos</title><content type='html'>Texto publicado e: &lt;a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/paginasazuis/2011/10/31/noticiapaginasazuisjornal,2325749/ginga-para-todos.shtml"&gt;O Povo online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O pesquisador responsável pela criação do sistema brasileiro de TV digital defende a inclusão social através da interatividade nas televisões&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Por: Émerson Maranhão&lt;br /&gt;emerson@opovo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_128033434835/2011/10/31/2325749/azul.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_128033434835/2011/10/31/2325749/azul.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O pesquisador e professor Luiz Fernando Soares tem uma certeza: somente com a efetiva implementação da TV interativa no Brasil, as classes D e E terão a oportunidade da inclusão digital. “Só 3% da população destas classes têm acesso a computador e 84% nunca usaram um computador e nunca tiveram acesso a Internet na vida”, revelou, em entrevista ao O POVO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho para essa revolução, ele aponta: é o Ginga, um software que faz a ponte entre o sistema operacional do receptor da televisão às aplicações de interatividade criadas e disponibilizadas aos telespectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criador deste software, que se tornou o padrão brasileiro de TV digital, Luiz Eduardo acredita que o Brasil está muito à frente de outros países no uso desta tecnologia, mas alerta para a necessidade de investimento imediato em pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O POVO - Qual é o diferencial do Ginga?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Fernando Soares - O Ginga tem vários diferenciais em relação aos outros sistemas. Além de uma série de vantagens que realmente coloca a linguagem NCL como um avanço tecnológico sobre as linguagens declarativas para definição de programas para TV. O reconhecimento do Ginga, inclusive, veio primeiro do exterior. Por ser uma linguagem declarativa, ela é de muito fácil utilização, não exige um programador especialista. E com isso podemos ter pessoas não especialistas gerando conteúdos interativos, o que torna um lado da inclusão social possível, que é a produção de conteúdo. Ela não precisa ficar na mão daqueles que exigem conhecimento muito grande. Isso vai permitir que as camadas mais pobres possam além de gerar um conteúdo se apropriar também da produção deste conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Esse modelo que o senhor apresenta é muito próximo do conceito de inclusão digital. O senhor não acha que ele já se dá através de outras mídias?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Quando se discute qualquer coisa nesse País, sempre tem esse problema de achar que uma coisa substitui a outra. E não é, uma complementa a outra. Claro que a gente não vai relegar a um segundo plano. A televisão é muito importante para o País. Porque se você for nas classes D e E, por exemplo... a última pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que só 3% da população das classes D e E têm acesso a computador e, pasme você, 84% nunca usaram um computador e nunca tiveram acesso a Internet na vida. Mesmo quando a gente vai às classes A e B, a quantidade de pessoas que já usaram Internet ou computador é muito baixa. Ao passo que, se você vai às classes D e E, 95% dos lares têm televisão. Ela passa a ser um meio muito importante para a inclusão social. Mas sempre a gente vê como um meio complementar. Na realidade, é uma política e nela a televisão tem um peso muito grande. Ela não vem substituir nada, vem complementar. E aí vou até mais além. Porque vai ter uma convergência e a gente vai encontrar exatamente o sistema de IPTV, que é a TV sobre a Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Como está o Ginga hoje?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - O Ginga teve uma repercussão muito grande internacionalmente. Principalmente no mundo científico. Foi quando a gente teve reconhecimento, quando a linguagem NCL foi escolhida como padrão para IPTV, a primeira vez que o País tem um padrão na área da tecnologia da informação e comunicação. Teve também repercussão no sentido de que a utilização da interatividade com a inclusão social seria muito importante e se começou a falar muito na TV interativa. Isso nunca iludiu a nós, pesquisadores. A gente sabia que não é assim de uma hora para outra que você transforma uma tecnologia em produto. O que vem acontecendo nesse tempo? O Ginga tem uma parte brasileira, que é a parte do NCL e do Lua, e tem outra parte que é do Java, que veio da Sun, e teve muito atraso por questão de royalties. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Royalties relativos ao Java?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Sim, do Java. O NCL/Lua não tem royalties, é código aberto, software livre. Isso atrasou muito o processo de lançamento dos produtos. Não tem produto nenhum que saiu, por exemplo, só com o Ginga/NCL – e isso foi muito por pressão dos radiodifusores. No meu entender, foi uma coisa extremamente equivocada e foi um equívoco muito grande o governo brasileiro não lançar produtos com interatividade. Nesse meio tempo, por exemplo, a Argentina fez caminho oposto. Reconheceu, coisa que deveríamos ter feito, que o middle software NCL/Lua era muito melhor e que eles podiam acelerar o processo. A Argentina lançou o sistema deles só com o middle NCL e já lançou com uma compra enorme do governo argentino de vários set-top box com o Ginga. Hoje, apesar de termos quatro vezes a população da Argentina, ela tem a mesma ordem de produtos com Ginga que temos aqui, da ordem de 3 milhões para cada país, com o Ginga embarcado. O Ginga passou esse processo de definição das questões de royalties e mais recentemente começou o embate com relação à obrigatoriedade do Ginga dentro do PPB, do Processo Produtivo Básico. E aí começou uma discussão do ovo e da galinha. Ou seja, a indústria de radiodifusão dizia que não fazia muito conteúdo porque não tinha receptores, a indústria de recepção dizia que não botava receptores porque não era oferecido conteúdo. As duas coisas não são verdadeiras. Na realidade, hoje, a quantidade de produtos com o Ginga já é enorme, eles só não são divulgados. Até porque existe o medo da indústria de recepção de divulgar que as televisões que já estão vendendo – até as televisões da Sony - já vêm com o Ginga junto. Eles têm medo de divulgar isso porque o consumidor compra uma televisão com o Ginga e chega em casa e não tem o serviço de transmissão, vai no Direito do Consumidor e diz: “me venderam um produto dizendo que oferecem uma coisa e não oferecem”. A indústria de recepção reclama muito da indústria de radiodifusão. Eles estão reclamando não com relação ao Ginga, mas que tem muito pouco conteúdo em HDTV, sem interatividade nenhuma. O conteúdo de HDTV é muito pobre ainda. A segunda é uma falácia total. Eles dizem que o Ginga encarece o receptor - e realmente o receptor tem que ser um pouco mais caro, mas esse mais caro é muito pouca coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Quanto mais caro?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Vai sair na ordem de uns R$ 10 mais caro, mas que com o sistema office, vai na ordem de uns R$ 40 mais caro. O que eles alegam? Se você embute R$ 40 numa televisão que custa R$ 5 mil não é nada, mas se embute R$ 40 numa televisão que custa R$ 300, que é o que compra a classe mais pobre, é um problema. Isso vai contra tudo em termos de inclusão social, e a gente quer exatamente a inclusão para as classes mais baixas. Eles alegam: “mas aí eles vão ter que pagar”. Eles só veem custo de um lado, não veem o custo da ausência, ou seja, e o que ela paga em não ter o Ginga? Em não ter acesso, por exemplo, a serviço de saúde, bancário, de educação? Isso não é levado em consideração. É aquela falácia dessa história e a gente tem que estar muito atento porque o Ginga hoje tem uma representatividade muito grande para o País na questão da inclusão social.Não só do ponto de vista da população de mais baixa renda ter acesso a informação, mas ter acesso a serviços que para a gente é tão comum. A gente senta em frente ao computador, vê a conta bancária, compra passagem de avião etc. Esse pessoal não. Só 3% da população tem acesso a isso. Então, o Ginga, na realidade, a interatividade na televisão, vai possibilitar a essas classes C, D e E também ter esses serviços. E o outro lado da questão que é o direito de produzir conteúdos. Por que eles não têm direito de gerar conteúdos a partir disso aí? Por que eles não vão ter direito de produzir conteúdos interativos? O Ginga possibilita fazer isso, exatamente com essa linguagem simples, que é o NCL/Lua. Não é à toa que a gente vê, por exemplo, a grande batalha que as TVs comunitárias estão fazendo pelo Ginga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - O que falta politicamente para o Ginga vingar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - O Governo brasileiro, no lançamento do sistema de TV digital, foi muito forte e muito positivo. Nessa época, o governo pegou com rédeas a questão da inclusão através da TV digital e o processo foi muito bem. Só que chegou a um ponto em que ele se afastou, deixou nas mãos da indústria de radiodifusão e de recepção. Ele se omitiu, essa é que é a verdade. O PPB é uma tentativa desse governo de retomar as rédeas desse processo de inclusão, porque inclusive o Brasil se comprometeu com o resto do mundo. O Brasil convenceu 11 países da América Latina e agora está convencendo os da África a adotar o sistema nipobrasileiro. E esses países só adotam o sistema nipobrasileiro por causa do Ginga. Isso é tão importante que, por exemplo, Cuba, que está querendo adotar o padrão chinês, China está indo a Cuba oferecer o padrão chinês com o Ginga. Ou seja, o que chamou atenção para a adoção foi justamente essa facilidade de uso e a possibilidade da linguagem NCL/Lua. O Brasil vendeu isso para outros países, então o governo não pode deixar as rédeas soltas do jeito que está. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Saindo da academia e indo para a parte prática, o que o Ginga mudaria hoje na minha vida, na minha casa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Você que é uma pessoa que tem acesso a todas as facilidades de Internet, diria que em termos de serviços para você não vai fazer nenhuma diferença. O que faria diferença para você? Seria uma nova TV. É entretenimento de uma forma diferente. É você ver um jogo de futebol, por exemplo, e poder escolher o ângulo que a câmera vai passar. É você pode ver o tira-teima na hora que quer e não na hora que o Galvão Bueno quer. É você ter a televisão personalizada para você. Na hora de receber uma propaganda dizendo: “Beba cerveja A ou B”, vai fazer: “Beba cerveja A ou B no boteco do seu Joaquim, que é do lado de sua casa”, é a personalização da TV. A possibilidade que só o Ginga tem que é você acabar com essa ideia de que televisão é uma telinha. Televisão são múltiplos dispositivos. A sua casa hoje é um ambiente que tem computador, celular, televisão. Então, a exibição de televisão não pode ser mais só na tela. Você tem que ter exibição na tela, no computador, no celular, tudo junto. E tudo isso vai fazer você ter uma sensação de inclusão, aí no sentido de inclusão no ambiente de percepção daquela informação que está sendo transmitida, seja ela qual for. Isso para você vai fazer diferença. É uma nova TV, completamente diferente e aí vamos precisar ter aplicações bem feitas. As aplicações que hoje as radiodifusoras estão fazendo são muito pobres, muito mal feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Onde é que o governo brasileiro erra e onde acerta com a TV Digital?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - O governo não errou em nenhum momento. O erro que cometeu não foi de visão, foi erro de omissão. Teve um período em que ele se omitiu e não poderia ter se omitido, deveria ter se imposto mais. Até 2007, o governo foi bastante atuante, mas depois ele deixou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Como o Brasil está em relação aos países do Primeiro Mundo na questão da TV Digital?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Muito na frente. E a razão é única. Nos Estados Unidos, ninguém nunca deu bola para a questão da TV digital por razões óbvias. É um país rico, você faz a inclusão (digital) pela Internet, não existe TV aberta, só a cabo. O Brasil é uma coisa única no mundo em termos de TV aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - E em relação à Europa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - A Europa escolheu um padrão que é o MHP, da mesma forma como a gente tem a parte Java e a parte declarativa. Só que demoraram a escolher esta parte declarativa, começaram a aparecer várias implementações, pulverizou. O próprio MHP, por questão de royalties, morreu. Aí você tinha Itália com uma coisa, França com outra, Alemanha com outra. Moral da história: morreu, não teve exatamente essa hiper-operabilidade, não conseguiram fazer a tal hiper-operabilidade. Na época, diziam que o padrão europeu estava em 68 países e o padrão japonês só estava no Brasil e Japão, naquela época era só no Brasil e Japão. E isso incomodava a gente muito. Pô, 68 a 2! Estamos tomando de goleada! Quando um amigo resolveu fazer uma continha, se você somasse a população desses 68 países não dava a população do Brasil e Japão. Nosso mercado era muito maior com os dois países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Estamos à frente, então?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Estamos. Tecnologicamente, ainda estamos à frente. Ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OP - Por que ainda?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Luiz - Porque a tecnologia é muito rápida, ela evolui muito rápido, se a gente não evoluir... Por exemplo, todo o dinheiro passado para a academia – e olha que foram 76 institutos de pesquisa envolvidos no desenvolvimento do sistema – todo esse dinheiro parou, acabou. Desenvolveu, acabou. Só que não é só assim. Quando você acaba de desenvolver hoje, tem que desenvolver o de amanhã. Se você não desenvolve o de amanhã, vem outro e substitui. A academia hoje deveria estar investindo no futuro. Ainda está. Você ainda encontra... Outro dia somei, são 22 universidades só com pesquisas sobre o Ginga. Agora já não fazem mais naquele volume que faziam antes. Se ficar muito tempo sem dinheiro, não vai conseguir e os outros estão avançando, eles (americanos e europeus) não são bobo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM É O PESQUISADOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Eduardo Soares é professor titular do Departamento de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Já foi presidente da área de computação na CAPES, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e atual membro de seu Conselho, e vice-presidente do Laboratório Nacional de Redes de Computadores (LARC). É o atual representante da academia no Módulo Técnico da Câmara Executiva do Fórum de TV Digital Brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia anda muito rápido&lt;br /&gt;Hoje, nós temos que pensar na NCL de amanhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1991&lt;br /&gt;FOI O ANO&lt;br /&gt;em que o Ginga surgiu, a partir de um modelo de dados chamado NCM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54&lt;br /&gt;EMPRESAS&lt;br /&gt;prestadoras de serviço estão registradas na Comunidade Ginga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicionário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) NCL é a sigla de Nested Context Language , uma linguagem declarativa para autoria em hipermídia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Middleware é uma camada de software posicionada entre o código das aplicações e a infra-estrutura de execução (plataforma de hardware e sistema operacional). Um middleware para aplicações de TV digital consiste em máquinas de execução das linguagens oferecidas, e bibliotecas de funções, que permitem o desenvolvimento rápido e fácil de aplicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Ginga é o nome do middleware do Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital Terrestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) MHP é a sigla de Multimedia Home Platform&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que só 3% da população das classes D e E têm acesso a computador e, pasme você, 84% nunca usaram um computador e nunca tiveram acesso a Internet na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, apesar de termos quatro vezes a população da Argentina, ela tem a mesma ordem de produtos com Ginga que temos aqui, da ordem de 3 milhões para cada país, com o Ginga embarcado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: O Povo Online&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-1641138375301095468?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/1641138375301095468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=1641138375301095468&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1641138375301095468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/1641138375301095468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/ginga-para-todos.html' title='Ginga para todos'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2697072144152803461</id><published>2011-10-30T21:26:00.000-02:00</published><updated>2011-10-30T21:26:23.781-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>YouTube vai criar canais similares aos da TV</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/youtube-vai-criar-canais-similares-ao-da-tv-30102011-9.shl"&gt;Info online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/youtube-20111030161022.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/youtube-20111030161022.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;São Paulo – o YouTube anunciou parcerias com diversos produtores de entretenimento nos Estados Unidos. O motivo: transformar o serviço numa espécie de canal de TV a cabo na web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo comunicado, publicado no blog oficial do serviço, o YouTube também fechou acordos com personalidades e empresas que produzem notícias, filmes e cobrem o mundo esportivo. Gente ligada ao mundo da música também fechou parceria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a iniciativa, o Google terá todo tipo de conteúdo – e, claro, com potencial para satisfazer vários tipos de públicos. Com isso, a empresa espera que uma parcela dos telespectadores troquem a consolidada TV a cabo pelo streaming do YouTube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se der certo, o Google pode atrair os anunciantes que investem no mercado televiso, um dos mais caros do mundo da publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros canais no YouTube devem aparecer no próximo mês. E eles ficarão no ar por pelo menos um ano. Segundo o Google, eles serão acessíveis de qualquer gadget com suporte ao YouTube e que tenha conexão com a internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Reprodução&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2697072144152803461?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2697072144152803461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2697072144152803461&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2697072144152803461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2697072144152803461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/youtube-vai-criar-canais-similares-aos.html' title='YouTube vai criar canais similares aos da TV'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-3201838739344507572</id><published>2011-10-28T16:56:00.000-02:00</published><updated>2011-10-28T16:56:55.734-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Google se esforça para salvar Google TV</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/google-se-esforca-para-salvar-google-tv-28102011-28.shl?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+NoticiasINFO-TecnologiaPessoal+%28Not%C3%ADcias+INFO+-+Tecnologia+pessoal%29"&gt;Revista Info&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-W9UGSv1NliU/Tlv0gmJEU_I/AAAAAAAAAWk/0TL5BT_GyQg/s1600/P1000023.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-W9UGSv1NliU/Tlv0gmJEU_I/AAAAAAAAAWk/0TL5BT_GyQg/s200/P1000023.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;São Francisco  - O Google está fazendo outro esforço para levar sua astúcia da internet para aparelhos de televisão, na esperança de entrar em um mercado vasto e novo apesar da fraca reação dos consumidores à primeira tentativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia de buscas na Web anunciou uma renovada versão do Google TV na sexta-feira, trazendo novas funcionalidades que visam tornar o produto mais fácil de usar e mais atraente para os consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão 2.0 do Google TV fornece novas ferramentas para recomendação de filmes, programas de TV e vídeos on-line, e torna mais fácil para desenvolvedores de software criar novas aplicações para a tela de televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há muita sede de usar internet na sala de estar", disse o vice-presidente de gerenciamento de produtos Mario Queiroz, que está liderando o projeto Google TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em um sinal dos muitos desafios frustrados do Google para conquistar as salas de estar, bem como as tentativas de outras empresas de tecnologia, como a Apple, Queiroz descreveu a Google TV como uma "aposta de longo prazo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu não sei o mês exato em que isso vai decolar", disse ele à Reuters durante uma demonstração do novo produto na sede do Google na Califórnia, semana passada. "Eu acho que tem havido um grande progresso em relação ao ano passado e no ano que vem haverá muito mais progresso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Google TV, que atualmente vem embutida em alguns modelos de televisores da Sony e de produtos da Logitech International, permite aos consumidores acessar vídeos on-line e sites em suas TVs, bem como se divertir com aplicativos, como games.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google não revela quantos usuários tem para o Google TV, que foi lançado com grande alarde no ano passado. Mas alguns analistas dizem que a versão 1.0 do produto tem sido um fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A fogueira que eles estavam tentando acender nem sequer gerou faísca", disse o analista James McQuivey, da Forrester Research.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço de 299 dólares para o Google TV mais barato era muito alto, disse McQuivey. A Logitech, desde então, reduziu o preço para 100 dólares. E o fato de muitas das redes de televisão, talvez sentindo uma ameaça do Google, terem bloqueado seus programas no Google TV criou confusão entre os consumidores, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a TV é um segmento muito atrativo para o Google ignorar, concordam analistas, especialmente para uma companhia que gerou 96 por cento de suas receitas em 2010 de publicidade --e, segundo a empresa de pesquisas IDC, o segmento publicitário televiso deve ficar próximo a 70 bilhões de dólares nos EUA apenas neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Foto: Kiko Machado&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-3201838739344507572?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/3201838739344507572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=3201838739344507572&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3201838739344507572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3201838739344507572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/google-se-esforca-para-salvar-google-tv.html' title='Google se esforça para salvar Google TV'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-W9UGSv1NliU/Tlv0gmJEU_I/AAAAAAAAAWk/0TL5BT_GyQg/s72-c/P1000023.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-317799073094026606</id><published>2011-10-25T09:11:00.001-02:00</published><updated>2011-10-25T09:12:12.807-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Após medidas do governo, mercado já fala que Ginga chega forte em 2012</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=737640"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/10/2011 |&lt;br /&gt;Georgia Jordan&lt;br /&gt;Tele Síntese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Middleware de interatividade da TV digital aberta, no entanto, deve ser complementar à TV conectada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XyZnUtvL5Vw/TelSi7U8KZI/AAAAAAAAAVQ/Pqnp7ouDt38/s1600/logoginga2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="113" src="http://4.bp.blogspot.com/-XyZnUtvL5Vw/TelSi7U8KZI/AAAAAAAAAVQ/Pqnp7ouDt38/s200/logoginga2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"O Ginga vem em 2012". A afirmação foi consenso entre especialistas e executivos do setor de televisão durante debate sobre interatividade no Fórum TV do Futuro, realizado nesta sexta-feira (21) em São Paulo. A forma como a tecnologia de interatividade da TV digital aberta deve ser implementada, no entanto, será apenas complementar à interatividade da TV conectada à internet, principal aposta de fabricantes, consultores e acadêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Ginga com certeza virá mais forte a partir do ano que vem, mas ele virá como plataforma complementar. O Ginga vai ser parte da Smart TV", disse a gerente de produtos de TV da LG, Fernanda Summa. A fabricante lançou, até agora, apenas um aparelho com o middleware embarcado, mas já o tirou de linha. Summa afirma, no entanto, que boa parte dos televisores vendidos no ano que vem terão Ginga embarcado, e 100% terão conversor para a TV digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A probabilidade do governo tornar o Ginga obrigatório, no entanto, diminuiu a resistência no setor, que afirma que as emissoras não estão produzindo conteúdo interativo para justificar o uso do middleware. O professor Marcelo Zuffo, do ISP-USP, lembra ainda que o tipo de interatividade do Ginga é limitado, uma vez que depende da mediação da emissora e não tem canal de retorno próprio, no momento, como nos aplicativos que dependem apenas de conexão com a internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Interatividade na TV aberta não é vantagem nem para o radiodifusor, nem para o telespectador", resumiu o mediador do debate, o jornalista Ethevaldo Siqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor Walter Duran, por sua vez, lembrou que o modelo de interatividade na TV ainda não está fechado. "Interatividade é uma coisa pessoal, a TV é coletiva. A interatividade polui a tela", afirmou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-317799073094026606?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/317799073094026606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=317799073094026606&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/317799073094026606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/317799073094026606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/apos-medidas-do-governo-mercado-ja-fala.html' title='Após medidas do governo, mercado já fala que Ginga chega forte em 2012'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XyZnUtvL5Vw/TelSi7U8KZI/AAAAAAAAAVQ/Pqnp7ouDt38/s72-c/logoginga2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4636942866022722758</id><published>2011-10-24T13:31:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T13:31:29.671-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Comissão discute necessidade de mais canais digitais no Brasil</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/COMUNICACAO/204379-COMISSAO-DISCUTE-NECESSIDADE-DE-MAIS-CANAIS-DIGITAIS-NO-BRASIL.html"&gt;Agência Câmara de Notícias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática realiza nesta terça-feira (25) audiência pública para discutir as formas de ocupação do espectro radielétrico na faixa de 700 MHz, atualmente destinada à radiofusão. Na reunião, também será debatida a utilização da faixa de 400 MHz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os integrantes da comissão querem saber, entre outras coisas, se há necessidade de que sejam atribuídos similares digitais a todos os canais analógicos, primários e secundários já existentes. Estará em questão também a existência ou não de uma demanda por novos canais de geração de televisão, à medida que o País cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o deputado José Rocha (PR-BA), autor do requerimento para a realização da audiência, em diversos países do hemisfério norte, em especial nos Estado Unidos, onde a televisão aberta tem perdido valor pela altíssima penetração da TV paga e pelas deficiências da tecnologia de TV digital escolhida pelo País, a faixa de UHF está progressivamente sendo transferida para a serviços móveis de banda larga, todos pagos. É uma resposta à crescente demanda pelos dispositivos pessoais que se proliferam no mercado, como os tablets. Já no Brasil, a faixa de freqüência de 470 MHz a 806 MHZ, que corresponde aos canais 14 a 69 de UHF, é destinada à retransmissão e repetição de televisão analógica e digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o deputado, almejando mercados mundiais para seus desenvolvimentos, os fabricantes multinacionais de equipamentos exercem enormes pressões sobre Organismos Nacionais e Internacionais de Padronização (União Internacional de Telecomunicações-UIT-, Comissão Interamericana de Telecomunicações –CITEL- e Anatel) para que a faixa de UHF seja destinada para os novos serviços móveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compartilhamento&lt;br /&gt;A Conferência Mundial de Telecomunicações de 2007 da UIT já previu o&lt;br /&gt;compartilhamento de parte da faixa de 700 MHz (698 a 806 MHz, canais 52 a 69) nas Américas entre serviços de radiodifusão e serviços móveis. &lt;br /&gt;Além disso, no âmbito internacional já se iniciam discussões sobre a identificação de mais canais de TV em UHF a serem transferidos para a banda larga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento, a administração brasileira indicou que, em nosso País, o&lt;br /&gt;compartilhamento ocorreria a partir de 2016, quando aconteceria o desligamento da TV analógica. Em janeiro de 2012 haverá nova conferência mundial, na qual o Brasil pode modificar essa indicação, de forma a encurtar ou alongar esse prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, a faixa de UHF abriga as transmissões analógicas de televisão e está sendo utilizada para a implantação da TV digital, cujo processo está apenas começando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais canais digitais&lt;br /&gt;O deputado José Rocha coloca outras questões que devem ser levadas em conta durante a audiência. Uma delas é o fato de que a evolução do Serviço de Radiodifusão e a continuidade da TV Aberta na liderança do mercado brasileiro por meio da adoção de novos formatos como 3D, UHDTV, deverão demandar espectro adicional. Ou seja, a continuidade da TV aberta, que é a TV digital, apresenta uma demanda ainda não dimensionada de canalização em UHF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram convidados para a audiência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das&lt;br /&gt;Comunicações, Genildo Lins;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- um representante do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações , Jarbas José Valente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa Filho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-o presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre,&lt;br /&gt;Roberto Franco;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-o presidente do Comitê do Espectro para Radiodifusão da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Ricardo Balduíno;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o coordenador do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), João Brant;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-o presidente-executivo da Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel), Eduardo Levy;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-o conselheiro da Associação Brasileira de Telecomunicações, Francisco Carlos Giacomini Soares;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-e o presidente da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), João&lt;br /&gt;Carlos Saad;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência acontecerá às 14h30 de terça-feira, no plenário 13 das comissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Redação/MM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4636942866022722758?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4636942866022722758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4636942866022722758&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4636942866022722758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4636942866022722758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/comissao-discute-necessidade-de-mais.html' title='Comissão discute necessidade de mais canais digitais no Brasil'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-3483921745072107353</id><published>2011-10-24T00:30:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T00:30:51.192-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><title type='text'>Novos modelos para os jornais</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;Nos últimos seis meses, o jornal "The New York Times" conseguiu 281 mil novos assinantes - todos dispostos a pagar algo entre US$ 15 e US$ 35 a cada quatro semanas para ter acesso ao conteúdo da publicação via internet.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Por Célia de Gouvêa Franco*&lt;br /&gt;No site: &lt;a href="http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=e9bf14a419d77534105016f5ec122d62&amp;amp;cod=8774"&gt;Pátria Latina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.patrialatina.com.br/fotos/23-10-2011_07_37_57_.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://www.patrialatina.com.br/fotos/23-10-2011_07_37_57_.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Melhor do que o esperado, quando, em março, a direção da empresa resolveu levar adiante a proposta de cobrar dos leitores que buscam informações no site, o resultado da campanha do "NYT" interrompeu uma preocupante queda nos números da "audiência" do jornal geral de maior prestígio no mundo. Não foi uma decisão fácil. Segundo Arthur O. Sulzberger Jr., "publisher" do "New York Times", a discussão e os estudos sobre como criar esse novo sistema de assinatura tomaram mais de um ano e meio, incluindo pesquisas entre os leitores sobre como manter a qualidade nas novas circunstâncias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista de Sulzberger aos editores da empresa de consultoria Innovation Media foi divulgada na semana passada em Viena durante o congresso da WAN-Ifra, a Associação Mundial de Jornais e de Editores, que representa mais de 18 mil publicações de 3 mil companhias em cerca de 120 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última década tem sido marcada nas empresas de comunicações ao redor do mundo por intenso e acirrado debate sobre manter ou não gratuitas todas as informações disponíveis nos sites criados pelas publicações ou criar mecanismos de cobrança por esses acessos. Jornais de economia e negócios, como o "Financial Times" e o "Wall Street Journal", lideraram a tendência de instituição das assinaturas para os serviços on-line, mas o exemplo do "NYT" é considerado emblemático para o setor como um todo por ser um jornal geral e não especializados como os dois outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implementada em março, a decisão do jornal americano - bem-sucedida até agora, embora seja obviamente muito cedo para uma avaliação definitiva - reforça os argumentos dos advogados da tese de que cobrar por conteúdo on-line é uma alternativa importante de recomposição do faturamento dos jornais, em queda nos últimos anos em quase todas as economias maduras. Nos Estados Unidos e na Europa, os jornais perdem leitores e anunciantes, uma tendência que não ocorre na mesma proporção na América Latina e na Ásia. Nos últimos cinco anos, os jornais latino-americanos aumentaram suas tiragens em 4,5%, segundo levantamento da WAN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores preferem pagar por informações exclusivas e material editado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interrupção na queda do número de assinantes do "New York Times", graças aos novos leitores via veículos eletrônicos, deve estimular outros jornais ao redor do mundo a aderir a essa prática. Em Viena, Jim Roberts, editor executivo do "NYT", que era contra a cobrança no site por medo de perder leitores e anunciantes, lembrou que o modelo adotado continua permitindo o acesso gratuito na web aos assinantes do jornal em papel. Da mesma forma, está franqueada a leitura de matérias de leitores que cheguem ao site por meio de algum sistema de pesquisa ou redes sociais - quem não é assinante pode ler gratuitamente até 20 artigos por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o "NYT" mantém abertos assuntos considerados de especial interesse para o público, como a cobertura de um desastre natural (um exemplo foram as informações sobre o furacão Irene em agosto) ou um debate como o promovido pelo jornal sobre escolas públicas na cidade de Nova York. Para Roberts, já é possível depreender duas "lições" do esquema de assinaturas no on-line: muitos jornalistas da redação estão mais animados com a maior interatividade com o público e começa a se formar um consenso de que um modelo de subscrição é menos sensível a crises financeiras, como a atual, e as receitas não flutuam tanto quanto no modelo tradicional, quando os grandes anunciantes correm a cortar gastos em publicidade em momentos mais difíceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma experiência semelhante à do "New York Times" e um pouco mais antiga é a do alemão "Berliner Morgenpost", que criou assinaturas para a plataforma digital há dois anos - e é o único jornal da sua região que o faz. Segundo seu editor-chefe, Carsten Erdmann, a decisão de passar a cobrar pelo conteúdo na internet deve vir acompanhada do investimento e de um compromisso ainda maior com a qualidade das informações. O leitor precisa ter a sensação de que vale a pena pagar por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Carlo Campos, presidente da empresa espanhola de consultoria Novapress Media, a grande questão hoje para as empresas de comunicação não deveria ser "cobrar ou não cobrar pelas informações disponíveis nos sites?", mas sim "por qual conteúdo as pessoas estão dispostas a pagar para ter acesso?" Boa parte das notícias se constitui atualmente em verdadeiras commodities, disponíveis sem custos para os leitores por meio de uma infinidade de veículos. Também se tornaram muito comuns as ofertas de serviços de pesquisa, como o Google, assim como infográficos e recursos que permitem a interatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de pessoas dispostas a pagar por essas informações é muito menor do que o dos que concordam em pagar por informações exclusivas, perfis de personagens de destaque, análises de especialistas, interpretação de índices assim que eles são divulgados por governos ou empresas, contextualização das notícias, dados financeiros e contábeis de companhias. Quanto mais desses conteúdos as publicações estiverem aptas a oferecer para seus leitores, tanto mais eles estarão dispostos a pagar por eles. É nessa gama de opções de serviços que seria possível para as empresas de comunicações obterem e mesmo aumentar sua receita com a venda de assinaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores, mostram as pesquisas, querem também que as notícias sejam editadas. Ou seja, que especialistas organizem o material dando mais destaque para os temas mais importantes. O simples arrolamento de notícias sem maiores critérios de edição é rejeitada por boa parte dos consumidores mais categorizados dos sites informativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo de investimento na qualidade do conteúdo foi relatado por Han Fook Kwang, editor do "Straits Times", de Cingapura. Apesar da ampla cobertura da televisão e da internet da campanha eleitoral, ocorrida em maio, o jornal vendeu 60 mil cópias adicionais no dia da votação e uma média de 15 mil a mais por dia durante as semanas anteriores por causa dos artigos e das matérias interpretativas. E diferentemente de outras publicações, que têm reduzido seu quadro de jornalistas, o "Straits Times" mantém um grande número de correspondentes na Ásia porque são as notícias sobre a região que mais atraem os leitores, como mostram as pesquisas feitas todos os anos, que indicam ainda que é grande sua credibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tablets : opção interessante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, porém, a cobrança de assinatura dos serviços noticiosos ainda não se traduz em receita volumosa para os jornais. As publicações impressas continuam tendo a preferência dos anunciantes, embora gradualmente essa tendência se mostre menos predominante, com aumento lento, mas contínuo, dos anúncios para os meios eletrônicos. No atual quadro, faz sentido, portanto, a decisão do "New York Times" de criar uma categoria de assinatura para o on-line em que o leitor também recebe a edição de domingo - tradicionalmente o ponto alto em termos de jornalismo e de número de anúncios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para especialistas que se apresentaram no congresso dos jornais em Viena, os jornais em papel devem ter uma vida mais prolongada do que se imaginava há quatro ou cinco anos. Muitas vezes anunciada, a morte do jornal impresso não deve ocorrer a curto prazo - a impressão agora é de convivência de vários veículos em uma mesma empresa de forma a que o leitor possa tomar conhecimento de uma informação pelo meio que mais o atraia ou que esteja mais à mão. Sulzberger conta que no "New York Times" essa "parceria" entre impresso e digital está sendo um desafio - "estamos no processo de experimentar e aprender".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, os tablets estão sendo considerados por muitos executivos de empresas de comunicação e por jornalistas uma opção muito interessante para a edição de notícias - mais até do que os computadores em seus variados modelos. Primeiro, pela maior portabilidade dos tablets em comparação até mesmo com os notebooks - é possível voltar a ler jornais na cama com um iPad, brincou um palestrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, a rapidez com que os tablets estão ganhando mercado funciona como um atrativo tanto do ponto de vista jornalístico como do anunciante, que, além disso, conta com maior variedade de recursos gráficos do que em outras plataformas digitais. Uma pesquisa feita com 2.813 americanos em julho pela Innovation International e também divulgada durante o congresso de Viena mostra que menos de dois anos desde o seu lançamento, em fevereiro de 2010, os tablets já foram comprados por 9% dos entrevistados e outros 15% têm intenção de adquirir o seu nos próximos seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*De Viena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-3483921745072107353?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/3483921745072107353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=3483921745072107353&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3483921745072107353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3483921745072107353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/novos-modelos-para-os-jornais.html' title='Novos modelos para os jornais'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5681692578797045740</id><published>2011-10-18T17:49:00.002-02:00</published><updated>2011-10-18T17:49:36.008-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Está certo: até 2016, todas as emissoras de TV no Brasil só operarão com o sinal digital</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;cont_key=736107"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vem por aí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/10/2011 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;Coletiva.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está certo: até 2016, todas as emissoras de TV no Brasil só operarão com o sinal digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com o padrão digital não popularizado no país, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, declarou que o sinal analógico de televisão no Brasil está mantido para 2016. Medidas já estão sendo tomadas para acelerar o processo de digitalização.“Esperamos que até 2016 já estejamos totalmente prontos para fazer o apagão analógico. Até lá, as emissoras vão ter tempo para se adaptar e os próprios consumidores vão querer modernizar seus equipamentos, até mesmo porque teremos uma Copa do Mundo aqui no Brasil em 2014 e as pessoas já vão querer aproveitar a tecnologia”, avaliou o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Federal vai oferecer um incentivo para que emissoras de TV comprem equipamentos necessários para a migração do sistema. Por isso, será dado acesso a linhas de crédito diferenciadas, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O MiniCom divulgou no site algumas medidas que serão tomadas. O secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Genildo Lins, afirmou que todas as 400 geradoras de TV espalhadas pelo País poderão realizar transmissões digitais e analógicas, ao mesmo tempo, até que o sinal analógico seja definitivamente desligado, em 2016.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O decreto que estabeleceu o sistema de TV digital no Brasil abriu a possibilidade de interatividade nas transmissões. Isso quer dizer que o telespectador poderá usar seu aparelho de TV para consultar saldo bancário, agendar consultas médicas, consultar a previsão do tempo, informações de trânsito e comprar produtos. Para possibilitar essas interações, pesquisadores brasileiros desenvolveram o Ginga, uma ferramenta que vai permitir a interatividade na TV digital brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo está trabalhando para incluir o Ginga nos aparelhos de televisão fabricados no Brasil. Atualmente, nem todos os aparelhos saem de fábrica prontos para a interatividade. A expectativa é de que no próximo ano, 75% dos televisores já saiam das fábricas com o middleware de interatividade instalado. Em 2013, esse percentual alcançaria 100% dos aparelhos. A medida está tramitando no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5681692578797045740?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5681692578797045740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5681692578797045740&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5681692578797045740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5681692578797045740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/esta-certo-ate-2016-todas-as-emissoras.html' title='Está certo: até 2016, todas as emissoras de TV no Brasil só operarão com o sinal digital'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-8089044028402022093</id><published>2011-10-14T18:25:00.001-03:00</published><updated>2011-10-14T18:25:00.685-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Apagão analógico está mantido para 2016, diz Bernardo</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=735512"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13/10/2011 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;Ministério das Comunicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo confirma data de desligamento de transmissões analógicas de televisão para 2016&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Imagens/institucional/galeria_ministro/080808_INST_GalMini_pauloBernardo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Imagens/institucional/galeria_ministro/080808_INST_GalMini_pauloBernardo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Brasília – O desligamento do sinal analógico de televisão no Brasil está mantido para 2016. É o que afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Apesar de reconhecer que o sistema digital ainda não está totalmente popularizado no país, o ministro afirma que medidas estão sendo tomadas no Ministério das Comunicações para acelerar o processo de digitalização das emissoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esperamos que até 2016 já estejamos totalmente prontos para fazer o apagão analógico. Até lá as emissoras vão ter tempo para se adaptar e os próprios consumidores vão querer modernizar seus equipamentos, até mesmo porque teremos uma Copa do Mundo aqui no Brasil em 2014 e as pessoas já vão querer aproveitar a tecnologia”, avalia o ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Federal também está trabalhando para dar acesso a linhas de crédito diferenciadas, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para que as emissoras de TV possam comprar novos equipamentos e migrar para o sistema digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos tentando andar rápido com essa questão da digitalização”, garantiu Bernardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consignações de geradoras&lt;br /&gt;Para começar a transmitir em sinal digital, a geradora de TV precisa dar entrada no processo de consignação no Ministério das Comunicações. Até o fim deste ano, todos os processos de consignação de geradoras (as estações principais nas redes de televisão) serão finalizados, segundo o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Genildo Lins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o secretário, todas as 400 geradoras de TV espalhadas pelo país vão estar consignadas. Isso quer dizer que a emissora vai poder realizar transmissões digitais e analógicas, ao mesmo tempo, até que o sinal analógico seja definitivamente desligado, em 2016. Do total de geradoras, 100 ainda têm processos de consignação tramitando no MiniCom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós destacamos uma equipe específica de engenheiros para trabalhar na análise desses processos de consignação de TV, justamente porque queremos dar mais agilidade na finalização dessas demandas”, avalia o secretário Genildo Lins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já é possível notar melhorias no andamento desses processos. Segundo Genildo Lins, no mês de setembro foram concluídos os processos de consignação de 19 emissoras, contra 3 processos finalizados entre janeiro e agosto deste ano. “A partir de agosto, implementamos mudanças que simplificaram o processo”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RTVs&lt;br /&gt;O próximo passo no processo de digitalização da televisão no Brasil é a mudança para as retransmissoras (RTVs). O prazo para que as RTVs iniciem o processo de consignação no MiniCom termina no próximo ano, mas 1.700 já deram início ao processo, num universo de 6.000 emissoras em todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com dados da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica, 20 RTVs já estão consignadas e a meta é encerrar o ano de 2012 com 2.000 consignações concluídas para esse tipo de serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interatividade&lt;br /&gt;O decreto que estabeleceu o sistema de TV digital no Brasil abriu a possibilidade de interatividade nas transmissões. Isso quer dizer que o telespectador poderá usar seu aparelho de TV para consultar saldo bancário, agendar consultas médicas, consultar a previsão do tempo, informações de trânsito e comprar produtos. Para possibilitar essas interações, pesquisadores brasileiros desenvolveram o Ginga, uma ferramenta que vai permitir a interatividade na TV digital brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo está trabalhando para incluir o Ginga nos aparelhos de televisão fabricados no Brasil. Atualmente, nem todos os aparelhos saem de fábrica prontos para a interatividade. A expectativa é de que no próximo ano, 75% dos televisores já saiam das fábricas com o middleware de interatividade instalado. Em 2013, esse percentual alcançaria 100% dos aparelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida está tramitando no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-8089044028402022093?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/8089044028402022093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=8089044028402022093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8089044028402022093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8089044028402022093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/apagao-analogico-esta-mantido-para-2016.html' title='Apagão analógico está mantido para 2016, diz Bernardo'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4453738626218561154</id><published>2011-10-14T15:24:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T15:24:21.696-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Xbox Live transmitirá programação de TV</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://brasil247.com.br/pt/247/midiatech/17783/Xbox-Live-transmitir%C3%A1-programa%C3%A7%C3%A3o-de-TV.htm"&gt;Brasil 247&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;COM A NOVA PLATAFORMA, A EMPRESA PRETENDE INAUGURAR “UMA NOVA ERA NA HISTÓRIA DA TELEVISÃO”&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;06 de Outubro de 2011 às 18:45&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://brasil247.com.br/get_img?ImageWidth=651&amp;amp;ImageId=52756" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://brasil247.com.br/get_img?ImageWidth=651&amp;amp;ImageId=52756" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;247 – A Microsoft lançará no Natal uma nova plataforma pela qual será possível assistir programas de TV através da rede Xbox Live em mais de 20 países. O serviço funcionará de maneira parecida com o Sky Player, podendo ser usado apenas por usuários da rede virtual do console. Por uma mensalidade, o serviço fornece o acesso via streaming a uma variedade de canais normalmente disponíveis via satélite. O novo serviço de TV da Live vai incorporar o buscador Bing – concorrente do Google – e uma integração com o sensor de movimentos Kinect, permitindo que os espectadores realizem buscas por seus programas favoritos por meio de comandos de voz e gestos de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa norte-americana de tecnologia afirmou que pretende inaugurar “uma nova era na história da televisão”, com o lançamento da plataforma. Já existe uma parceria com mais de 40 emissoras, entre elas HBO, Comcast, Verizon FiOS, BBC, Telefónica (Espanha) e ZDF (Alemanha). “O anúncio de hoje é um passo importante para a realização de nossa visão para brindar a você todo o entretenimento que quiser. Combinando as redes de TV e as produtoras de entretenimento mais importantes do mundo com o poder do Kinect para Xbox 360 e a inteligência do serviço de busca por voz Bing, faremos televisão e entretenimento mais pessoais, sociais e sem esforço”, disse o presidente da área de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick. A tecnologia ainda não tem parceria com emissoras brasileiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4453738626218561154?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4453738626218561154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4453738626218561154&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4453738626218561154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4453738626218561154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/xbox-live-transmitira-programacao-de-tv.html' title='Xbox Live transmitirá programação de TV'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4296311255459636667</id><published>2011-10-08T15:56:00.000-03:00</published><updated>2011-10-08T15:56:28.030-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>TVs ficarão tão modernas quanto os celulares, diz representante do Google</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&amp;amp;p2=idnot%3d59886%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d277197%26fnt%3dfntnl"&gt;Comunique-se&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvana Chaves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://newsclip.comunique-se.com.br/MostraImagem.asp?ID=9800" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://newsclip.comunique-se.com.br/MostraImagem.asp?ID=9800" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O futuro da televisão será o mesmo dos telefones celulares: ficar mais inteligente e funcional. O novo formato de vídeo dessa TV irá nos permitir assistir os filmes que hoje vemos somente pelo Youtube. Essa é a opinião do vice-presidente do Google para Mobile, Media &amp;amp; Platforms, Henrique de Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Castro, a convergência digital irá melhorar a produção de vídeos na internet em todo o mundo. “Tudo vai ser digital. Na TV aberta há limitação na distribuição de conteúdo, por falta de equipes e de canais. Não é a morte da TV, mas uma nova fase, uma transformação para melhor em termos de produção e de conteúdo, com boa qualidade e baixo custo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente do Google Mobile, a publicidade também terá que se adaptar a esse novo cenário. “No caso do vídeo normal de 30 segundos, você precisa de sete exibições para alcançar o mínimo de público. No meio digital, usa-se apenas duas. Estamos na era da ‘videocracia’, em uma convergência para um sistema de comunicação integrado que vai dar um suporte para a comunicação publicitária”, finaliza o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito da chegada do Google TV no Brasil, Castro afirma: “existe um projeto de levar a Google TV para o mundo todo”, respondeu à plateia, aos risos, o executivo da Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente do Google para Mobile, Media &amp;amp; Platforms, Henrique de Castro, presidiu o último painel do MaxiMidia 2011, em SP, entitulado “A revolução dos vídeos online e o final feliz desse filme”, que teve mediação do jornalista Pyr Marcondes, da Plataforma Próxxima, do Meio e Mensagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4296311255459636667?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4296311255459636667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4296311255459636667&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4296311255459636667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4296311255459636667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/tvs-ficarao-tao-modernas-quanto-os.html' title='TVs ficarão tão modernas quanto os celulares, diz representante do Google'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7378486670678628744</id><published>2011-10-04T16:09:00.000-03:00</published><updated>2011-10-04T16:09:43.883-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Marcelo Branco: Lobby das teles quer acabar com neutralidade da rede</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: whitesmoke; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Texto publicado em: &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/entrevistas/marcelo-branco-lobby-poderoso-das-teles-quer-acabar-com-neutralidade-da-rede.html"&gt;Viomundo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; 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margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;da&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;Unisinos, via&amp;nbsp;Maria Fro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O Plano Nacional de Banda Larga proposto pelo governo federal brasileiro pretende expandir o acesso à internet banda larga a 40 milhões de pessoas no país. Mas as negociações do Ministério de Comunicações com as operadoras de telecomunicações têm causado mal-estar entre os defensores da neutralidade na internet. Entre eles, Marcelo D’Elia Branco, ativista pela liberdade do conhecimento e ex-diretor da Campus Party Brasil, critica o “acordo” prévio do&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=3812&amp;amp;secao=359" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Plano Nacional de Banda Larga&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;“O principal erro desse acordo é a tentativa de fazer com que as teles recebam dinheiro pelo volume de conteúdos acessados pelo usuário. Até hoje, dentro da lógica de funcionamento da internet, quem pode cobrar pelos conteúdos na rede é o gerador de conteúdo e não as operadoras. A partir do acordo firmado com o Ministério das Comunicações, as teles, além de ganharem pela largura da banda que oferecem, pela velocidade de transmissão, passarão a limitar a quantidade de conteúdo que o usuário pode baixar durante o mês”, explica ele na entrevista a seguir, concedida à&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;por telefone.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Branco também defende que estados e municípios participem do Plano Nacional de Banda Larga, já que os governos estaduais e municipais são os que mais gastam com serviço de telecomunicações e acesso à internet. “Qual vai ser a participação do estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, no Plano Nacional de Banda Larga, visto que têm estruturas da Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE, da Cia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul – Procergs? O governo do estado tem investido muito dinheiro com serviços de Telecomunicações. (…) Se uma empresa tem uma conta gigantesca com um fornecedor, ela tem o poder de barganhar algumas vantagens em uma negociação. Com certeza o maior cliente de Telecom do Rio Grande do Sul é o governo do estado. Então, qual é o papel do governo Tarso nessa discussão?”&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco foi por três anos diretor da Campus Party Brasil. Consultor para sociedade da informação, ele é fundador e membro do projeto Software Livre Brasil e também ocupa o cargo de professor honorário da Cevatec – Peru, além de ser membro do conselho científico do Programa Internacional de Estudos Superiores em Software Livre, na Universidade Aberta de Catalunha. Seu blog pode ser acessado pelo link&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://softwarelivre.org/branco" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;http://softwarelivre.org/branco&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Confira a entrevista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Em que consiste o Plano Nacional de Banda Larga – PNBL? Quais as vantagens e desvantagens do Plano, considerando-se a realidade brasileira? Ele apresenta metas e garantia de qualidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=30194" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Plano Nacional de Banda Larga&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é uma grande expectativa em função da importância que tem a banda larga para o desenvolvimento do país. Não se trata apenas de uma questão de acesso à internet. Da mesma maneira que o Brasil precisa resolver a questão de infraestrutura dos aeroportos, dos estádios de futebol para a Copa, precisa definir por onde vão trafegar as informações e como a estrutura de banda larga irá se expandir pelo país.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;A banda larga no Brasil é muito cara, de baixa qualidade e não chega a todos os lugares como deveria chegar. Expandir o acesso à internet é o grande desafio. O Plano Nacional de Banda Larga, anunciado desde o governo do presidente Lula, gerou uma enorme expectativa na sociedade e talvez seja um dos projetos mais esperados do governo da Dilma.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Como vê o acordo firmado entre o Ministério das Comunicações com empresas de telecomunicações para que elas toquem o Plano Nacional de Banda Larga, e a notícia de que as teles foram autorizadas a reduzir a velocidade se o usuário ultrapassar 300 megabytes de download por mês? Esse acordo põe em xeque a democratização da internet?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– Tenho críticas em relação ao acordo, pois ele tem pontos muito ruins. O lado positivo do acordo é ofertar uma banda larga de&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=29610" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;1 MB por 35 reais&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, porque isso força a concorrência a oferecer internet com mais velocidade por um preço menor. Algumas operadores estão oferencendo 1 MB por menos de 35 reais.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Por outro lado, o plano tem aspectos negativos. Um deles diz respeito a quanto de 1 MB é real. A&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel tem que regulamentar essa questão. Parece que a Anatel está trabalhando na perspectiva de garantir que 60% da banda vendida pelas operadoras seja garantida como banda real.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O principal erro desse acordo é a tentativa de fazer com que as teles recebam dinheiro&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=29610" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pelo volume de conteúdos acessados pelo usuário. Até hoje, dentro da lógica de funcionamento da internet, quem pode cobrar pelos conteúdos na rede é o gerador de conteúdo e não as operadoras. A partir do acordo firmado com o Ministério das Comunicações, as teles, além de ganharem pela largura da banda que oferecem, pela velocidade de transmissão, passarão a limitar a quantidade de conteúdo que o usuário pode baixar durante o mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Essa possibilidade de limitar o acesso ao conteúdo quebra o paradigma da internet. O acordo define que 300 MB é o máximo que um usuário pode baixar no mês. Ao atingir 300 MB no mês, o usuário terá de navegar com uma velocidade muito baixa ou pagará um valor a mais à operadora para aumentar a velocidade de acesso à internet. Então, a operadora, além de cobrar pela velocidade, terá um taxímetro e cobrará pelo volume de conteúdo baixado – o qual não pertence a ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Esse acordo é inaceitável e o governo precisa revê-lo urgentemente, pois ele introduz um princípio de quebra da neutralidade na rede. As operadores de telecomunicação podem cobrar por qualidade de serviço, pela velocidade maior, mas não podem cobrar pelo volume de conteúdos que passam pela sua canalização.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;1 MB não é compatível com a lógica da internet&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Ousuário do plano popular do governo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=29858" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(1 MB por 35 reais) terá duas alternativas: terá uma internet superlenta ou terá que pagar mais às operadoras para conseguir uma conexão mais rápida. Comercialmente, para as operadoras essa limitação de 300 megas no plano é um excelente negócio, porque certamente a maioria das pessoas contratará um montante extra. Espero que esse acordo das teles com o Ministério das Comunicações não seja um Plano de Banda Larga, mas sim uma primeira negociação do governo com as operadoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Quando falamos em 1 MB, estamos falando em download, ou seja, o quanto a pessoa terá de banda para baixar um arquivo. 1 MB tem apenas 128k de subida de sinal, o que significa isso? 128k é uma velocidade muito baixa dentro da lógica da internet, a qual não serve mais somente para ler e-mail e visitar sites. Hoje em dia, a internet é 2.0, é interativa, e os usuários da rede cada vez mais postam conteúdo. Com 128k é muito difícil postar vídeos no YouTube. O ideal é que a rede seja simétrica, que se tenha a mesma possibilidade e qualidade de baixar e postar conteúdos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Na semana passada iniciou-se um lobby muito forte em torno das teles. No Futurecom, em São Paulo, Ethevaldo Siqueira, que sempre defendeu a privatização da Telebras, foi porta voz das teles na seguinte afirmação: “Não é mais possível a internet brasileira crescer sem frear, diminuir velocidade ou sobrepassar conteúdos de vídeo na rede”.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O fluxo de informações que trafega dentro da internet não pode ser tratado de forma discriminada. Isto é, os conteúdos de dados que estão trafegando, seja audio, vídeo ou texto em linguagem html, não podem ter um tratamento diferenciado. Essa é a lei da internet. Todo arquivo que entra na rede disputa o tráfego com os demais conteúdos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Antigamente, as operadoras de telecomunicações cobravam pelos serviços diferenciados: telefonia para São Paulo-SP custava um valor, telefonia para Canoas-RS, outro, vídeo tinha outro preço, etc. A internet não é uma rede de telecomunicações; ela veio para quebrar esse paradigma. A internet é neutra e esse é um princípio defendido por Tim Berners-Lee, o criador da web.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;A afirmação de&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Ethevaldo Siqueira e a gritaria das teles aponta que há um lobby poderoso em cima do Ministério das Comunicações, em cima da Anatel&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para que a neutralidade na rede seja abolida, para que não entre no&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=28367" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Marco Civil&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;como um direito do cidadão. As teles querem controlar o fluxo de informações dentro das redes. Assim, o vídeo do concorrente vai ser baixado de modo mais lento do que o vídeo do cliente da operadora, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Como vê o corte no orçamento da Telebras?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O corte do orçamento da Telebras&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;é algo preocupante. Num primeiro momento, o governo da presidenta Dilma anunciou que a Telebras teria 1 bilhão de reais à disposição para investimento. A proposta orçamentária do governo enviada para o parlamento prevê um valor para aproximadamente 350 milhões de reais. Esse orçamento não reflete a prioridade do Plano Nacional de Banda Larga e o papel da Telebras nesse processo de expansão. O orçamento destinado à empresa deveria ser maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Quero deixar claro que não acredito e não defendo que todo o Plano de Banda Larga deva ser implementado somente pelo Estado ou pela Telebras. Conduzido pelo governo federal, o Plano Nacional de Banda Larga deve ser um esforço do poder público envolvendo as operadoras privadas com metas e obrigações claras, para que tenhamos uma banda larga mais barata e de qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Com a redução do orçamento da Telebras, a empresa não consegue estimular, através dos serviços prestados, para que suas concorrentes privadas baixem o preço da tarifa da internet. Quanto mais a Telebras tiver a possibilidade de construir uma infraestrutura que concorra com aquela das teles privadas, o custo de acesso à internet será barateado.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O Plano Nacional de Banda Larga é um plano estratégico para o governo da Dilma e, portanto, deveria constar no PAC. É estranho que um plano anunciado como prioritário no governo federal não conste no orçamento do PAC. Para a aceleração do crescimento do Brasil, a expansão da banda larga é importante. Recursos do PAC deveriam ser destinados para a melhoria da banda larga.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Algumas pessoas pensam que o governo federal deveria mudar o regime de exploração de banda larga, que hoje é considerado um serviço de valor agregado, um serviço privado. Se fosse um regime público, na visão dos defensores, seria mais fácil para o governo controlar esse serviço e enquadrar as teles. Não concordo com essa ideia de que o regime público seria a melhor saída para enquadrar o serviço de banda larga, pois isso criaria uma burocracia e uma série de regras de como e quais empresas poderiam prestar serviço de banda larga no Brasil. Essa ideia do regime público coloca uma barreira muito grande para pequenos e médios provedores de serviços de banda larga no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Conversei com Cezar Alvarez, do Ministério das Comunicações, e ele disse que o acordo com as teles não consiste em um Plano Nacional de Banda Larga. Aconteceu apenas uma primeira negociação, mas o governo terá que pressionar mais as teles porque, nessa primeira rodada de negociação, as teles sairam ganhando.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Além da falta de investimento na Telebras, o que tem dificultado a expansão e o barateamento da internet no Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O que tem dificultado o barateamento e a expansão da internet é a falta de interesse comercial das operadoras. Elas não têm interesse em atender regiões onde, comercialmente, não obterão lucros. Não existe nenhum mecanismo que enquadre as teles para que elas cumpram um plano de metas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Por outro lado, a ação da Anatel em São Paulo-SP, por exemplo, não é boa. E estamos falando da capital mais importante do país. Os usuários dos planos de banda larga reclamam que a conexão da internet cai com frequência. Falta firmeza da Anatel para cobrar qualidade dos serviços oferecidos por operadoras privadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Não há como fazer um plano de banda larga, no Brasil,&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=45486" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a curto ou a médio prazo sem contar com as operadoras. Mesmo que vários governos começassem a operar no setor de telecomunicações, na oferta de banda larga para os usuários finais, mesmo que tivesse orçamento sobrando para isso – o que não é a realidade –, demoraria muito tempo para que a banda larga chegasse até o usuário final. Não é fácil construir uma rede de banda larga com fibras ópticas e rádios em um país com as dimensões do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Além da utilização de recursos privados, em que consiste um aperfeiçoamento do Plano Nacional de Banda Larga?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Deveria haver mais participação dos estados e municípios, que são os principais interessados no Plano Nacional de Banda Larga. Não vi, no Plano Nacional de Banda&lt;br /&gt;Larga, investimentos e tampouco cobrança e controle em relação à banda larga dos estados e municípios. Participei da construção da primeira rede de banda larga de Porto Alegre em 1998, a qual funciona até hoje com uma conexão de 150 MB.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Qual vai ser a participação do estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, no Plano Nacional de Banda Larga, visto que têm estruturas da Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE, da Cia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul – Procergs? O governo do estado tem investido muito dinheiro com serviços de Telecomunicações. Por isso as contas, por exemplo, do Banrisul, da administração direta, das principais estatais em serviços de telecomunicações contratadas pelas operadoras privadas precisam ser um elemento de pressão em cima das operadoras para que elas prestem um serviço de melhor qualidade e com preços mais baratos. Se uma empresa tem uma conta gigantesca com um fornecedor, ela tem o poder de barganhar algumas vantagens em uma negociação. Com certeza o maior cliente da Telecom do Rio Grande do Sul é o governo do estado. Então, qual é o papel do governo Tarso nessa discussão?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – A partir do Plano Nacional de Banda Larga, qual a expectativa em relação à inclusão digital?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;As metas do governo de mais 40 milhões de pessoas terem acesso a banda larga é fantástico. Se o plano atingir as metas previstas, o Brasil será o país do futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Quais são as principais reivindicações do Movimento Mega Não?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=35745" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #004f56; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;neutralidade na rede&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é a nossa principal luta nesse momento. Nos Estados Unidos, o FCC, que é a Anatel deles, sofre também uma forte pressão para quebrar a neutralidade da internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Existe um lobby das operadoras de telecomunicações privadas para se quebrar a neutralidade. Há uma preocupação no Brasil de que a Anatel passe a regulamentar a internet. O comitê gestor da internet BRASIL é um exemplo de gestão para outros países e para a governança internacional da rede.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Quem gerencia a internet no Brasil é o Comitê Gestor, um órgão muito mais democrático, que é uma referência para outros países na gestão democrática da internet e modelo para a governança mundial da rede. O comitê gestor conta com a participação dos empresários privados, da sociedade civil, dos governos e da academia.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Seria inadmissível que um órgão como a Anatel, que representa apenas um dos setores,&amp;nbsp; passasse a regulamentar a internet no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;IHU On-Line – Qual sua expectativa em relação ao 1º Fórum da Internet no Brasil, que acontecerá nos dias 13 e 14 de outubro, em São Paulo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Marcelo D’Elia Branco –&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A expectativa é a melhor possível. Esse é um Fórum importante, organizado pelo Comitê Gestor da Internet. A nossa principal luta é reafirmar a neutralidade na rede e o apoio ao Marco Civil da internet, que foi enviado pelo governo federal ao parlamento brasileiro. Este texto foi construído de forma colaborativa, com a participação da sociedade civil durante todo o ano de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7378486670678628744?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7378486670678628744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7378486670678628744&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7378486670678628744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7378486670678628744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/10/marcelo-branco-lobby-das-teles-quer.html' title='Marcelo Branco: Lobby das teles quer acabar com neutralidade da rede'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-5383677575533829581</id><published>2011-09-29T17:56:00.002-03:00</published><updated>2011-09-29T17:58:37.516-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Digital Age: 5% do bolo publicitário para a Internet? É muito pouco</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/09/29/digital-age-5-do-bolo-publicitario-para-a-internet-e-muito-pouco/"&gt;IGDNow&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ricardo Zeef Berezin, do IDG Now!&lt;br /&gt;Publicada em 29 de setembro de 2011 às 14h25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Para Fernando Taralli, presidente da Energy, empresas gastam pouco e errado nas plataformas digitais.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YpWwOYZmHYc/TnBMWPfYfeI/AAAAAAAAAYQ/oTP-BdhEe0I/s1600/pub_online.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://1.bp.blogspot.com/-YpWwOYZmHYc/TnBMWPfYfeI/AAAAAAAAAYQ/oTP-BdhEe0I/s200/pub_online.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Segundo dados&amp;nbsp;&lt;a class="external-link" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/08/29/publicidade-internet-e-midia-que-mais-cresceu-no-1-o-semestre-de-2011/" style="background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #2238b1; text-decoration: none;"&gt;divulgados&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em agosto, a Internet corresponde a 5% do investimento publicitário no Brasil. Se nos Estados Unidos ela já o segundo meio que mais arrecada – perdendo apenas para a TV – por aqui ela é apenas o quarto, pois ainda não superou&amp;nbsp; jornal (12,44%) ou revista (6,89%).&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;Fernando Taralli, presidente da agência Energy, porém, discorda das estatísticas. Elas não contabilizariam o dinheiro investidos por empresas de e-commerce, que são das que mais gastam com marketing digital. Se fossem consideradas, o índice subiria para algo próximo dos 10%, alcançando a terceira colocação.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;“Mas o bolo ainda é muito pequeno”, afirmou nesta quarta-feira (28/09), durante o&amp;nbsp;&lt;a class="external-link" href="http://www.digitalage20.com.br/2011/home/" style="background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #2238b1; text-decoration: none;"&gt;Digital Age&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- evento de marketing digital promovido pelo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Now!Digital Business&lt;/strong&gt;. “As companhias que mais despendem com marketing, dificilmente reservam mais de 5% para a Internet, quando o ideal seria aplicarem entre 10% e 15%”.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;&lt;strong&gt;Leia mais:&amp;nbsp;&lt;a class="external-link" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/09/28/digital-age-entrar-para-as-redes-sociais-sem-uma-identidade-e-suicidio/" style="background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #2238b1; text-decoration: none;"&gt;Entrar para as redes sociais sem uma identidade é suicídio&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;O executivo destacou como o comércio eletrônico no Brasil tem crescido. Cerca de 30 milhões de usuários compram pela web – o País é o terceiro maior do setor – e 70 milhões a utilizam antes de adquirir um produto. Empresas que não possuem lojas físicas, inclusive, têm incomodado grandes redes do varejo, que tiveram de se mover para melhorar seus sites. E ainda há muito a crescer.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;“Inúmeras empresas já me contataram querendo investir no Brasil. São lojas voltadas a todos os tipos de produtos. Sempre que me avisam de suas intenções, penso por que não pensei nisso antes”, afirma Taralli.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;O anúncio veiculado na Internet tem algumas vantagens sobre o inserido em outros veículos. O principal, diz o especialista, é a questão da assertividade. Há diversas tecnologias disponíveis a fim de atingir uma audiência específica, aquela que poderá se interessar pelo produto. Se só o pai da família está interessado na compra de um carro, porque gastar mais para mostrá-lo a seus filhos?&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;Flexibilidade e interatividade são outros pontos destacados pelo especialista. As possibilidades que a mídia digital oferece são pouco exploradas pelas empresas do País, defendeu. As propagandas podem ganhar vida. Para fins de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;demonstração&lt;/strong&gt;, exibiu uma peça veiculada na página inicial do New York Times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="267" src="http://www.youtube.com/embed/F_3PuwXjFuc" width="350"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif, freesans; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;Já quanto à interatividade, citou uma empresa do ramo alimentício que convidava o usuário a votar em seu prato favorito. De acordo com sua escolha, um produto seria exibido da próxima vez que entrasse no portal. Por fim, um cupom de desconto para essa mesma mercadoria aparecia no banner, de modo que o internauta pudesse imprimi-lo e usá-lo em algum supermercado próximo.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;De acordo com Taralli, três milhões de pessoas foram impactadas pela campanha, e duas milhões votaram. Além do fortalecimento da marca, devido ao diálogo promovido com os clientes, a companhia conseguiu aprimorar seu banco de dados.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;Algumas dicas foram dadas quanto à estratégia online. Se o consumidor adicionar um produto ao carrinho, mas não comprá-lo, é possível oferecer um desconto sobre o item visado da próxima vez que ele entrar no site – isso pode ser decisivo, caso ele esteja buscando melhores preços em outras lojas.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;Vídeos publicitários costumam ser eficientes na Internet e podem ser priorizados, mas &amp;nbsp;é melhor que o conteúdo seja diferente daquele exibido na TV. Por fim, a estratégia online deve estar de acordo com a offline e, preferencialmente, elas devem interagir.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.75em;"&gt;“Até 2020, a cobertura da Internet será semelhante à da TV aberta”, afirmou, mostrando em números porque o investimento publicitário nas mídias digitais precisa aumentar. Ano passado, a Internet superou o rádio, segundo os dados oficiais, e não deverá demorar a ultrapassar as revistas. “Muito mais está por vir”, concluiu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-5383677575533829581?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/5383677575533829581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=5383677575533829581&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5383677575533829581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/5383677575533829581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/digital-age-5-do-bolo-publicitario-para.html' title='Digital Age: 5% do bolo publicitário para a Internet? É muito pouco'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YpWwOYZmHYc/TnBMWPfYfeI/AAAAAAAAAYQ/oTP-BdhEe0I/s72-c/pub_online.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-8376784620389596623</id><published>2011-09-29T12:46:00.000-03:00</published><updated>2011-09-29T12:46:37.977-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Estudo mostra quem são usuários de tablets</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&amp;amp;cont_key=730616"&gt;FNDC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27/09/2011 |&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;Coletiva.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maioria é homem, com idade entre 18 e 24 anos, da classe A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.josehumberto.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/apple-ipad-tablet-ebook-420x0.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://www.josehumberto.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/apple-ipad-tablet-ebook-420x0.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Pesquisa realizada em nove mercados brasileiros pela Ipsos revela que o número de pessoas que possuem tablets no país chega a 196 mil – sendo 79 mil deles considerados “super users” de tecnologia, possuindo também notebook e smartphone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos usuários de tablets é composta por homens jovens, entre 18 e 24 anos, da classe A. Do público pesquisado, 72% possui Ensino Superior. O levantamento foi realizado durante o primeiro semestre de 2011, com pessoas de ambos os sexos, a partir de 13 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os mercados pesquisados, São Paulo é o que tem a maior participação entre os que possuem tablets – 66% –, seguido pelo Rio de Janeiro – 18% –. Os outros mercados pesquisados – Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife – somam, juntos, 16% da distribuição, sem diferenças gritantes entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a influência dos meios de comunicação na decisão de compra, para o usuário que possui tablet, a internet é o meio que mais influencia – 66% –, seguida do boca a boca – 41%. A situação se repete com o “super user”: 72% considera a internet o meio mais influenciador e 50% confiam no boca a boca na hora de comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra pesquisa, Ipsos ainda analisou o comportamento da população – a partir de 13 anos – que pretendem adquirir tablets. As frases assinaladas apontam que se trata de um público fiel – “raramente mudo de marca” –, que utiliza marcas de referência e grifes – “costumo usar produtos/marcas que minha mãe usava” e “gosto de comprar roupa de marca” – e influenciador – “as pessoas me pedem conselhos antes de comprar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-8376784620389596623?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/8376784620389596623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=8376784620389596623&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8376784620389596623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8376784620389596623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/estudo-mostra-quem-sao-usuarios-de.html' title='Estudo mostra quem são usuários de tablets'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7789573259165954315</id><published>2011-09-26T10:57:00.003-03:00</published><updated>2011-09-26T11:06:55.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Grupo de Pesquisa Nielsen vai medir TV aberta no Brasil: isto não é tão boa notícia assim.</title><content type='html'>Em matéria divulgada pela Folha de S. Paulo, a empresa de pesquisa Nielsen chega ao Brasil para concorrer com o Ibope na medição da audiência da TV aberta. Alguns estão comemorando, pois acreditam que o fim do monopólio do Ibope poderá mostrar algumas distorções do quadro de audiência das emissoras de TV e, até mesmo, abalar o mercado publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, vejo com preocupação esta notícia, pois ela aponta uma questão preocupante. A Nielsen pode estar vindo para o Brasil devido a sua perda significativa de importância nos EUA depois que aquele país completou a migração para TV digital em 2009. Acontece, que os set-top-box utilizados nos EUA informam em tempo real qual canal está sintonizado. Com isso, a Nielsen perdeu mercado e pode estar vindo para o Brasil como estratégia para tentar minimizar os prejuízos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto indica que as emissoras brasileiras não estão mesmo interessadas em investir em interatividade. Pois, a partir dela, é possível medir a audiência real de um programa e não por estimativa, como fazem o Ibope e a Nielsen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da tentativa do Governo em criar a obrigatoriedade para o uso do Ginga ou cortar incentivos para aparelhos de TV e set-top-box que não utilizarem o utilizarem, o software brasileiro está enfrentando diversas frentes de batalha para se popularizar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia de que uma empresa de pesquisa estrangeira que está perdendo negócios em seu país está vindo se instalar aqui, é desanimadora para aqueles favoráveis a uma televisão digital aberta interativa e inclusiva, apesar dos bons resultados que a concorrência neste setor irá trazer. Ao que parece, nossa TV digital aberta será apenas mais do mesmo, até que a TV Broadband seja tão popular quanto a TV aberta. Mas, convenhamos, isso irá demorar um bom tempo ainda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7789573259165954315?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7789573259165954315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7789573259165954315&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7789573259165954315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7789573259165954315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/grupo-de-pesquisa-nielsen-vai-medir-tv.html' title='Grupo de Pesquisa Nielsen vai medir TV aberta no Brasil: isto não é tão boa notícia assim.'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-3047876990474632101</id><published>2011-09-22T19:34:00.001-03:00</published><updated>2011-09-22T19:34:25.652-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV Digital'/><title type='text'>Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://telesintese.com.br/index.php/indice-geral-plantao-em-destaque/78-plantao-em-destaque/18810-governo-publica-consulta-publica-obrigando-o-ginga-na-tv-digital"&gt;Telesíntese&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mercado de fabricação de aparelhos de TV digital está em polvorosa.  Os Ministérios da Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio  publicaram &lt;a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=20/09/2011&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=99&amp;amp;totalArquivos=184" target="_blank"&gt;consulta pública&lt;/a&gt;  mudando as regras de fabricação da TV digital, obrigando a instalação  do middleware nacional, o Ginga. Segundo fontes do governo, a indústra,  que retardou esta medida por alguns anos, é tão contrária à ideia que  começa a fazer ameaças de parar a fabricação dos televisores em Manaus, e  transferi-los para São Paulo, numa clara tentativa de querer colocar a  bancada parlamentar da Amazônia contra o governo, para fazer com que ele desista desta iniciativa.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o argumento de que vai encarecer o produto, os fabricantes -  em sua maioria estrangeiros - não querem instalar o software nacional,  uma das justificativas do governo do ex-presidente Lula para adotar o  padrão japonês de TV digital. Os fabricantes não falam abertamente, mas  entre as razões para esta resistência está o modelo de negócios embalado  com a TV conectada. Isso porque, na IPTV, são os fabricantes de  aparelhos que ganham com os programas interativos e, com a interativade  da TV digital aberta, esse negócio sai do aparelho de TV e vai para o  radiodifusor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os radiodifusores comerciais também não se  mostram muito interessados com esta interatividade, até porque têm  problemas maiores, pois não estão conseguindo avançar com a TV digital,  que demanda altos investimentos. Não há nenhuma emissora realmente  investindo em conteúdo interativo. E o governo, por sua vez, decidiu  comprar essa briga porque convenceu-se que não dá mais para ampliar o  legado de aparelhos de TV sem a interatividade. Já foram vendidos mais  de 20 milhões de aparelhos de TV sem o Ginga, e essa base continua  crescendo. "Sem o middleware nas TVs não há estímulo à produção de conteúdo", afirma fonte do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  consulta pública ficará aberta para contribuições por 15 dias e  estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela  de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional. Segundo o  documento, todos os televisores terão que trazer o softwarte embargado a  partir de 2013. Além disso, a proposta mexe também com as TVs  conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que  disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o  middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou  seja, a interantivade da TV aberta não poderá ser proibida de ser  acessada pelas TVs fechadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-3047876990474632101?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/3047876990474632101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=3047876990474632101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3047876990474632101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3047876990474632101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/governo-publica-consulta-publica.html' title='Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-8489561007468322796</id><published>2011-09-21T17:42:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T17:42:50.711-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><title type='text'>Crise também afeta grandes portais da web</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/crise-tambem-afeta-grandes-portais-da-web"&gt;Observatório da Imprensa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Carlos Castilho em 15/09/2011 na edição 659&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzido do Código Aberto, 13/9/2011, titulo original “Crise de receitas financeiras começa a afetar também os grandes portais na Web”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.playcomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/dinheiro-no-pc.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" src="http://www.playcomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/dinheiro-no-pc.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O mesmo fenômeno responsável pela crise no modelo de negócio dos jornais impressos começou agora a atingir também os produtores de conteúdo na internet, segundo dados que acabam de ser divulgados pelo insuspeito setor da publicidade online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revistas Slate e Salon, as mais bem sucedidas publicações do gênero da internet, estão perdendo anunciantes num ritmo que oscila em torno dos 12% ao mês. Fenômeno idêntico afeta os sites Yahoo! e American Online (AOL), cujo modelo de negócios passou a ser alavancado pela produção de conteúdos informativos, após os insucessos na área de buscas e correio eletrônico pago, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a empresa norte-americana de marketing eMarketer a participação da AOL no bolo publicitário dos grandes portais na web caiu de 6,8% em 2009 para magros 4,4% em 2011, e tende a bater nos 3,7% em 2012. Enquanto isso, o portal Yahoo! patina nos 16% no mesmo período, enquanto o mecanismo de buscas Google saltou de 3,6% em 2009 para previstos 16,7% do faturamento global em 2012. Outro site que cresceu vertiginosamente é a rede social Facebook, que foi de 7,3% há dois anos para 21,6% em 2011 e deve chegar aos 23,8% no ano que vem, segundo o eMarketer .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor alto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa de consultoria financeira Mcquarie Group confirmou queda de faturamento publicitário da AOL num informe divulgado na primeira semana de setembro, no qual faz previsões pessimistas para os portais que tradicionalmente se apóiam o hard news.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto as revistas Slate e Salon como o Yahoo e a AOL estão pagando o preço de não terem dado a devida atenção a uma regra básica do capitalismo: o excesso de oferta provoca a queda de preços. Todo o produto ou serviço com abundante oferta no mercado tende a custar cada vez menos, e foi justamente o que aconteceu com a informação desde que a internet passou a fazer parte do dia a dia de quase dois bilhões de seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avalancha informativa baixou a quase zero o preço da informação bruta e da notícia jornalística primária. O que os americanos chamam de hard news pode ser acessado hoje em milhares de páginas e blogs da internet, sem falar nas redes sociais e fóruns. O resultado é uma desvalorização inédita no preço cobrado pelos transmissores de informações e notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em compensação, os usuários da internet passaram a dar cada vez mais atenção aos sites que os ajudam a encontrar a notícia que procuram e que, quase sempre, está perdida no meio do chamado entulho informativo. Toda a informação que não serve ou não é do interesse de uma pessoa é considerada lixo, conforme a polêmica Lei de Sturgeon, segundo a qual 90% do que está publicado na web é considerado lixo informativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que o que para uns é lixo para outros é informação útil. E quem separa o joio do trigo em matéria de informação são sites como o sistema de buscas Google, cujo valor estimado no mercado corporativo chega perto dos 200 bilhões de dólares, segundo uma avaliação da revista norte-americana Forbes. O valor pode ser exagerado, mas é verossímil, pois o Google nos ajuda a achar a agulha no palheiro da internet, portanto não podemos viver sem ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho no futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o mercado dos sistemas de busca na web, mesmo em expansão, está muito longe, mas muito longe mesmo da saturação em matéria de oferta de serviços. Portanto, a sua tendência é a valorização, enquanto as empresas jornalísticas perdem cada vez mais espaço diante da multiplicação frenética de sites ofertando o chamado hard news.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma enorme perspectiva de valorização dos sites que oferecem informação qualificada, mas o problema aí é financeiro. Produzir informação contextualizada custa caro e, no momento, o mercado consumidor ainda é reduzido. Quem quiser apostar nesse nicho tem que pensar no futuro e descobrir uma fórmula como a da Google, que não cobra nada pelos resultados de buscas na web mas usa a fidelidade dos usuários para faturar em publicidade online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Carlos Castilho é jornalista e professor universitário]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-8489561007468322796?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/8489561007468322796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=8489561007468322796&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8489561007468322796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8489561007468322796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/crise-tambem-afeta-grandes-portais-da.html' title='Crise também afeta grandes portais da web'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2929553245644349925</id><published>2011-09-20T03:54:00.001-03:00</published><updated>2011-09-20T03:54:00.156-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Ancine já prepara regras para as cotas e coligação entre programadores e empacotadores</title><content type='html'>Entrevista realizada pelo site Telesíntese com Manoel Rangel, presidente da Ancine traz uma importante análise sobre os impactos do PLC-116, agora a Lei 12.485/2011, tanto para o mercado de produção audiovisual no Brasil, quanto para os consumidores, que agora poderão contar com uma maior oferta de operadoras de TV paga. A nova lei da TV paga brasileira é uma extraordinário avanço na área da comunicação. Veio um pouco tarde, diga-se da passagem, mas antes tarde do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a excelente entrevista em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://telesintese.com.br/index.php/indice-geral-entrevista/18690-rangel"&gt;Ancine já prepara regras para as cotas e coligação entre programadores e empacotadores&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2929553245644349925?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2929553245644349925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2929553245644349925&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2929553245644349925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2929553245644349925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/ancine-ja-prepara-regras-para-as-cotas_20.html' title='Ancine já prepara regras para as cotas e coligação entre programadores e empacotadores'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-7009264288040941989</id><published>2011-09-19T14:40:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T14:40:17.055-03:00</updated><title type='text'>Convergência Digital - Internet - Neutralidade de rede: Teles vêem amarras, consumidores temem abusos</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;Com a apresentação, ao Congresso Nacional, do projeto de Marco Civil da Internet, boa parte das contribuições à consulta pública sobre o novo regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia defende que a Anatel deixe as definições sobre neutralidade de rede e a guarda de registros de conexão para o texto da lei, ainda que por interesses distintos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;Leia mais em: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27725&amp;amp;sid=4&amp;amp;utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter#.Tnd-KqiIRS8.blogger"&gt;Convergência Digital - Internet - Neutralidade de rede: Teles vêem amarras, consumidores temem abusos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-7009264288040941989?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/7009264288040941989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=7009264288040941989&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7009264288040941989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/7009264288040941989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/convergencia-digital-internet.html' title='Convergência Digital - Internet - Neutralidade de rede: Teles vêem amarras, consumidores temem abusos'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-8926622572119582039</id><published>2011-09-19T03:33:00.002-03:00</published><updated>2011-09-19T03:33:00.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Brasil paga mais por internet e celular que Rússia, Índia e China</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110914_celular_brasil_mm.shtml"&gt;BBC Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualizado em  15 de setembro, 2011 - 12:54 (Brasília) 15:54 GMT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Serviços de internet e celular estão em expansão no Brasil, mas a conta ainda é cara. Comparado aos habitantes de outras potências emergentes como Rússia, Índia e China, o brasileiro é o que mais paga pelas tecnologias, segundo relatório da União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência da ONU para questões de comunicação e tecnologia.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O relatório traz dois índices: o ICT Development Index (IDI), que mede a infraestrutura dos países no que se refere à oferta de serviços de internet e telefonia, e o ICT Price Basket (IPB), que mostra o preço dos serviços em relação à renda per capita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ICT Price Basket, o Brasil aparece em 96ª posição. Segundo o relatório, o brasileiro gasta, em média, 4,8% de sua renda no pagamento de serviços de comunicação. O ranking é liderado por Mônaco, cujos habitantes gastam uma proporção menor da renda com estes serviços. O último lugar é ocupado pelo Níger.&lt;br /&gt;Em termos relativos, a conta dos brasileiros é maior que a dos russos, cujo gasto com internet e celular equivalem a 1,1% do PNB (produto nacional bruto) per capita. Na China, o custo equivale a 3,1% e na Índia a 4,1% do PNB per capita.&lt;br /&gt;Os consumidores do Brasil também pagam mais que os da Argentina, Uruguai e Chile, países com renda aproximada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No índice IDI, o Brasil se posiciona em 64º lugar (com nota 4,22 em uma escala de 0 a 10), praticamente no meio do caminho rumo ao patamar da Coreia do Sul (8,40), a primeira colocada.&lt;br /&gt;Telefone e internet&lt;br /&gt;O relatório mostra que o mercado de telefonia fixa continua em decadência, com a substituição das antigas linhas por celulares.&lt;br /&gt;Nos países desenvolvidos, o mercado de telefonia móvel se encontra em saturação – atingindo quase 100% da população -, mas a demanda por aparelhos com banda larga está aquecida. Entre 2009 e 2010 o crescimento foi de 160%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relatório, o mundo conta hoje com mais de 2 bilhões de usuários de internet. Os países desenvolvidos lideram o crescimento (14% entre 2009 e 2010), mas a maior parte dos novos usuários vem das grandes potências emergentes como Brasil, China, Índia, Rússia e também a Nigéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 19 países, no entanto, o acesso à internet por banda larga permanece inacessível para muitos cidadãos, já que o gasto médio corresponde a mais de 100% da renda média. Na Guiné, por exemplo, a conta para ter banda larga equivale a 2.594% do rendimento médio da população, de US$ 370.&lt;br /&gt;Segundo o relatório, quase 70% dos brasileiros com idade maior a 25 anos é usuário da internet. Na Coreia do Sul essa proporção atinge quase 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório também destaca o desempenho “dinâmico” de países que avançaram rapidamente na oferta de serviços de comunicação, tanto na oferta de infraestrutura quanto nos preços.&lt;br /&gt;Entre os países destacados estão Rússia, Azerbaijão, Omã, Portugal e Vietnã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-8926622572119582039?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/8926622572119582039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=8926622572119582039&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8926622572119582039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/8926622572119582039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/brasil-paga-mais-por-internet-e-celular.html' title='Brasil paga mais por internet e celular que Rússia, Índia e China'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-4195183685841540723</id><published>2011-09-19T01:35:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T01:35:12.212-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>O feitiço vira contra o feiticeiro?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Texto publicado em: &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/o-feitico-vira-contra-o-feiticeiro"&gt;Carta Capital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Por: Elizangela Grigoletti&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Detentor da hegemonia de acessos nas redes, o Google virou sinônimo de pesquisas na internet e conquistou seu espaço principalmente com os serviços gratuitos e receita, quase exclusivamente baseada na venda de publicidade online através dos links patrocinados.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Essa amplitude de serviços disponíveis sem custo aos usuários e o faturamento obtido através da exploração de audiência com sua publicidade, despertou o interesse de gigantes como a Microsoft por esse mercado, agora prestes a concretizar a maior oferta de compra entre empresas do segmento de tecnologia, desde 2000.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A junção da líder no desenvolvimento de softwares, responsável pelo mecanismo de buscas Bing – Microsoft – com uma das pioneiras no mercado de buscas na internet – Yahoo, e com um dos maiores portais de conteúdo do mundo – AOL, realmente pode sacudir o mercado online e abalar as estruturas e soberania do Google, já que sua liderança de audiência passa a ser ameaçada pela compra.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Leia também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/a-bruxa-esta-morta" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;‘A bruxa está morta’&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/antivirus-no-celular-e-nos-tablets" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" title="Antivirus no celular e nos tablets"&gt;&lt;br /&gt;Antivirus no celular e nos tablets&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ou seja, o feitiço lançado pelo Google a partir de seu monopólio de buscas é agora responsável pela cobiça da Microsoft em superar as duas principais atuações do concorrente – desenvolvimento de softwares voltados para&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;search&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e serviços online -, ultrapassando inclusive o faturamento do então rival, o feiticeiro de Mountain View, com a compra do Yahoo.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A crise do Yahoo, já decretada há alguns anos pela estagnação em inovar em sua atuação na web e o surgimento e fortalecimento das redes sociais, levou à perda de usuários e à desvalorização da marca, se intensificando agora com a demissão de Carol Bartz, ex-executiva-chefe.&amp;nbsp; Uma possível fusão com a AOL, ano passado, já havia sido aventada e rejeitada por Bartz. A AOL, que também já vivenciou uma queda drástica de posicionamento desde que se separou da&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Time Warner&lt;/em&gt;, em 2009, perdeu quase 800 milhões de dólares.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Agora, com a saída de Bartz do Yahoo, o CEO da AOL, Tim Armstrong, retomou o processo. A Microsoft, que também já tinha feito uma oferta pelo Yahoo em 2008, mas por considerar os valores propostos inadequados, não teve a aquisição concretizada na ocasião.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Agora, neste novo cenário de possibilidades, se a transação se confirmar, as previsões apontam que Yahoo!, AOL&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e Microsoft&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;juntas&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;alcançarão faturamento de 2,7 bilhões de dólares no setor. Com isso, as buscas na internet que, em abril, apontavam para o Google um resultado de 62% de todas as realizadas nos EUA, poderá sofrer uma queda significativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A junção vai possibilitar principalmente novos caminhos: para os produtos Yahoo, que poderão se reciclar através das inovações; o AOL se fortalecendo na disponibilização de conteúdo, a partir da audiência que a junção trará; por sua vez, a Microsoft poderá oferecer sua tecnologia com muito mais eficácia, já que contará com uma interface mais dinâmica e envolvente, gerada através do contato com as redes – a internet, por sua velocidade, oferece condições de compreensão dos anseios e expectativas dos usuários em tempo real.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 22px; margin-bottom: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O futuro realmente dirá se a política de Carol Bartz, de pulso firme e cortes drásticos, agora substituída pela visão reestrutural de Timothy Morse, CFO da companhia que está pronto para a preparação do Yahoo para a venda, será uma estratégia mais assertiva. Em suma, o Yahoo, uma velha estrela da web, poderá ganhar nova roupagem, como em seus dourados anos virtuais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-4195183685841540723?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/4195183685841540723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=4195183685841540723&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4195183685841540723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/4195183685841540723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/o-feitico-vira-contra-o-feiticeiro.html' title='O feitiço vira contra o feiticeiro?'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-350427805952623892</id><published>2011-09-17T12:53:00.000-03:00</published><updated>2011-09-17T12:53:25.882-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><title type='text'>Ações contra a lei de TV paga</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #292929; font-family: 'trebuchet ms', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif, serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Texto publicado em: &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/acoes-contra-a-lei-de-tv-paga/"&gt;Estadão.com caderno Link&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Por Renato Cruz&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Muita gente comemorou a sanção da nova lei de televisão por assinatura pela presidente Dilma Rousseff, na segunda-feira. Mas as novas regras, que, entre outros pontos, acabam com a restrição à participação do capital estrangeiro na TV a cabo, estão longe de ser unanimidade. Empresas se preparam para ir à Justiça contra a nova lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;O presidente da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.sky.com.br/" style="color: rgb(21, 94, 145) !important; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Sky&lt;/a&gt;, Luiz Eduardo Baptista (foto), afirmou que a empresa deve entrar com uma ação contra as cotas de programação nacional “nos próximos dias”. “Vamos esgotar todos os meios possíveis”, disse ele. “O próximo passo é a Justiça.”&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;A legislação obriga que os canais tenham até três horas e meia de programação nacional e regional por semana, em horário nobre, de acordo com o que for definido pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). Metade dessa programação deve vir de produtores independentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Um terço dos canais do pacote de programação terá de ser brasileiro. Nos canais brasileiros, um terço da produção precisa ser independente e dois canais devem ter 12 horas diárias de programas brasileiros independentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;“Nunca ninguém ligou para a central de atendimento da Sky para reclamar que falta conteúdo brasileiro no horário nobre”, disse Baptista. “Quando a conta dessas cotas for apresentada para os assinantes, vamos lembrar a eles, a cada momento, quem foi que apoiou esse projeto.”&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;A Associação Brasileira de Programadores de Televisão por Assinatura (ABPTA), que reúne os canais internacionais de TV paga, também se opuseram às cotas quando na época em que o então chamado Projeto de Lei da Câmara (PLC) 116 estava em votação. Também no caso da ABPTA, o principal problema são as cotas. A associação informou que ainda analisa o texto sancionado.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;A Rede Bandeirantes se opôs ao PLC 116, e preferiu não comentar a lei depois de aprovada. Mas, na segunda-feira, segundo o site&lt;a href="http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/18707-tv-bandeirantes-vai-a-justica-contra-nova-lei-de-tv-por-assinatura-" style="color: rgb(21, 94, 145) !important; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Telesíntese&lt;/a&gt;, seu vice-presidente Frederico Nogueira anunciou que o grupo iria à Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;A discordância da Bandeirantes, no entanto, é outra. A lei proíbe quem produz conteúdo de distribuí-lo. A Bandeirantes é dona da empresa de cabo TV Cidade. Para se adequar à lei, teria que vender o controle da operação.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Apesar da polêmica, o PLC 116 recebeu apoio das operadoras de telecomunicações, que eram impedidas de ter empresas de TV a cabo em sua área de concessão pelas regras antigas. Com a mudança, a Embratel, que pertence à mexicana América Móvil, poderá comprar a participação da Globo na Net e a espanhola Telefônica a da Abril na TVA.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Além disso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocará à venda novas licenças de TV a cabo. Faz mais de uma década que a agência fez o último leilão de cabo.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px;"&gt;Mais informações no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Estado&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(“&lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/neg%C3%B3cios,empresas-planejam-ir-a-justica-contra-lei-de-tv-paga,84370,0.htm" style="color: rgb(21, 94, 145) !important; font-family: Georgia; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 18px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Empresas planejam ir à Justiça contra lei de TV paga&lt;/a&gt;“, p. B16).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-350427805952623892?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/350427805952623892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=350427805952623892&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/350427805952623892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/350427805952623892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/acoes-contra-lei-de-tv-paga.html' title='Ações contra a lei de TV paga'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-3456125639859393734</id><published>2011-09-16T03:15:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T03:15:39.877-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telecomunicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Especial'/><title type='text'>PLC-116 um novo começo para a TV paga no Brasil</title><content type='html'>A história da TV paga no Brasil esteve cercada por interesses comerciais desde que se percebeu que esse ramo da indústria televisa poderia fazer diminuir a audiência da TV aberta no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante 11 longos anos, nenhuma licença para operação de TV por assinatura no país foi concedida pelos órgãos competentes do governo. A conseqüência disso foi uma concentração brutal desta prestação de serviço nas mãos de poucos operadores. Como todos sabem, serviços onde não existe concorrência o consumidor sempre sai prejudicado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.convergenciamidiatica.com.br/2010/08/tv-aberta-x-tv-paga-historico-parte-1.html"&gt;TV paga X TV aberta parte 1 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.convergenciamidiatica.com.br/2010/08/tv-aberta-x-tv-paga-historico-parte-2.html"&gt;TV paga X TV aberta parte 2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.convergenciamidiatica.com.br/2010/09/tv-aberta-x-tv-paga-conclusao.html"&gt;TV paga X TV aberta Conclusão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas após 4 anos de tramitando no Congresso Nacional, a nova lei do cabo acaba de ser sancionada pela Presidenta Dilma Roussef. Esta nova lei não representa apenas a regulação de um setor importante da comunicação no Brasil. A Lei 12.485/2011 da TV paga (que agora abrange tanto a TV por cabos, como a TV por satélite e MMDS) representa o recomeço deste setor no Brasil. É uma mudança significativa que certamente provocará profundas transformações na indústria da comunicação no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pontos mais importantes da lei são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Autoriza as empresas de Telecom a oferecer o serviço de TV paga via cabo;&lt;br /&gt;b) cria uma cota de conteúdo nacional a ser exibida no horário nobre da TV sendo que metade desse conteúdo deve ser produzido por produtoras independentes;&lt;br /&gt;c) permite que o capital estrangeiro possua 100% do capital das operadoras de cabo; &lt;br /&gt;d) permite que 25% da programação dos canais seja composta por publicidade (a mesma da TV aberta);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e ainda mantém a oferta de canais locais gratuitos:  legislativo, executivo, universitário e comunitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra importante questão é que juntamente com o serviço de TV por cabos as empresas poderão ofertar internet banda larga e serviços de telefonia, o chamado Triplay. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem bem a lei foi sancionada e as conseqüências já podem ser sentidas. A empresa GVT, que opera nas capitais e algumas cidades do interior, começa a oferecer pacotes de TV paga por R$ 60,00 e um pacote de internet de 35 mega a R$ 99,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas licenças para operadoras de TV por cabos irão proporcional uma maior penetração do serviço no interior do país, fazendo salta o número dos municípios atendidos atualmente que é de apenas 262 em todo o país. &lt;br /&gt;Aliado a nova lei da TV paga, o Plano Nacional de Banda Larga irá proporcional acesso a internet em localidades onde não existe o serviço ou a pouca concorrência. A empresa Telebrás já fechou contratos para fornecimento de infraestrutura de rede para mais de 20 provedores de internet e espera encerrar o ano com mais de mil interessados no serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministro Paulo Bernardo, afirmou que o governo deve aumentar a disponibilidade de TV paga nos próximos anos e que a intenção é de que ela esteja presente em 32% dos domicílios do País, além de incrementar a participação da produção nacional no mercado de telecomunicações em 70%. Pelo menos 500 empresas de telefonia já solicitaram à Anatel autorização para oferecer o serviço de TV por assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tamanha possibilidade de crescimento a TV aberta começa a sentir a água batendo no nariz. A TV Globo que até o momento sempre foi uma forte opositora a regionalização da comunicação (o artigo 222 da Constituição brasileira que determina que 40% da programação das emissoras de TV aberta no Brasil seja regional, nunca foi regulamentado) já admite regionalizar sua programação como forma de seguir atrativa para a população que agora tem outras opções de entretimento e informação pela TV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra importante conseqüência da sanção da lei da TV paga e abertura de novas vagas de emprego para profissionais da comunicação e sistemas de informação. Acredita-se que com a determinação das cotas de conteúdo nacional a produção de conteúdo audiovisual no Brasil dobre. O texto aprovado também define fontes de fomento à produção audiovisual nacional. O projeto prevê recursos estimados em cerca de R$ 300 milhões por ano, a partir da transferência de 10% da contribuição das operadoras de telecomunicações ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses recursos deverão ser somados ao montante da arrecadação da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) - tributo pago pelas empresas que veiculam, produzem, licenciam e distribuem obras cinematográficas e videofonográficas de conteúdo publicitário e com fins comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do total de recursos gerados a partir da transferência do Fistel, 30% deverão ser destinados a produtoras das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste, Outros 10% deverão ser destinados à produção nacional independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ou não um recomeço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com informações:&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Portal UOL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Agencia Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Agencia Estado&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-3456125639859393734?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/3456125639859393734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=3456125639859393734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3456125639859393734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/3456125639859393734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/plc-116-um-novo-comeco-para-tv-paga-no.html' title='PLC-116 um novo começo para a TV paga no Brasil'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-2129217121922667055</id><published>2011-09-15T23:17:00.000-03:00</published><updated>2011-09-15T23:17:15.659-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mídia'/><title type='text'>Mercado especula sobre o futuro da Abril</title><content type='html'>Texto publicado em: &lt;a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/mercado-especula-sobre-o-futuro-da-abril"&gt;Luis Nassif Online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Blog de Adriano S. Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para onde vai a Editora Abril?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário para o programa radiofônico do OI, 14/9/2011&lt;br /&gt;Por Luciano Martins Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentações recentes no comando da Editora Abril, como a contratação do banqueiro Fabio Barbosa para a presidência do grupo, e a compra, pela família Civita, do complexo de cursos e publicações Anglo Latino, têm estimulado suspeitas de que o grupo estaria se preparando para desidratar o setor de revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consolidada a aquisição do Anglo, por R$ 600 milhões, acertada em meados de 2010, o negócio ainda causa curiosidade entre especialistas, como deixou escapar na terça-feira (13/9) um experiente professor da Fundação Getulio Vargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, para que a Editora Abril iria querer um sistema educacional que é na verdade uma franquia que oferece cursos e vende apostilas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, não se trata de um negócio da Abril, mas da família Civita. Perspectivas pouco animadoras quanto aos sucessores de Roberto Civita teriam convencido o controlador do grupo editorial a investir em educação, um negócio muito mais promissor do que o de revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo mostrou o recente encontro da associação do setor, a ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas), o cenário vai levar a mudanças radicais na organização das editoras, com uma provável fragmentação dos grupos de interesse, o chamado público das revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pulverização dos títulos, induzida pela necessidade de buscar recursos em nichos cada vez mais específicos, tem aumentado perigosamente a complexidade da gestão do grupo Abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esforços para a qualificação de editores em técnicas de administração não têm dado resultados, simplesmente porque jornalistas, em geral, não são preparados para outra coisa que não jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas que atuaram em outros setores da economia, em cargos de diretoria, sabem o abismo que separa seus colegas editores dos executivos oriundos das áreas financeira, industrial ou de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem um herdeiro que possa ser qualificado como gênio, e sem ter tido a sorte de ser, ele mesmo, um clone do pai, o patriarca Victor, Roberto Civita tem poucas garantias de ver prosperar ou mesmo permanecer sua complicada rede de publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as revistas estão acabando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não exatamente. Mas as mudanças que estão ocorrendo no setor vão se acelerar de uma forma jamais vista antes no mercado. Títulos tradicionais vão desaparecer subitamente, e certos temas serão quase exclusivamente lidos em plataformas digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rota do Titanic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta, então, a pergunta que foi feita aqui na última terça-feira: o que o banqueiro Fábio Barbosa foi fazer na Editora Abril?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele já declarou aos editores que nada sabe do negócio de revistas. Mas Barbosa e Civita sabem que isso não tem a menor importância, porque ele não está na Abril para salvar as publicações – ele virou presidente do grupo para salvar o capital da família Civita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro em que foi apresentado aos editores do grupo Abril, Barbosa disse que, como não conhece o setor, talvez seja capaz de fazer perguntas que os jornalistas já esqueceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem: para fazer seu serviço, ele não precisa saber o que é uma boa pauta. Ele vai fazer o que é sua especialidade: obter o máximo de resultado financeiro no que resta de vida a alguns produtos, preparar a abertura de capital do outro negócio – o de educação – e observar a lona do circo de revistas murchar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Civita já colecionou grandes feitos em sua carreira de executivo-empresário: perdeu a TVA, vendida para a Telefonica, viu o Brasil Online ser absorvido pelo UOL e estimulou a transformação da revista Veja, que já foi um dos principais patrimônios da imprensa brasileira, em um título Murdoch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abril vive de um punhado de revistas sem qualquer relevância, a maioria voltada para assuntos de menor importância para as necessidades estratégicas de uma empresa do seu porte. As revistas de negócios, que já tiveram grande influência, foram transformadas em manuais de auto-ajuda para gerentes e são consideradas um dos elos mais frágeis do sistema de publicações de papel – porque os jovens executivos preferem se informar em seus aparelhos digitais e têm acesso a dezenas de alternativas setoriais no formato tradicional, como as revistas customizadas e as publicações de nicho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do conjunto de bravos e esforçados editores não saem ideias inovadoras capazes de criar novos títulos, simplesmente porque a empresa matou, ao longo dos últimos anos, a cultura de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A homogeneidade das redações desestimula a competição criativa, acomoda os profissionais, gera vícios na produção dos textos e no desenho das páginas, como pode observar qualquer leitor atento de revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há gênio humano capaz de conduzir a bom porto um transatlântico como o grupo Abril.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-2129217121922667055?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/2129217121922667055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=2129217121922667055&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2129217121922667055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/default/2129217121922667055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/2011/09/mercado-especula-sobre-o-futuro-da.html' title='Mercado especula sobre o futuro da Abril'/><author><name>Francisco Machado Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15887054637524105519</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='30' src='http://1.bp.blogspot.com/_tIolHIBh_Y8/SuIM4XVHFxI/AAAAAAAAACw/C56murBGd0o/S220/msn_novo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8641339778939784795.post-6055428906828138625</id><published>2011-09-14T03:40:00.002-03:00</published><updated>2011-09-22T22:22:34.101-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marketing'/><title type='text'>A lógica da publicidade online</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YpWwOYZmHYc/TnBMWPfYfeI/AAAAAAAAAYQ/oTP-BdhEe0I/s1600/pub_online.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://1.bp.blogspot.com/-YpWwOYZmHYc/TnBMWPfYfeI/AAAAAAAAAYQ/oTP-BdhEe0I/s200/pub_online.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Como toda a cadeia produtiva da mídia e seus modos de distribuição de conteúdo pelos veículos de comunicação estão se transformando com as tecnologias  da informação, era de se esperar que o meio financiador destes dois sistemas também enfrentasse desafios para se adaptar aos novos tempos. Ou seja, a publicidade está em um processo de mudança, talvez com uma velocidade ainda maior do que os veículos sustentados por ela.&lt;br /&gt;O mercado publicitário brasileiro está ocupando uma posição privilegiada no cenário mundial. Várias agências internacionais estão se estabelecendo no país, principalmente devido a Copa do Mundo de Futebol, 2014 e aos Jogos Olímpicos em 2016.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A televisão ainda reina absoluta recebendo a maior parte do bolo publicitário. De acordo com o Grupo Mídia/SP, em 2011, a televisão abocanhou 62,9% da verba publicitária. Com tamanha vantagem é provável que leve um bom tempo para que a publicidade digital venha a concorrer com a televisão, aliás, muitos acreditam que isto nem venha ocorrer um dia. Entretanto, é preciso considerar alguns fatores que podem mascarar essa larga vantagem da TV aberta no bolo publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro: o estudo analisa as informações que os próprios portais fornecem, onde são reportadas todas as inserções no formato display, como banners, pop-ups, dhtmls, e demais formatos gráficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo: o estudo conta com a informação de apenas 6 portais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro: e os links patrocinados? Qual é o investimento dos anunciantes em links patrocinados? Esta é uma informação muito importante e que deveria ser medida pelo estudo, pois é este modelo de publicidade que está alterando a lógica da publicidade de massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os links patrocinados são responsáveis por 98,5% do faturamento da Google Inc. e rendeu à empresa 11 bilhões de dólares em 2010 e ainda tem muito espaço para crescer, principalmente no Brasil, onde grande parte das empresas não está na internet, mas que apesar disso, deve movimentar mais de 30 bilhões de reais até o final de 2011 em transações comerciais na rede. Um crescimento de mais de 20% a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, em breve, o e-commerce irá atingir níveis que poderão afetar o comércio local e não irá adiantar investir em publicidade tradicional para tentar reverter a queda nas vendas. As empresas serão obrigadas a investir na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí temos dois problemas: primeiro, as agências de publicidade não olham com entusiasmo para a publicidade online. Isto porque o retorno para as agências é muito baixo, comparado a televisão. No Brasil, o Bônus de Veiculação é uma prática que se estabeleceu nos primórdios da TV brasileira e consiste em uma porcentagem do valor investido em publicidade pelo anunciante que é devolvida para a agência, em torno de 15% a 20%. Assim, é evidente que as grandes agências irão tentar sempre convencer seu cliente a anunciar na televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo problema, é que muitas agências não estão se preparando para essa transição e algumas empresas de tecnologia da informação é que estão preenchendo esta vaga. Criam empresas que monitoram e fazem a corretagem da publicidade online. São empresas que “tomam conta” dos links patrocinados para as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um problema bem sério, pois na publicidade online a lógica da publicidade de massa não existe. No caso da publicidade tradicional, voltada para grandes audiências, os anúncios são generalistas, baseados em dados demográficos e voltados para a sedução e persuasão do consumidor levando-o à compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na publicidade online a sedução e persuasão são substituídas pela relevância. Ao escrever um termo de busca em qualquer site de pesquisa, os algoritmos responsáveis por trazer os resultados para internauta não percorrem a rede atrás de slogans ou frases de efeitos. Na publicidade online a publicidade eficaz é aquela que liga diretamente o produto ao termo digitado. Assim, os anúncios online não seguem a lógica generalista, pelo contrário, com as informações e nossos hábitos de navegação adquiridos pelos sites, cada vez mais a publicidade será segmentada, personalizada e relevante para o usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém quer comprar uma peça de reposição ou assessório para seu carro, o anúncio mais relevante será aquele que mais próximo ficar do termo pesquisado. Se o usuário quer um som automotivo, o anúncio deve vir exatamente com este termo e não um slogan bonito da loja que o fornece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criatividade que sempre foi a principal arma da publicidade tradicional está sendo substituída pela objetividade da publicidade online. A publicidade online é uma outra publicidade, com uma lógica completamente diferente da publicidade de massa, mas talvez, muito mais eficaz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8641339778939784795-6055428906828138625?l=www.convergenciamidiatica.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.convergenciamidiatica.com.br/feeds/6055428906828138625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8641339778939784795&amp;postID=6055428906828138625&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8641339778939784795/posts/defau
